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Evando Pazini unir-se à Leonara.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Próxima imagem: Colonos portugueses são atacados por índios.
Imagem anterior: Arco-iris sobre a mineira Carmo da Cachoeira.

Comentários

Anônimo disse…
O Projeto partilha apresenta aos internautas os educadores e fotógrafos Leonara e Evando. São os fotógrafos do "Arco-Íris na Mineira Cidade de Cachoeira", que abriu as páginas de ontem. Ambos são educadores na Escola Pedro Mestre, e fotógrafos profissionais, em Carmo da Cachoeira - Minas Gerais. Ela, da Família "Oliveira Andrade", ele da "Pazini".

O casal, através do símbolo das alianças apresentado no cartão, tentou representar a busca interna empreendida pelos dois. Seguem o caminho que os leve ao encontro de sua parte imaterial, e, pelo que compreendem, motivo de suas existências terrestres. A busca do encontro com a Unidade Divina, ou Ser Interno, foi o maior, e mais forte motivador da união de Evando e Leonara.
Constituíram um núcleo famíliar, uma célula básica da sociedade calcada em leis imaterias, contando com o apoio da família e da comunidade a que pertencem. Evando, Leonara e os filhos optaram por uma de forma de vida harmônica, simples e verdadeira, conforme os ensinamentos do Mestre Jesus-Cristo. Doam o melhor de si em tudo que se propõe a fazer. Tentam, da melhor forma possível, materializar o conteúdo imaterial presente no mais profundo do seus seres. Foi lhes dada oportunidade nos ramos artisticos - educação e fotografia. Aí, e através deles flui a energia do Espírito Santo, manifestação do mental absoluto.

Na fé, forte componente da LUZ caminham, criam os filhos e engrandecem a mineira cidade de Carmo da Cachoeira - Minas Gerais.


CARMO DA CACHOEIRA.

O PARAÍSO É AQUI.
Anônimo disse…
Alguém que se auto denomina "Buscador" deixou um comentário na página de ontem. Naquela parte, onde se registrou o Arco-Íris em foto de Evando e Leonara. Refletia ele sobre "O Consolador", o "Espírito Santo", certamente lembrando-se de seu pertencimento. A que classe pertenceria este CONSOLADOR. Possivelmente diria ele, Cristo estava representado no mundo material por JESUS, e o Consolador? qual seria sua representação? qual a linguagem visual de sua representação? Coisas e perguntas que surgem no painel das mentes humanas concretas. Um concreto interligado ao absoluto, da qual pouco sabemos ou conhecemos. A física, em especial a quântica, busca resultados. Jesus estaria ligado ao CONCRETO, enquanto o Espírito Santo, ao lado imaterial, ao absoluto. "(...) o mundo não pode o receber, porque não o vê ...". Cf.:

no Evangelho, em João XIV: 15 a 17; 26, o seguinte:
"Se me amais, guardai os meus mandamentos. E eu rogarei ao Pai, e Ele vos dará outro CONSOLADOR, para que fique eternamente convosco, o ESPÍRITO DA VERDADE, a quem o mundo não pode receber, porque não o vê, nem o conhece. Mas vós o conhecereis, porque ele ficará convosco e estará em vós. - Mas o CONSOLADOR, que é o ESPÍRITO SANTO, a quem o Pai enviará em meu nome, vos ensinará todas as coisas, e vos fará lembrar de tudo o que vos tenho dito".

Leonara e Evando empreendem uma busca, ela está direcionada para o lado imaterial da existência humana. Que O Criador os ampare hoje e sempre. Que continue depositando, na cristalina taça aparentemente vazia, que eles bem conhecem, bençãos em profusão. Um dia iluminado a todos.

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A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

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Porta de entrada de uma antiga casa mineira.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira . Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Foto: Evando Pazini - 2007 - Arte: TS Bovaris Próximo ducumento: Garotas em traje típico da Congada mineira. Documento anterior: Antiga ilustração do Espírito Santo.

Antiga Carmo da Cachoeira vista do morro do Paulista.

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