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Mostrando postagens com o rótulo Cantos e versos.

Hino do Sesquicentenário de Carmo da Cachoeira

Letra: Padre Dr. Antônio de Oliveira Godinho . – 3 de julho de 1957 - download da música em MP3 Há cento e cinquenta anos atrás Nesta terra mineira Procedeu-se ao batismo De Carmo da Cachoeira. Um ranchinho de barro, A ermida pequenina, À beira de uma estrada No alto da Colina. E a Senhora do Carmo Com seu manto de amor Estendia seus braços Sobre os campos em flor. Estribilho O!! Cidade Querida, Neste teu sesquicentenário, Teus filhos te auguram: “Feliz aniversário!” O ranchinho cresceu, A ermida é matriz, Abrigando em seu seio Este povo feliz. Da família mineira Já entramos na história, São cento e cinquenta anos de lutas, E cento e cinquenta anos de glórias. Ó Senhora do Carmo, Ó Gentil Padroeira, Serás sempre a Rainha De Carmo da Cachoeira. Irmanados na fé A nós todos legada, Cachoeirenses, de pé! Para a nova Jornada. Vídeo do Hino do Sesquicentenário do Município de Carmo da Cachoeira Música: Jovane e Tiãozinho - Teclado: Jobinho - Partitura: Rôcival Alves Ferreira A história por t...

Um poema à Imaculada Conceição Aparecida

Por esse dogma que tanto te enaltece, Por tua Santa e Imaculada Conceição, Nós te louvamos, ó Maria, nesta prece, Mulher bendita, as nações te chamarão! Salve, Rainha, ó Mãe da Misericórdia! Nossa esperança, nosso alento e vigor, A nossa Pátria, vem, liberta da discórdia, Da ignomínia, da injustiça e desamor! Tu família, aqui, hoje reunida, Encontra forças no seu lento caminhar. A ti recorre, Virgem Santa Aparecida, Nosso caminho vem, ó Mãe, iluminar! Somente tu foste escolhida e preparada Por Deus, o Pai, que com carinho te ornou, Para fazer do Filho Seu, digna morada! Pelo teu sim, a humanidade se salvou. Novo Milênio, com Maria festejamos, Agradecendo tantas graças ao Senhor. Com passos firmes, nova etapa iniciamos, Com muita fé, muita esperança e muito amor. Trecho da obra: Encontros e Desencontros de Maria Antonietta de Rezende Solenidade em honra à Imaculada Conceição 8 de dezembro Missa Festiva na Igreja Matriz de Nossa Senhora do Carmo em Carmo da Cachoeira - 19hs Mar...

O grande profeta

Quem é este que aceita Lágrimas de arrependimento, E, até beijos não rejeita Aos pés, por acolhimento, E que cura as feridas Do pecado e do tormento? É um profeta diferente, É um profeta que caminha, Passa pela multidão, Vai ao encontro do outro, E vai ao encontro do irmão! Distribui graças, favores, Distribui amor e perdão, Anunciando o Reino, Quebra todos os grilhões, Arrebatando as almas, Cativa os corações. Jesus! És nossa alegria, És nossa libertação, És sol do nosso dia, O Deus da consolação! Tão divino, tão humano, Por isso é nosso irmão! És o Filho de Maria, És ainda nosso Pão. Trecho da obra: Encontros e desencontros de Maria Antonietta de Rezende Projeto Partilha - Leonor Rizzi

Trovas, o caminho para o paraíso

Pedi-te um beijo, disseste: Dar-te não posso, nem vendo, Mas te proponho uma troca, Que ninguém fica devendo. Se achas justa a proposta E, se concordas com ela, Vem cá buscar a resposta, É meu meu coração que apela. Pobre de quem neste mundo Cai nas malhas do amor! Vai ter desgosto profundo, E sem cura, sua dor. Não há mal que nunca acabe, Nem bem que pra sempre dure, Vive o momento presente E que a ferida o tempo cure. Se queres felicidade, Vida longa e sucesso, Faze o bem, foge à maldade Que terás, do céu, o ingresso. Trecho da obra: Encontros e desencontros de Maria Antonietta de Rezende Projeto Partilha - Leonor Rizzi

