Ao buscar dona Mariana Felisbina, o Projeto Partilha a encontrou no PORTO DOS MENDES DE NEPOMUCENO. Ela foi casada em primeiras núpcias com José Caetano de Carvalho e em segunda com Antonio Pereira de Gouveia(I), filho de José Pereira da Silva e de Ana Teres de Jesus. Ana, filha de Manoel Alves Pedrosa, casada com Antonio Dias de Gouveia, da Fazenda Ponte Falsa, do Carmo da Cachoeira da Boa Vista, de Lavras do Funil. Tarcísio José Martins, p.768 de Quilombo do Campo Grande, 2008, diz:Ao buscar dona Mariana Felisbina, o Projeto Partilha a encontrou no PORTO DOS MENDES DE NEPOMUCENO. Ela foi casada em primeiras núpcias com José Caetano de Carvalho e em segunda com Antonio Pereira de Gouveia(I), filho de José Pereira da Silva e de Ana Teres de Jesus. Ana, filha de Manoel Alves Pedrosa, casada com Antonio Dias de Gouveia, da Fazenda Ponte Falsa, do Carmo da Cachoeira da Boa Vista, de Lavras do Funil. Tarcísio José Martins, p.768 de Quilombo do Campo Grande, 2008, diz: "O Texto...
Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...