GAPA - Carmo da Cachoeira, 2001 Após 22 anos de incansável dedicação à causa animal, o Grupo de Apoio à Proteção aos Animais (GAPA) em Carmo da Cachoeira está entrando em uma nova fase de sua jornada. O GAPA, fundado em 2001 como uma resposta à prática cruel de sacrifício de animais de rua nas cidades vizinhas, cresceu e se tornou um pilar fundamental na transformação da realidade aos animais na cidade. Desde sua fundação, o GAPA desempenhou um papel crucial na sensibilização e educação da comunidade sobre o bem-estar animal. Conforme noticiado no Jornal Minas do Sul em dezembro de 2001, as primeiras ações do GAPA incluíram reuniões com autoridades municipais e solicitações para a criação de legislação protetiva. Esses esforços iniciais culminaram na formalização do Estatuto do GAPA e na eleição de sua primeira diretoria em 2002, estabelecendo o grupo como uma sociedade civil de relevância na defesa aos animais. Ao longo dos anos, a organização foi além de suas campanhas educativas em...
Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...