Zaqueu, um filho de Abraão acolhido por Jesus

Zaqueu Entrando em Jericó, Atravessando a cidade, Lá vai o grande profeta, Vai cumprindo a sua meta, Com grande sagacidade. Pressentiu que havia, ali, Um homem bem pequenino, Que tinha muita vontade De conhecer o Rabino, Que entrava na cidade. Quis então satisfazer A sua curiosidade. Faz parte do seu programa Buscar o que estava perdido. E, ao vê-lo, o Profeta o chama, Não importa o que tenha sido. - Mas, que é este que passa E para diante de mim, Pronunciando meu nome, Quer jantar comigo, enfim, Trazendo-me a salvação, Com um pecador Ele come?! As secretas intenções Não passam despercebidas, E o que vai nos corações É o que importa na vida; Não importa o que tenha sido A sua vida passada, "Eu vim buscar e salvar As ovelhinhas perdidas". -Vou dividir os meus bens, Vou dar, aos pobres, metade, E, se alguém eu defraudei, Com grande veleidade, Com certeza, restituirei Quatro vezes, em verdade. - És um filho de Abraão, Que hoje, o céu se compraza, Porque hoje a salvação...

Antigamente era tudo diferente:

As crianças Tinham infância, Eram inocentes, Brincavam de roda, De boneca, E de casinha. E os adolescentes , Dificilmente, Tinham filhos, De afogadilho. Preservativos ?! Só no arquivo Muito secreto De algum casal Muito discreto, Ou na cama da mulher-dama! Antigamente Havia amor, Havia flor De laranjeira, Havia calma, Havia alma. Hoje , há sexo Muito sem nexo. Hoje, há pressa De experimentar, De gostar E desgostar, De amar E desamar, De casar E descasar! Antigamente, Era bem diferente! Mas isso foi Antigamente! Seja diferente! Não tenha pressa, Seja prudente! Quem tem pressa Atravessa, "Come cru, E como quente!" Trecho da obra: Encontros e desencontros de Maria Antonietta de Rezende Projeto Partilha - Leonor Rizzi

No meio da minha praça, existe uma bela igreja

No meio da minha cidade, Existe uma bela praça, Que me traz sempre à lembrança O meu tempo de criança. Mas a praça, hoje, é outra! Está muito diferente! E muito mais atraente! Oh! Praça cheia de graça! Oh! Praça cheia de vida! Oh! Praça cheia de árvores! Oh! Praça cheia de sol! Oh! Praça cheia de flores! Oh! Praça cheia de amores! No meio da minha praça, Existe uma bela igreja Que, aos domingos, nos acolhe Para a ceia benfazeja. Que igreja cheia de encanto! Que igreja cheia de santo! Que igreja cheia de anjos! Que igreja cheia de luz! Que igreja cheia de flores! Que igreja cheia de amor! Que igreja que nos seduz! Na torre da minha igreja, Mora um mocho incoerente, Que dorme durante o dia E, durante a noite, chia. Oh! Que mocho renitente! Oh! Que mocho impertinente Que assusta toda a gente! Quando, à noite , ele chia, Até o cabelo arrepia! Trecho da obra: Encontros e desencontros de Maria Antonietta de Rezende Projeto Partilha - Leonor Rizzi

O beija-flor e a rosa

- Teu perfume , senti, à distância, Embriagador! Não resisti à fragrância, Ó minha flor! Teu perfume era um convite Tão sedutor, Que, mais que a força permite, Vim voando, meu amor! - Meu coração bate forte, Ó meu amor, Ante teu garbo e teu porte, Meu beija-flor! Tua plumagem tão bela E tua cor Dariam a mais rica tela De um pintor! Gostaria de beijar-te, Ó minha flor! Mas receio magoar-te, No meu ardor! Nunca vi mais bela rosa Em outro jardim! Quero beijar-te , ó formosa Flor de carmim! Resistir já não devo, Rosa gentil Ao contemplar-te , com enlevo O teu perfil! - Não posso mais esperar Pelo teu beijo! Oh, Vem depressa matar O meu desejo! Eu agradeço teu beijo, Meu beija-flor! Volta de novo , que almejo O teu amor! Trecho da obra: Encontros e desencontros de Maria Antonietta de Rezende Projeto Partilha - Leonor Rizzi

