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Os índios do Grupo Xaclán / Xokleng em 1771.

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A aquarelas de Joaquim José de Miranda que ilustra o relatório sobre a expedição de 1771 demonstra claramente o “antes” e o “depois” do recebimento do presente. O índio nu é retratado com suas armas de selvagem. O que porta roupas já aparece apenas segurando um pedaço madeira. (Trecho de matéria da Professora Amantino)

Próxima imagem: O ataque amerindio aos colonos portugueses.
Imagem anterior: Europeus oferecem presentes para os indígenas.

Fonte da Imagem: Aquarelas de Joaquim José de Miranda. Séc. XVIII. Coleção de Beatriz e Mário Pimenta Camargo. São Paulo.

Comentários

Anônimo disse…
Mantendo diálogo, a partir do impulso enviado pelo descendente TAPUIA, Lenilton Lino. O Projeto Partilha gostaria de congratular-se com Lenilton. Com ele, mais um a buscar refazer o elo perdido que o liga a ancestrais nativos - abençoados povos indígenas, guardiães dos segredos da MÃE NATUREZA.
Lenilton Lino, tanto você, como nós com os "de Rates" (Rattes), aproxima-mo-nos de um povo, do qual jamais deveríamos ter nos afastado. Tenho convicção que a ligação Rates/povos indígenas é muito mais profunda do que imaginamos. A ciência, as universidades têm mostrado lentidão no desenvolvimento de seu trabalho de busca. Existem "prioridades" a serem atendidas e na escolha e desenvolvimento dos temas a serem abordados. O poderio econômico prevalece, sempre. Por outro lado os preconceitos, entre outros fatores, impedem que alguns aceitem e incluam em sua genealogia nomes ligados a ancestrais nativos da terra. A presença de brasões e figuras ilustres em suas árvores sobrepuja a simples e singela presença do sangue indígena. No entanto, existem alguns poucos com outro tipo de visão. Estes, a sua forma buscam. Aliam-se àqueles que pensam à sua maneira, como você o fez. Estabeleceu uma ponte construída através de um recadinho, numa das páginas existentes no mundo virtual. São atitudes simples como esta que permitem os "calados" saírem da "exclusão" a que estão inseridos. Estes, fortalecidos pelos nobres ideais, realizam trabalho que a instituição oficial deixou para traz. Aí, nos meios não institucionalizados, entra o que aqui chamamos de trabalho voluntário. Este manifestado por homens com capacidade de praticar uma ação sem ser forçado e por amor a uma determinada causa. Claro que este tipo de trabalho não serve para todos. É um trabalho onde estão implícitos alguns atributos pessoais, como altruísmo, persistência, força de vontade, não expectativa de retorno ou resultados, imparcialidade, valores estes, que muitos ainda não incorporaram em seu viver do dia-a-dia. Aqui em Carmo da Cachoeira - Minas Gerais, um "de Rates" ("de Rattes") impulsionou, mobilizou e uniu pessoas que, em caráter de voluntariado, juntam dados e informações. Em outra parte você, e em outra ainda, "O MOVIMENTO TAPUIA - Windows Internet Explorer". Cf.: em, http://rpg_ficcao.uol.com.br/Outro/Tapuia.htm
O site, Ciência, Ficção e Interpretação, com o texto, "O Brasil dos outros 500", diz:

"O Partido Tapuia defende a natureza, o direito à diversidade cultural e o espaço vital dos povos minoritários. Na sociedade Imperial, os conflitos com os interesses dos liberais e restauradores aproximaram o Partido Tapuia da esquerda. Na maioria das questões, tende a se aliar ao Partido Quilombola e ao Partido Popular, ou posicionar-se de alguma forma entre os dois". Está aí um grupo já organizado. Outros, tentando organização, fortalecimento.
Êxito em sua busca. Em algum nível, e de alguma forma, algo nos aproxima.
Luz e harmonia. Volte sempre.

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