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Mostrando postagens de janeiro, 2013

Dona Mariana Felisbina em Nepomuceno.

Ao buscar dona Mariana Felisbina, o Projeto Partilha a encontrou no PORTO DOS MENDES DE NEPOMUCENO. Ela foi casada em primeiras núpcias com José Caetano de Carvalho e em segunda com Antonio Pereira de Gouveia(I), filho de José Pereira da Silva e de Ana Teres de Jesus. Ana, filha de Manoel Alves Pedrosa, casada com Antonio Dias de Gouveia, da Fazenda Ponte Falsa, do Carmo da Cachoeira da Boa Vista, de Lavras do Funil. Tarcísio José Martins, p.768 de Quilombo do Campo Grande, 2008, diz:Ao buscar dona Mariana Felisbina, o Projeto Partilha a encontrou no PORTO DOS MENDES DE NEPOMUCENO. Ela foi casada em primeiras núpcias com José Caetano de Carvalho e em segunda com Antonio Pereira de Gouveia(I), filho de José Pereira da Silva e de Ana Teres de Jesus. Ana, filha de Manoel Alves Pedrosa, casada com Antonio Dias de Gouveia, da Fazenda Ponte Falsa, do Carmo da Cachoeira da Boa Vista, de Lavras do Funil. Tarcísio José Martins, p.768 de Quilombo do Campo Grande, 2008, diz: "O Texto...

O CCP de Carmo da Cachoeira e o pároco Padre André Luiz da Cruz.

A Paróquia Nossa Senhora do Carmo se achava sem Pastor, praticamente acéfala          |A Senhora do Carmo, mãe que não descuida, toma o recém-ordenado André Luís da Cruz e o conduz para pastorear o seu rebanho, o rebanho carmelitano e ele Padre André Luís, com suas características marcantes, entre elas, a obediência, a humildade e a firmeza olha devagar para cada coisa, vendo o que a multidão não via. Assume, Caminha, detendo-se nos pequenos detalhes, levantando memórias, sentindo as necessidades dos paroquianos e com extrema sensibilidade, fé e delicadeza chega ao coração e à mente de cada um de nós, despertando-nos para o agora, acordando em nós o desejo de viver de forma diferente – nunca é tarde para isso, ou seja, para busca de Deus para nossas vidas.             Padre André Luís diz ao seu rebanho: A vontade específica de Deus é a de que a Palavra seja usada como instrução e EVANGELIZAR,...

Pe. Daniel Menezes Fernandes e Carmo da Cachoeira.

"... e por amor a Cristo, o Bom Pastor, vou pastorear outras ovelhas em outras paragens, cheias de “montanhas azuis”." Com esta frase o Padre Daniel se apresenta para o povo da cidade de Carmo da Cachoeira com uma feliz citação... Ah, Pe. Godinho, quem diria que o senhor seria lembrado depois de tanto tempo, de forma tão carinhosa e em um momento tão importante! Padre Godinho, filho amado de Carmo da Cachoeira, era um homem que sempre olhou pelo povo de sua cidade e ficamos felizes em saber que nosso futuro pároco leu sua obra: "Todas as Montanhas são Azuis". Carmo da Cachoeira tem sua bela paisagem formada por colinas numa altitude de 1.000 metros e clima de montanha, um local onde a natureza se ofertou para receber homens arrojados, desbravadores, e corajosos que muito tenham a dar ao crescimento de sua gente. Foi aqui que Padre Godinho celebrou sua primeira missa e, não se conformava que "a velha igreja barroca erguida pelos escravos fo...

Tentando entender um pouco o período colonial.

