A professora Leonor Rizzi e os outros descendentes dos imigrantes italianos que colaboraram com as histórias que compuseram o segundo volume do livro "Italianos em Itu – da imigração à atualidade” . As histórias das noventa famílias foram reunidas pelos organizadores Edson Carlos de Oliveira, Maria de Fátima Boni Oliveira e Vilma Pavão Folino, que tiveram a ideia pedir para que os membros de cada uma das famílias que vieram nos vapores no final do século 19 e princípio do século 20 relembrassem as aventuras e os sentimentos que acompanharam as primeiros tempos daqueles imigrantes em terras brasileiras.
Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...