Alguns comentários sobre o lançamento do livro do prof. Wanderley Muitas perguntas presentes na lúcida e questionadora mente do prof. Wanderley F. Resende continuam, ainda hoje, a impulsionar a busca sobre nossas origens. Ele falou em sua obra sobre o tempo, as coisas e as pessoas de sua terra natal e nossa mui simpática Carmo da Cachoeira, na fala do prof. Wilson de Magalhães Terra. Nesse século XXI vamos agregando dados com a mesma finalidade idealizada pelo prof. Wanderley, ou seja, atingir o objetivo patriótico de perpetuar os acontecimentos e os feitos valorosos dos antepassados que se tornaram os verdadeiros benfeitores de sua cidade natal, segundo o prof. José Filgueiras Sobrinho. A cachoeirense e autora da letra do hino de Carmo da Cachoeira, profª. Maria Antonietta de Rezende regozijou-se com o legado deixado para as atuais e futuras gerações. Na ocasião escreveu ao prof. Wanderley: (...) felicito-o pela publicação de seu admirável trabalho "Carmo da Cachoeira - Origem e...
Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...