Iluminando o inventário de Antonio Dias de Gouveia c. c. Ana Teresa de Jesus ( Ana Teresa da Assunção ) aberto na Paragem chamada a Ponte Falsa , no ano de 1790. Como Bens de Raiz aparece uma fazenda de cultura em que vive e mora, que de uma banda parte com a fazenda de João Francisco de Carvalho . Em 1776, Antonio Dias de Gouveia é citado como habitante de Nepomuceno. Em 19 de junho de 1814 na Capela de São João Nepomuceno , filial da Matriz de Santa Anna das Lavras do Funil (Lavras - MG) aconteceu o batizado de Emerenciana , que recebeu os santos óleos pelo Pe. Veríssimo José Pereira . Foram seus padrinhos Antônio Dias de Gouveia e Ana Teresa (Lv. 3 - de 1803 a 1829, fls. 363v. - Capela Paroquial de Lavras - MG). Emerenciana é filha de Joseph Luís Garcia e Escolástica Maria de São José . Joseph Luís consta da Lista da Reserva dos Guardas Nacionais do Curato de São João Nepomuceno . Sua esposa, Escolástica Maria de São José é filha de Joaquim Alves Taveira (batizado em 13 de setemb...
Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...