“ Alves Pedrosa ”, na base dos “ Gouveias ” de Cachoeira do Carmo ou dos Rates . Algumas famílias moradoras no município buscam conhecer suas origens e, retrocedendo na história, tentam visualizar seus antepassados em seus afazeres nos idos tempos do Brasil Colonial. Dentre os buscadores sobressaem os que querem certificarem se suas origens estão ligadas as mitológicas Três Ilhoas . Surgem então a matriarca da família Franco , Maria Tereza de Jesus, casada a 1a vez Ignácio Franco e, viúva casou – se com Bento Rabello de Carvalho.Irmã de Maria Tereza de Jesus surge Catarina de São José, casada com Caetano de Carvalho Duarte, ambas filhas da Ilhoa Antônia da Graça, casada com Manoel Gonçalves da Fonseca.Pertencer a um ramo da imensa árvore açoriana é orgulho nestas paragens do Brasil e o personagem Diogo Garcia que as antecedeu é conhecido e reconhecido até nossa geração. Os “ Alves Pedrosas ” se incluem na descendência de Antônia da Graça, nascida na Ilha do Faual. Ao estudar o ...
Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...