No Vale dos Ipês, em esplendor Flores desabrocham ao amanhecer Num quadro de cores e fervor, A beleza da vida a se erguer. Sob o céu de azul profundo Ipês se erguem altaneiros, São como versos ao mundo, Sussurrando seus segredos pioneiros. Suaves brisas sopram, discretas, Trazendo perfume doce ao ar, Em um balé de pétalas, completas, Promessas de amor a compartilhar. O cântico dos pássaros, encantado, Ecoa pelos campos em flor, Cada trinado, um recado De esperança e renovado vigor. No Vale dos Ipês, a magia Desperta sonhos em cada alvorada, E em sua poesia, a melodia De uma vida plena e renovada. As flores, em seu esplendor, São um ósculo da natureza, Que brinda com graça e amor A nossa efêmera beleza. Fotos Evando Pazini - Ipês na Comunidade São Pedro de Rates em Carmo da Cachoeira
A ntônio Dias de Gouveia , falecido em 27 de junho de 1789, teve seu inventário aberto na paragem da Ponte Falsa da Freguesia de Santa Ana de Lavras do Funil, do termo de São João Del Rey, Minas e Comarca do Rio das Mortes, tendo como inventariante sua esposa Ana Teresa de Jesus. Nos chama a atenção os limites e os bens que ficaram de herança. “(...) que de uma banda parte com fazenda de João Francisco Carvalho e com a fazenda chamada a dos Barreiros”. J á o inventário de Ana Teresa de Jesus, Ana Teresa de Jesus, filha de Maria da Assunção Franca e Manoel Alves Pedrosa, cita como seu genro Manoel Pereira de Carvalho; Gabriel Antônio de Carvalho e Joaquim Antônio de Carvalho e os filhos João Dias de Gouveia e irmãos. E aponta como bens: fazenda Chamusca – 14:090$000; fazenda Rio Grande – 3.000$000; fazenda Palmital – 200$000; terreiro fazenda Chamusca – 1.000$000; terreiro da fazenda Rio Grande – 400$000; terreiro da fazenda Caxambu – 270$000. A fazenda Chamusca ficou em comum,...