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Mostrando postagens de novembro, 2025

Carmo da Cachoeira: o centro cultural Café Estação com Arte

O Bairro da Estação que a Profª Leonor sonhou Hoje, quem chega ao bairro da Estação, em Carmo da Cachoeira , encontra um espaço acolhedor: as antigas ruínas da ferrovia se transformaram em um pequeno centro de cultura e turismo em torno do “ Estação Café com Arte ” . Onde antes havia paredes caindo e abandono, há agora um lugar vivo, que recebe visitantes, conversa com a memória e faz a paisagem respirar de outro modo. Este texto nasce justamente desse contraste: da lembrança de uma Estação em ruínas à experiência recente de rever o local totalmente recuperado, por ocasião da homenagem prestada à professora Leonor Rizzi pela Câmara Municipal , por iniciativa da vereadora cachoeirense Maria Beatriz Reis Mendes (Bia) . A impressão é imediata: poucas coisas a alegrariam tanto quanto ver esse lugar, que a marcou pela ruína, renascer como polo de cultura. Foto original recuperada por IA de Evando Pazzini Para compreender o significado disso, recorremos aos próprios textos de Leonor sobr...

Mais Lidas nos Últimos Dias

Inventários de Antônio Dias de Gouveia e esposa

A ntônio Dias de Gouveia , falecido em 27 de junho de 1789, teve seu inventário aberto na paragem da Ponte Falsa da Freguesia de Santa Ana de Lavras do Funil, do termo de São João Del Rey, Minas e Comarca do Rio das Mortes, tendo como inventariante sua esposa Ana Teresa de Jesus. Nos chama a atenção os limites e os bens que ficaram de herança. “(...) que de uma banda parte com fazenda de João Francisco Carvalho e com a fazenda chamada a dos Barreiros”. J á o inventário de Ana Teresa de Jesus, Ana Teresa de Jesus, filha de Maria da Assunção Franca e Manoel Alves Pedrosa, cita como seu genro Manoel Pereira de Carvalho; Gabriel Antônio de Carvalho e Joaquim Antônio de Carvalho e os filhos João Dias de Gouveia e irmãos. E aponta como bens: fazenda Chamusca – 14:090$000; fazenda Rio Grande – 3.000$000; fazenda Palmital – 200$000; terreiro fazenda Chamusca – 1.000$000; terreiro da fazenda Rio Grande – 400$000; terreiro da fazenda Caxambu – 270$000. A fazenda Chamusca ficou em comum,...

Porta de entrada de uma antiga casa mineira.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira . Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Foto: Evando Pazini - 2007 - Arte: TS Bovaris Próximo ducumento: Garotas em traje típico da Congada mineira. Documento anterior: Antiga ilustração do Espírito Santo.

Mais que um colaborador, um mestre.

P ois bem, Jorge Vilela , conhecido de todos os cachoeirenses terá espaço no blogspot para assuntos de fundo cultural, do qual é um profundo conhecedor pela busca empreendida durante os últimos 20 anos. J orge Fernando Vilela é arquiteto, natural de Carmo da Cachoeira, diplomado pela Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais em 1971.Fez parte da equipe técnica da Fundação João Pinheiro na elaboração do Plano de Desenvolvimento Econômico e Social da Região Metropolitana de Belo Horizonte em 1975 e integrou a equipe técnica do PLAMBEL, coordenando a elaboração do Plano de Uso e Ocupação do Solo da Aglomeração Metropolitana e da primeira Lei de uso e Ocupação e Belo Horizonte, entre 1975 e 1976. Foi Diretor do Departamento de Edificações da Secretaria Municipal de Obras da Prefeitura de Belo Horizonte de 1976 a 1983, onde foi responsável pela implantação e operacionalização da Lei de Uso e Ocupação do Solo no município. Foi Diretor de Técnico e de Planejamento do PLA...