Caminhando sobre as águas com Cristo

Despedindo a multidão, Sobre Jesus a montanha, E, chegando a noite, lá estava, Orando na solidão. Seus discípulos, na barca, Na outra margem, aguardavam, Mas, o vento era contrário E as águas se agitavam. E, ao chegar a madrugada, Antes mesmo da alvorada, Vem Jesus ao seu encontro, Caminhando sobre o mar. Quando os discípulos O viram, Caminhando sobre as águas, Um grande medo sentiram. Julgando ser um fantasma, Deram gritos de terror. Mas Jesus tranquilizou-os Dizendo: - Não tenhais medo! Sou eu, o vosso Senhor. Mas, Pedro quis ter certeza Dessa tão grande proeza, Toma a palavra e fala: - Se és tu mesmo, Senhor, Manda-me ir ter contigo, Manda-me ir sobre as águas! O senhor lhe disse: - "Vem!" E Pedro, imediatamente, Guiado por sua luz, Sai da barca e caminha, Por sobre as águas também, Ao encontro de Jesus. Mas, redobrando o furor, Do vento, a violência, Teve medo o pescador, E começando a afundar Grita então, com veemência: - "Vem salvar-me, meu Senhor!" No mesmo ...

Maio, o incipiente friozinho e a cristandade

Gota d'água no aranhol Tremeluzente, Na linda manhã de escol Resplandecente! E o friozinho chegando Incipiente A epiderme eriçando, De toda gente. É maio - bem o sabeis - No campo, viceja a flor Da igreja, se eleva ao céu Todo louvor. Os anjinhos a cantar Alegremente, Vão subindo o altar, Tão inocentes! No altar a Virgem Santa, Toda clemência, Sorri de alegria tanta, Com indulgência. No mês inteiro, solene Coroação, O sino, o incenso, a alegria No coração. É maio - bem o sabeis - Mas que saudade Das rezas e ladainhas Da cristandade! Trecho da obra: Encontros e desencontros de Maria Antonietta de Rezende Projeto Partilha - Leonor Rizzi

Eis aí a razão do meu pranto

Vai começar o espetáculo! O rei, apoiado em seu báculo, Entra em cena e, em seu trono toma assento. Descerra-se a cortina, em tempo lento. Um outro personagem entra em cena E chora, chora tanto, que dá pena! - Por que choras tanto assim, Fantoche?! - Porque não aguento mais tanto deboche! Não suporto mais ver esta nação Tão mergulhada na corrupção! Não suporto mais tanto cinismo Eu, que já tive tanto idealismo! Eu sempre sonhei ver este país Soberano e sua gente mais feliz. Mas vejo que sou este visionário, Um Quixote infeliz e solidário. Eu sempre fui um cidadão honesto, Por isso, estou lançando o meu protesto! - Vejamos então, a que é que tens direito? - Naturalmente ao respeito! E principalmente à liberdade E, ainda, à honestidade! - Como vives tu, Fantoche? - Naturalmente, manipulado! Acintosamente, usado! Sistematicamente, controlado! Compulsoriamente, pressionado! Conscientemente, enganado! - Por que clamas tu, Fantoche? - Eu clamo por justiça, E também contra a preguiça...

Lágrima de Cristo, à valorosa corporação musical

Na praça da Matriz o povo se comprime. A multidão, compacta e expectante, Aguarda ansiosa a encenação. Semblantes comovidos, olhares de desdém, Alguns indiferentes, até sorrindo vêm, Tal como aconteceu há quase dois mil anos. O narrador apresenta os soldados romanos. Vai começar estranho julgamento; Um Deus será julgado por vassalos; Um justo julgado por iníquos; Um inocente isento de labéu, Que testemunhas falsas torna réu; A verdade eterna frente à hipocrisia. Traído por amigos é preso e manietado. Ao Sinédrio é levado e julgado à revelia E começa a beber o cálice da agonia. O preso é levado à presença de Anás, Que por sua vez o remete a Caifás; De Caifás é então levado a Pilatos, Que o remete a Herodes. Com estrema crueza e maus- tratos, É de novo levado ao governador Pilatos. Em seu lugar, libertam Barrabás, E a humanidade, até hoje, não sabe o que faz. Pilatos lava as mãos, ó grande pusilânime! E o réu tomando a cruz, seu corpo quase exânime, Sob seu peso tomba e cai, Mas, de nov...

