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Mostrando postagens de janeiro, 2010

Sagrada Família em Carmo da Cachoeira.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Foto:  Evando Pazzini - 2009 Próxima imagem: Imagem anterior: Coral da Comunidade São Pedro de Rates.

Pe. André, Leonor Rizzi e as crianças;

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Foto:  Evando Pazzini  - 2009 Próxima imagem: Imagem anterior: Coral da Comunidade São Pedro de Rates.

Quando a comunidade se une.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Foto:  Evando Pazzini  - 2009 Próxima imagem: Imagem anterior: Coral da Comunidade São Pedro de Rates.

Coral da Comunidade São Pedro de Rates.

O evento ocorreu no encerramento geral da Novena de Natal. A Igreja é a Matriz de Carmo da Cachoeira. Crianças e adultos monitores vestem camiseta comum com tema "Coral Infanto Juvenil". Comunidade Paroquial São Pedro de Rates. Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. Foto:  Evand o Pazzini  - 2009 Próxima imagem: Imagem anterior: A transcrição do imóvel do pasto de Izalina.

Duque de Caxias e Carmo da Cachoeira

Encontram-se arquivados na sede do Museu da Justiça do Estado do Rio de Janeiro , interessantes documentos históricos, que nos falam muito de perto. São livros judiciários e processos: justificação; testamentos; inventários; ações de liberdade; autos de arrecadação; partilhas amigável; notificações referentes as Comarcas da própria capital; de Valença; Parati; Petrópolis; Cabo Frio; Niterói; Cantagalo. Encontramos neste arquivo, por exemplo, o inventário do Marques de Baependi , no ano de 1847. Lá está também, o inventário de Duque de Caxias - Luis Alves de Lima e Silva, inventariado em 1881. Porque lembrar de Duque de Caxias em Carmo da Cachoeira? Quem ouviu a poesia O Tropeiro de Carmo da Cachoeira , certamente foi levado a perceber a presença do Duque pelos mesmos caminhos trilhados por André, o tropeiro. Outro dado que não nos permite esquecer o personagem são os relatos vindos de antigos moradores. A referência leva-nos sempre a uma casa centenária, e presente na Praça do C...

Na busca de informações sobre o Pe. Zequinha.

de: Elina Neri 4š - 4þ Meu nome é Elina Neri e sou neta da irmã do padre Zequinha , Albertina Neri de Souza , portanto o padre era meu tio-avô. Não o conheci, estou fazendo pesquisas sobre ele já faz algum tempo. Sou escritora infantil e agora comecei escrever um livro para adultos onde constará fatos da vida do padre. Pretendo ir à Carmo da Cachoeira para obter mais informações, mas antes gostaria de saber onde ele morou antes de ir para esta cidade. Podem entrar em contato comigo através do e-mail: eliana.neri@uol.com.br Para saber mais sobre mim é só visitar minha página .

Singela imagem de criança no altar.

O Coral Infanto Juvenil fez várias apresentações durante liturgias natalinas. Esta imagem corresponde a do dia 20 de dezembro na Igreja Matriz, portanto de Nossa Senhora do Carmo, Carmo da Cachoeira Minas Gerais. O encerramento da Novena de Natal na referida cidade deu-se em dois momentos. O primeiro, que encerrava a novena em nível de todo paroquiato. Outra em nível regional. Este ocorreu no dia 24 de dezembro, às 16:30hs., junto a Presépio comunitário montado nas Terras de São Pedro de Rates. O uniforme do grupo mantêm o símbolo do Coral grafado nas costas e é o que se apresenta ao fundo da imagem do dia de hoje. Foto:  Evando Pazzini  - 2009 Próxima imagem: Imagem anterior: A transcrição do imóvel do pasto de Izalina.

Mais Lidas nos Últimos Dias

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...

O jovem João de Tomás de Aquino Villela

Família Vilela deixa seus passos marcados O Dr. Jorge Fernando membro da tradicional Família Vilela de Carmo da Cachoeira é bisneto do ilustre educador e diretor do Colégio de Santo Tomás de Aquino no povoado. O referido colégio foi citado por Bernardo da Veiga, no Almanak Sul-Mineiro , 1884, pg. 190, época em que era Vigário da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira, Mons. Antônio Joaquim da Fonseca. O texto cita o colégio e o quadro dos profissionais que o compõem. No século XIX , João de Aquino Villela, educador em uma Instituição de Ensino - Colégio de Santo Tomás de Aquino No século XX , seu bisneto, o heraldista Dr. Jorge Fernando Vilela cria um de nossos símbolos, o Brasão do Município de Carmo da Cachoeira, MG Aproveitando a oportunidade oferecida pela aproximação de pessoas da mesma família interferindo na dinâmica de ação e interação com a sociedade e o meio ambiente, vamos partilhar com os visitantes desta página, através de imagens, como era o centro da Freguesia n...

Biografia de Maria Antonietta de Rezende

Tendo como berço Carmo da Cachoeira, Maria Antonietta Rezende , nasceu a 9 de outubro de 1934 no seio de uma das mais tradicionais famílias do município – a Família Rezende . A professora Maria Antonietta deixou seu legado, o “modelo de compromisso e envolvimento com a terra em que nasceu” . Trabalhou consciências, procurando desenvolvê-las, elevá-las. Fazia isto com seus alunos, com os componentes dos grupos musicais que coordenava, com as crianças ligadas à Igreja, enfim, com toda população. Foi um exemplo vivo de “compromisso com a tradição” e um elo da longa corrente que chegou até nós neste ano comemorativo. Fez sua parte. Nós fazemos a nossa – manter a tradição. No dia-a-dia deixou o exemplo de vida e através de publicações, sua visão de mundo. Editou “Evocações daqui e de além” , “Encontro e desencontros” e “Coletânea de hinos litúrgicos” . Dedicou sua vida ao estudo, à educação e à sua Igreja, como catequista, cantora e liturgista. Patrick A. Carvalho, ao prefaciar sua obra “...