O sábado santo foi marcado pelo silêncio. Não houve celebrações. Parecia que tudo acabou sem possibilidades de mudanças. Depois que alguém morre todos os seus projetos ou aqueles que lhe dizem respeito têm fim. Jesus também morreu, levaram- no ao sepulcro. O seu corpo esteve nas mãos de um homem, justo e reto: José de Arimatéia, que O desceu da cruz e O envolveu em um lençol depositando-O no sepulcro, talhado na rocha, onde ainda ninguém havia sido sepultado. Só faltou o embalsamento, envolto em aromas de mirra e aloés. Conservá-Lo intacto era o intento. Uma esperança precária porque no fim nada resiste à consumação do tempo e à sua voracidade. O fecho foi conclusivo e difícil. Foi rolada uma grande pedra contra a porta do túmulo. O Filho de Deus quis compartilhar a sua semelhança conosco até o extremo. Tudo aconteceu há dois mil anos. Jesus Cristo veio ao mundo disposto a ser o maior exemplo de amor e de verdade. Tinha uma proposta de vida não entendida por muitos. Condenaram-no...
A ntônio Dias de Gouveia , falecido em 27 de junho de 1789, teve seu inventário aberto na paragem da Ponte Falsa da Freguesia de Santa Ana de Lavras do Funil, do termo de São João Del Rey, Minas e Comarca do Rio das Mortes, tendo como inventariante sua esposa Ana Teresa de Jesus. Nos chama a atenção os limites e os bens que ficaram de herança. “(...) que de uma banda parte com fazenda de João Francisco Carvalho e com a fazenda chamada a dos Barreiros”. J á o inventário de Ana Teresa de Jesus, Ana Teresa de Jesus, filha de Maria da Assunção Franca e Manoel Alves Pedrosa, cita como seu genro Manoel Pereira de Carvalho; Gabriel Antônio de Carvalho e Joaquim Antônio de Carvalho e os filhos João Dias de Gouveia e irmãos. E aponta como bens: fazenda Chamusca – 14:090$000; fazenda Rio Grande – 3.000$000; fazenda Palmital – 200$000; terreiro fazenda Chamusca – 1.000$000; terreiro da fazenda Rio Grande – 400$000; terreiro da fazenda Caxambu – 270$000. A fazenda Chamusca ficou em comum,...