O homem do século, o papa João Paulo II

E, porque Pedro O negara Três vezes consecutivas, Jesus lhe possibilita Reparar seu desamor. E, por três vezes, lhe faz A pergunta repetida: - Simão, tu me amas? - Eu te amo, meu Senhor! - Apascenta meus cordeiros! - Simão, tu me amas? - Sim, Senhor, eu te amo! - Apascenta meus cordeiros! - Simão, tu me amas? - Senhor, tu sabes que eu te amo! - Apascenta meus cordeiros! - João Paulo, tu me amas? - Sim, Senhor, eu te amo! - Apascenta meus cordeiros! - João Paulo, tu me amas! - Sim, Senhor, eu te amo! - Apascenta meus cordeiros! E, assim, a barca de Pedro, E, assim, a barca de João, De João Paulo II, Como uma vela acesa, Levando calor e luz, Levando a paz e o amor, Que ele tem por Jesus. O Homem não tem preguiça, Vai lutar pela justiça, Seu corpo, um tanto alquebrado, Já não tem o viço antigo. É árdua sua missão. E ele enfrenta o perigo, Porque seu espírito alado Vai, nas asas da oração, Buscar força necessária, Para levar a pregação, Até os confins da terra. Sua vida missionária Leva ...

Oração de São Francisco de Assis

Benditas sejam as dificuldades que nos agridem e nos fazem pensar . Benditas sejam as horas que gastamos em função do bem eterno . Bendito seja quem nos maltratam à primeira vista e nos ajudam a melhorar . Bendito seja quem nos comparam com vagabundos e indolentes . Bendito seja quem não nos conhecem e não acredita em nós . Bendito seja aquele que nos negam a mão ao cumprimento . Bendito seja quem nos expulsa como párias ou fanáticos . Bendito seja quem nos ataca, por ignorância e covardia . Bendito seja quem nos experimentam no correr do tempo . Bendito seja quem quer nos esquecer, impaciente . Bendito seja quem nos faz chorar nos caminhos . Bendito seja quem não nos agradam no momento . Bendito seja quem exige de nós a perfeição . Bendito seja quem nos maltrata o coração . Porque verdadeiramente são estes os nossos vigilantes e os que nos ajudam a crescer com maior segurança. Abençoadas as ações que nos ajudam na auto-educação e mantêm abertas as portas para o Amor Univ...

A túnica Inconsútil, um poema de fé

A tarde é morna e silente. Na casa de Nazaré, Reina uma paz envolvente. Jesus ajuda José. E, após as lides da casa E servir a refeição, Maria, em seu aposento, Recolhe-se em oração, Enleva seu pensamento, Medita em seu coração. Imperceptivelmente ela passa Da prece a um novo mister Que ela faz, com o mesmo brilho, Com sua graça de mulher: Tecer com muita ternura, Uma túnica para seu Filho, Uma túnica sem costura. Enquanto suas mãos tão puras Vão tecendo aquela veste, Seu pensamento procura Que o seu Deus se manifeste. Seu Filho o Reino inaugura, Inaugurando sua veste. Vai às vilas, povoados, Levando o amor e a cura. Vai ao mar, vai à montanha, Vai ao norte, vai à leste, A todos, ele procura. E, no alto do Calvário, Para ser cravado à cruz, Aquela túnica inconsútil, Arrancaram a seu Jesus! Repartiram suas vestes. Sua Mãe, Ele nos deu. Mas a túnica que tecera, Esta não se rompeu. Não a puderam dividir, Outra sina mereceu: Lançaram sorte sobre ela. Quem iria possuir? Essa túnica singul...

