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Mostrando postagens com o rótulo Neca

Pe. Manoel Francisco Maciel e minha turminha.

Padre Manoel Francisco Maciel meu orientador e minha turminha. Autora: Selma Mendonça Dias - a Selma do Neca. P adre Manoel Francisco Maciel levava a turminha da paróquia para diversos passeios tais como: São Tomé das Letras, Caxambu, Lambarí e Baependi e, com direito a piquenique, visita a museus, grutas, conventos, cinema, quadra de esportes. Pura diversão. Há, como era divertido. A lgumas de minhas amigas e eu no mês de maio ( mês de Maria ) fomos escolhidas para representar a linha angelical existente no Plano Divino . Vestimos-nos de anjos e saudamos Nossa Senhora do Carmo . Cada domingo uma coroava a Santinha . Na semana que antecedia a coroação a família do anjo se envolvia no evento. Angariavam doações para a manutenção do prédio da Matriz de Nossa Senhora do Carmo. D epois da coroação uma festa. Nos reuniamos na sacristia da Igreja e partilhávamos doces, salgadinhos, sucos e o insubstituivel bolo. Quanta Felicidade! E ssa mesma turma frequentou a escola " Pedro ...

A cultura popular nas conversas ao pé do fogo.

H istórias fantásticas que assombram o imaginário com seus fantasmas, almas penadas, lobisomem, mula sem cabeça soltando fogo pela boca, o cavalo de três pés, faziam parte do cotidiano da família Souza/Ferreira Avelino. E ugênio de Souza , era sogro de Mané Saraiva. Durante as conversas " ao pé do fogo ", ou nas noites claras e quentes de luar, os adultos contavam seus feitos e vivências - familiar ou vividas nos longínquos e infindáveis espaços deste imenso sertão, enquanto a criançada brincava descontraída. A história social e pessoal estava, nestes momentos sendo preservada e mantida naquele grupo familiar. A linguagem era a oral, simples, singela e compreensível a todos. Resguardar partes da história de Cachoeira, foi um dos feitos deste casal da foto, e mantida através de sua descendência, através de Neca , que as partilha com os internautas. E nquanto a criançada, em algazarra cantava, declamava, adultos contavam seus "causos". Foi neste meio que Neca foi cr...

A vida do tropeiro Mané Saraiva e sua família.

O s "causos" e vivências partilhadas , tendo como testemunhas o céu estrelado, tanto das noites frias de junho, como das claras noites de lua cheia do outono e verão aconteceram nos terreiros da casa sede, entre os 84 alqueires de terras pertencentes ao Tropeiro Mané Saraiva . S egundo Neca, seu avô permanecia, lá pelo norte das Minas Gerais e Triângulo Mineiro três meses. Comprava manadas, compostas de cinco mil bois, e sob encomenda dos irmãos Antenor e Mário da Saquarema . Ao regressar de viagem, ficava em suas terras uma semana, voltando, a seguir, a outro ciclo de mais três meses na mesma lida - a de comprar animais. E ugênio de Souza, pai de Maria de Souza, conhecida como " Aria ", tinha, entre seus filhos um que não se casou, o Tio Otávio. Era ele quem ficava junto da irmã e fazia o papel e " impor o respeito " junto da prole de Aria, e os passantes pela estrada. A criançada aprendeu com ele muitas brincadeiras, principalmente, as de " assust...

Conversa vai, conversa vem, na Praça do Carmo.

O ntem, sexta-feira à tarde , ao passar pela Praça do Carmo, uma voz me chama. Era o Neca. Seu semblante demonstrava ares de pura alegria e contentamento. Aproximando-nos foi ele dizendo: Vivi em encontro com o passado que jamais esquecerei. Foi na quarta-feira, na Fazenda da Serra. Uaí, fui convidado para um jantar onde mulher não entra. Só os do Club do Bolinha. Cheguei as 5 da tarde, e saí de lá, depois da meia noite. O encontro foi a oportunidade de uma volta ao passado. O pessoal da Serra foi logo dizendo: " que história é essa de o nome de Manoel Ferreira Avelino , seu avô estar em nossos documentos? ". Como minha memória não nega fogo, fui logo explicando: " realmente, as terras de meu avô seriam aqui na Serra , onde estava também as do Othoniel Cunha, com sua venda instalada. Mas ele preferiu, e acabou ficando com as terras mais próximas do Arraial, no caminho das boiadas que iam para Três Corações. Ficava lá no final do Corredor do Nenzico, em frente as ter...

