Ruas cachoeirenses iluminadas no decorrer da noite A espessa escuridão das trevas que cegavam os olhos dos homens (1 João 2:11) ficaram no passado. Nós, viventes do século 21, já nos vimos livres das trevas e da sombra da noite, já foram quebrados os grilhões (Salmos 107:14) . O escuro da noite que era uma amostra da morte, fez-me morar nas trevas como os mortos do tempo antigo (Lamentações 3:6) , ficou no passado. A noite deixou de ser escura e misteriosa em Carmo da Cachoeira, passando ela a ser um momento de descanso seguro para um novo dia. Não mais nos lembramos do poder das sombras e dos perigos e medos que passamos, desde as matas africanas no início da epopeia humana sobre a Terra há 2,5 milhões de anos, chegando aos primitivos moradores dessas terras cachoeirenses: povos primitivos, colonizadores e imigrantes forçados. A Bíblia não deixou de registrar em dezenas de trechos essa apreensão humana quanto as tão temidas trevas e a escuridão da noite: Era ao anoitecer, na ho...
A ntônio Dias de Gouveia , falecido em 27 de junho de 1789, teve seu inventário aberto na paragem da Ponte Falsa da Freguesia de Santa Ana de Lavras do Funil, do termo de São João Del Rey, Minas e Comarca do Rio das Mortes, tendo como inventariante sua esposa Ana Teresa de Jesus. Nos chama a atenção os limites e os bens que ficaram de herança. “(...) que de uma banda parte com fazenda de João Francisco Carvalho e com a fazenda chamada a dos Barreiros”. J á o inventário de Ana Teresa de Jesus, Ana Teresa de Jesus, filha de Maria da Assunção Franca e Manoel Alves Pedrosa, cita como seu genro Manoel Pereira de Carvalho; Gabriel Antônio de Carvalho e Joaquim Antônio de Carvalho e os filhos João Dias de Gouveia e irmãos. E aponta como bens: fazenda Chamusca – 14:090$000; fazenda Rio Grande – 3.000$000; fazenda Palmital – 200$000; terreiro fazenda Chamusca – 1.000$000; terreiro da fazenda Rio Grande – 400$000; terreiro da fazenda Caxambu – 270$000. A fazenda Chamusca ficou em comum,...