Francis e o amor que serei, serás, seremos.

de: Francis Vilela - o pianista Olá pessoal. Um presente a todos. De Pablo Neruda . Tradução de Carlos Nejar . Não tenho nunca mais , não tenho sempre. Na areia a vitória deixou seus pés perdidos . Sou um pobre homem disposto a amar seus semelhantes. Não sei quem és. Te amo. Não dou, não vendo espinhos . Alguém saberá talvez que não teci coroas sangrentas, que combati o engano , e que em verdade enchi a preamar de minha alma. Eu paguei a vileza com pombas . Eu não tenho jamais porque distinto fui, sou, serei. E em nome de meu mutante amor proclamo a pureza . A morte é só pedra do esquecimento. Te amo, beijo em tua boca a alegria. Tragamos lenha. Faremos fogo na montanha . e por amor serei, serás, seremos.

"Talvez" de Francis para todos nós.

de: Francis Vilela - o pianista Olá pessoal. Um presente a todos. De Pablo Neruda . Tradução de Carlos Nejar . Talvez não ser é ser sem que tu sejas, sem que vás cortando ao meio-dia como uma flor azul, sem que caminhes mais tarde pela névoa e os ladrilhos, sem essa luz que levas na mão que talvez outros não verão dourada, que talvez ninguém soube que crescia como a origem ruba da rosa, sem que sejas, enfim, sem que viesses brusca, incitante, conhecer minha vida, aragem de roseira, trigo do vento, e desde então sou porque tu és, e desde então és, sou e somos e por amor serei, serás, seremos.

A prece da poeta e professora Maria Antonietta

Prece Senhor, Eu queria ser trigo! Ajuda-me a ser trigo! Que é puro, Que alimenta, Que dá a vida, Que traz felicidade! Senhor, eu não queria Ser complicada e tortuosa! Ajuda-me a ser simples e reta, "Como uma flauta de bambu, Que tu possas encher de música!" Senhor, eu queria desunir! Ajuda-me a ser ponte, Que cubra os abismos E nunca os aprofunde! Liberta-me, Senhor, do egoísmo, Do ostracismo, E o teu Santo Espírito Em mim infunde. Não me deixes, Senhor, andar ao léu, Mas dá-me abrigo, Em tua sombra, em teu batel! Não permitas, Senhor, que eu me afaste E não vá contigo! Em minha procura, Faze que eu encontre, Na noite escura, A luz que desponta, No horizonte! Que eu não me prenda A uma ilusão, Que não dá paz Ao coração! Que eu não me afaste Do teu rebanho E, que só me baste O que eu ganho! Que eu perceba A hora em que passas E, então, eu receba A tua graça! Que eu não recuse O meu amor A Ti que és O meu Senhor! Trecho da obra: Encontros e desencontros de Maria...

Hino do Município de Carmo da Cachoeira

Letra do Hino a Carmo da Cachoeira Letra e música: Maria Antonietta de Rezende Arranjo do maestro: Edgar Xavier Interpretação da mezzo-soprano: Maísa Nascimento Instrumental: Teresa Maciel. Subindo a colina faceira, aos suaves clarões do arrebol, vai Carmo da Cachoeira vai inundar-te de sol! Sob o manto da mãe protetora, que lá do céu por ti vela, à sombra do escapulário, refulgirás sempre bela. És cidade tão hospitaleira, "sorriso de Minas Gerais"! Quem te vê, à vez primeira, não te esquece jamais. Teus filhos, em terras distantes, em busca de um meio de vida, suspiram por ti a todo instante, ó minha terra querida! Seu balde e tua peneira sustentam teu povo de pé. Olhando a nossa bandeira, nós caminhamos com fé. Áudio do Hino da Cidade de Carmo da Cachoeira Download de arquivo mp3 Partitura do Hino do Município de Carmo da Cachoeira Vídeo do Hino da Carmo da Cachoeira

Partitura do Hino do Sesquicentenário.

Música de Jovâne, Tiãozinho e teclado de Jobinho - Partitura de Rôsival Alves -

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