A morte do caçador e a Cruz do Bié.

N eca sabe de um epísódio que envolve o Gabriel da Basiliça . Infelizmente seu nome, para o Neca, traz a lembrança de uma Marco , num ponto, de sua imensa propriedade. Segundo o que seus ancestrais lhe contaram, a fazenda Morro Grande chegava a leste, até as Moendas , e a norte, lá pelos lados da Chamusca . Nesses confins havia uma cruz , que era conhecida com a Cruz do Bié - um referencial conhecido por todos. Segundo o que contavam, Bié era caçador, saía acompanhado de muitas pessoas e cães. Foi numa dessas caçadas que, vítima de um mau súbito, Bié da Basiliça morreu. No local ficou o marco, através do qual, sua figura era sempre lembrada. O pessoal, ao passar por ela, nunca deixava de fazer uma prece para o Bié da Basiliça. Projeto Partilha - Leonor Rizzi Próxima matéria: Conversa vai, conversa vem, na Praça do Carmo. Artigo Anterior: A proclamação da República chega a Minas.

A proclamação da República chega a Minas.

A qui Neca nos conta como foi vista a chegada da República pelo povo simples da cidade de Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais. H ouve a Proclamação da República . O ano era de 1889. O lugar era o Brasil. Caiu a Monarquia, e foi aqui instaurada nova forma de Governo - o regime republicano. Liberdade! Liberdade! Abre as asas sobre nós! Das lutas na tempestade Dá que ouçamos tua voz! Nós nem cremos que escravos outrora Tenha havido em tão nobre País... Hoje o rubro lampejo da aurora Acha irmãos, não tiranos hostis. Somos todos iguais! Ao futuro Saberemos, unidos, levar Nosso augusto estandarte que, puro. Brilha, avante, da Pátria no Altar! Q uanta mudança. Começou a andar pelas fazendas o Tabelião. Chegava ele com um livro grande e preto nas mãos. Era tudo solene, vinha para registrar os brasileiros, terras. Tudo direitinho. Com Tabelião não se brinca. É gente do Novo Governo. Antes, os papéis eram feitos na Igreja, até os registros de terras. O nome de ninguém pode ficar de fora...

Manoel Ferreira Avelino de dona Maria de Souza.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. O Mané Saraiva, Manoel Ferreira Avelino de dona Maria de Souza. Avós do Neca , o contador de histórias - o cachoeirense Manoel Ferreira Dias, casado com Selma Mendonça. Próxima imagem: Antigo mapa de Carmo da Cachoeira em Minas. Imagem anterior: Cachoeirenses em 1928 em foto de Massote Photo.

Ernesto de Oliveira Dias e a família Ermeto.

O Júlio César, filho de Neca e Selma , está visitando os pais neste fim de semana. Veio de Alfenas, onde estuda e trabalha, e está curtindo um fim de semana no aconchego familiar. Seu nome, " Júlio ", veio em homenagem ao avô paterno - Júlio de Oliveira Dias. Aliás, tanto o Neca, como a Selma pertencem a Família Dias . Eles são primos. E aí vem história. Quem conta é o Neca : A credito que, foi lá pelos anos de 1880 , que meu avô Ernesto de Oliveira Dias saiu de Campanha onde nasceu e se criou. Foi administrar a fazenda Figueira , em Três Pontas, Minas Gerais. Nesta fazenda nasceu meu pai, Júlio de Oliveira Dias , mais conhecido como Júlio Ernesto, em 09 de julho de 1902. A nos depois, Júlio Ernesto se casou com minha mãe, Maria Ferreira Dias , mais conhecida como Nenzinha Saraiva. Maria Ferreira era filha de Manoel Ferreira Avelino e sua mulher, dona Maria Batista de Souza, filha de Eugênio de Souza, irmão de seu Lica, Olimpio Virgulino de Souza. N a fazenda Figueira de ...

Neca contador de causos de Carmo da Cachoeira.