Tentando entender um pouco mais o período colonial. O trabalho encontra-se disponibilizado em "Tentando entender um pouco mais o período colonial". O trabalho encontra-se disponibilizado em www.rj.anpuh.org/Anais/2006 . Roberto Guedes Ferreira , professor da Universidade Federal Rural do Rio de Janeiro desenvolveu seu trabalho de Doutorado e apresentou-o com o título: "Pardos: trabalho, família, aliança e mobilidade social. Porto Feliz, São Paulo, c.1798 - c.1850".Ano 2005. O capítulo V,"Cinco gerações dos Rocha: de escravos a senhores. Poro Feliz. São Paulo, 1798-1893, do referido trabalho, foi utilizado como referência para um tema discutido no XII Encontro Regional de História - ANPUH, no ano de 2006. Analisando a trajetória secular das 5 gerações, que se processa a partir dos finais do século XVIII, o autor evidencia um movimento de ascensão social, para o qual contribuíram alianças com elites e coesão familiar. Coesão familiar foi um dos fatores q...

Pelo testemunho de São Sebastião celebremos!!!

São Sebastião - 20 de Janeiro "Que vossa intercessão alcance-me a graça de obedecer mais a Deus do que aos homens, tornando-me um soldado de Cristo. Amém."  (Oração retirada da página oficial da Jornada Mundial da Juventude ( rio2013.com/pt ), sendo São Sebastião, patrono do Evento, junto com Nossa Senhora da Conceição Aparecida, Santo Antônio de Santana Galvão, Santa Teresa de Liseux e Beato João Paulo II) Celebrar novenas, orar e pedir a intercessão de um santo é sempre gratificante, uma vez que a fé deve estar presente na vida do nosso povo tão "contemporâneo", que tem perdido um pouco de sua identidade, por conta de tão grande racionalismo. Sendo um dos Mártires mais conhecidos em nosso tempo e espaço, São Sebastião é celebrado de forma tão solene e, para que isso ocorra de forma ainda mais brilhante, vamos fazer uma viagem em sua trajetória um tanto quanto curta, porém tão árdua. Sebastião nasceu na França, no ano de 256 d.C., mas se m...

Mais Lidas nos Últimos Dias

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...

O jovem João de Tomás de Aquino Villela

Família Vilela deixa seus passos marcados O Dr. Jorge Fernando membro da tradicional Família Vilela de Carmo da Cachoeira é bisneto do ilustre educador e diretor do Colégio de Santo Tomás de Aquino no povoado. O referido colégio foi citado por Bernardo da Veiga, no Almanak Sul-Mineiro , 1884, pg. 190, época em que era Vigário da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira, Mons. Antônio Joaquim da Fonseca. O texto cita o colégio e o quadro dos profissionais que o compõem. No século XIX , João de Aquino Villela, educador em uma Instituição de Ensino - Colégio de Santo Tomás de Aquino No século XX , seu bisneto, o heraldista Dr. Jorge Fernando Vilela cria um de nossos símbolos, o Brasão do Município de Carmo da Cachoeira, MG Aproveitando a oportunidade oferecida pela aproximação de pessoas da mesma família interferindo na dinâmica de ação e interação com a sociedade e o meio ambiente, vamos partilhar com os visitantes desta página, através de imagens, como era o centro da Freguesia n...

Biografia de Maria Antonietta de Rezende

Tendo como berço Carmo da Cachoeira, Maria Antonietta Rezende , nasceu a 9 de outubro de 1934 no seio de uma das mais tradicionais famílias do município – a Família Rezende . A professora Maria Antonietta deixou seu legado, o “modelo de compromisso e envolvimento com a terra em que nasceu” . Trabalhou consciências, procurando desenvolvê-las, elevá-las. Fazia isto com seus alunos, com os componentes dos grupos musicais que coordenava, com as crianças ligadas à Igreja, enfim, com toda população. Foi um exemplo vivo de “compromisso com a tradição” e um elo da longa corrente que chegou até nós neste ano comemorativo. Fez sua parte. Nós fazemos a nossa – manter a tradição. No dia-a-dia deixou o exemplo de vida e através de publicações, sua visão de mundo. Editou “Evocações daqui e de além” , “Encontro e desencontros” e “Coletânea de hinos litúrgicos” . Dedicou sua vida ao estudo, à educação e à sua Igreja, como catequista, cantora e liturgista. Patrick A. Carvalho, ao prefaciar sua obra “...