O " Neca da Selma " , nos antigamente conhecido como, " o Neca da Nenzinha ", nasceu na fazenda Chamusca , e é o contribuente e cidadão cachoeirense Manoel Ferreira Dias , morador em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. N este dia primaveril e ensolarado , logo bem cedinho, Neca, Selma e o filho Júlio César, morador em Alfenas, partilham seus " causos ", ao tomar o café da manhã. Num clima de alegria e descontracção a família dá muitas gargalhadas, enquanto Neca fala sobre seu passado. Mas Neca diz: " não é só gargalhadas, não. Vocês precisam saber qual é a história de Ernesto de Oliveira Dias "... O tom esverdeado da pintura na entrada da casa, torna-se mais brilhante ao receber os primeiros raios de sol, fazendo sobressair uma vida lá existente - uma trepadeira em plena floração. Suas flores lilás recebem os visitantes. O reflexo na parede esverdeada entra na cena, e o palco de espetáculos está montado. Espetáculo para quem? Para os madrugadore...

O Neca, Manoel Ferreira Dias, e sua mulher.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: O GAPA e o direito de todos os seres de nosso planeta. Imagem anterior: O Porto dos Mendes de Nepomuceno e sua Capela.

O cachoeirense Neca, é alegria contagiante.

O Neca, é Manoel Ferreira Dias , cidadão cachoeirense envolvido com os assuntos culturais. Fez parte do CD comemorativo do Sesquicentenário da Freguesia. Entrou com o assobio, que, ao passar, alegra as ruas da cidade. Jovem senhor, casado com a funcionária pública Selma, esbanja conhecimento sobre o passado da região. O pessoal lhe pergunta: " Como você guarda tanta informação sobre coisas do passado? " Ele responde: " Presto atenção em tudo, e vou sempre conversando, perguntando e registrando na memória. Isto se chama interesse ". N o fim de tarde , num dos dias desta semana, lá estava ele, em pé, na Praça do Carmo, trocando lembranças e recordações . O diálogo era com Ninita e Ziquinha (Alvarenga/Sant'Ana). Assunto: fazenda Chamusca , terra que serviu de berço para o Neca. Seus ancestrais vieram da fazenda Pinheirinhos , lá dos lados de Ingaí. Próximo artigo: O Jornal "A Gazeta do Sul" e o Santo Padre Victor. Artigo anterior: Do povo de Baependi pa...

Mais Lidas nos Últimos Dias

O Capitão Diogo Garcia da Cruz.

G ravura da obra O Capitão Diogo Garcia da Cruz de Ricardo Gumbleton Daunt , onde se lê: O Capitão Diogo Garcia da Cruz neto de Diogo Garcia e Júlia da Caridade naturais da Ilha do Faial e sua geração. A Edição de que o Projeto Partilha dispõe foi editada em São Paulo - 1974 foi revista, ampliada e atualizada pelo Professor Caio de Figueiredo e Silva. Próxima imagem: Denise Garcia e os Garcia Frades. Imagem anterior: As três ilhõas de José Guimarães.

Ave Maria na Igreja Matriz N. Srª. Carmo

Recital de Piano e Canto em Carmo da Cachoeira Além do pianista Francis Vilela e das mezzo-sopranos Larissa Amaral e Maisa Nascimento, durante a apresentação do tema Berceuse da Suíte Dolly, de Gabriel Fauré houve a participação especial do pianista Hélcio Barone Júnior, formado pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade São Paulo. Um momento especial, raro, em que os espectadores puderam apreciar uma apresentação de pianos a quatro mãos. A Ave Maria, ou ave-maria, também chamada de Saudação Angélica, é uma oração, que saúda a Virgem Maria baseada nos episódios da Anunciação e da Visitação (Lucas 1:28-42). Segundo São Luís Maria Gringnon de Montfort, cada vez que se reza a Ave Maria, a Virgem Maria no céu louva a Deus por nós com seu canto, o Magnificat  A Ave Maria é repetida várias vezes na recitação do Santo Rosário, uma oração completa, porque nela reside a história da nossa salvação ao meditar os mistérios da vida de Jesus e Maria; incluindo as orações, do Credo; o Pai...

Hino do Centenário de Carmo da Cachoeira

letra: Haroldo Ambrósio Caldeira música: Álvaro Arcanjo Athaíde interpretação: Glória Caldeira teclado: Teresa Maciel do Nascimento estúdio de som: João Paulo Alves Costa - DjeCia edição de vídeo: Rícard Wagner Rizzi Letra do Hino do Centenário Cem anos de existência bem vivido Cantemos este hino de alegria Saudando essa data memorável do nosso centenário nesse dia. Cachoeira, Carmo da Cachoeira, Berço de um povo acolhedor Ergue hoje um pavilhão Rendendo Graças ao Senhor.