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Mostrando postagens com o rótulo História: Três Pontas

Carmo da Cachoeira entre 1789 e 1800

Sesmarias, capelas e escravidão no sul de Minas às vésperas do século XIX Publicado em 1º de fevereiro de 2009, sob o título “ Tabela Cronológica 8 – da Inconfidência Mineira até 1800” , este quadro elaborado pela professora Leonor Rizzi acompanha, ano a ano, um período em que o sul de Minas deixa de ser apenas “fundo de mapa” do ciclo do ouro para se afirmar como espaço de povoamento estável, de formação de capelas, fazendas e caminhos. Enquanto a Coroa reage às rebeliões – da Inconfidência Mineira à Conjuração Baiana – a região que mais tarde abrigaria Carmo da Cachoeira se desenha em detalhes miúdos: provisões de ermitas, cartas de sesmaria, casamentos, batizados e inventários que revelam nomes de famílias, devoções, disputas por terras e redes de parentesco espalhadas por Lavras do Funil , Três Pontas , Aiuruoca , Campanha , São Bento do Campo Belo , entre outros núcleos. A tabela recompõe esse processo a partir de fontes fragmentadas, cruzando registros eclesiásticos, docume...

Ovídio Reis da Fazenda Pedra Branca e seus descendentes.

Ovídio Reis, fazendeiro, Fazenda Pedra Branca, Município de Três Pontas - Minas Gerais, nascido na cidade de Três Pontas - Minas Gerais, aos 29 de maio de 1888, casado com sua prima Jovina Reis (Belica), nascida na cidade de Carmo da Cachoeira, Minas Gerais aos 12 de setembro de 1898, filha de Antonio Marciano Reis e Genoveva Cândida Garcia Reis, são os pais do autor desta obra, JOSÉ OVÍDIO REIS. José Ovídio Reis, fazendeiro, Fazenda Pedra Branca, Município de Três Pontas, Minas Gerais, nascido na Fazenda Pedra Branca, aos 26 de dezembro de 1917 e registrado em 01 de janeiro de 1918, foi casado com a professora Nelly Gomes Reis, nascida em Varginha, Minas Gerais em 30 de junho de 1923 e falecida em 07 de julho de 1990, filha de José Gomes Nogueira e Romilda Sales Gomes. Ovídio Reis, pai de José Ovídio, o autor, descende de Gabriel dos Reis Silva, casado com dona Bazilissa Cândida Branquinho. O casamento foi realizado em São Thomé das Letras no ano de 1813. Dona Basilissa é bisn...

São Gonçalo, o outro nome de Três Pontas.

S ão Gonçalo é um nome atribuído a Três Pontas , fruto de equívoco, na interpretação do texto de uma escritura de compra e venda, passada pelo Capitão Bento Ferreira de Brito , pouco antes de seu falecimento, a João Pereira (Joam) que está anexada ao inventário do Capitão Bento. A escritura foi impugnada pelo Juiz de São João Del Rei , por ocasião do inventário, que está arquivado no Museu Regional daquela cidade, , Caixa de n. 15. Artigo de Paulo Costa Campos Próxima matéria: O português Manuel de Costa Diniz em Minas. Matéria Anterior: Sô Chico de Três Pontas, Sul de Minas Gerais.

Câmara Municipal de Três Pontas - 1842

A emancipação política de Três Pontas ocorreu a primeiro de abril de 1841 , pela Lei n.202 , que a elevou à freguesia e vila. Eleitos os vereadores, foram empossados, em 10 de fevereiro de 1842 . Com grande pompa, veio à vila o Presidente da Câmara Municipal das Lavras do Funil , José Esteves de Andrade Botelho , a fim de formalizar a emancipação, pois a freguesia àquela vila. Tomaram posse os seguintes vereadores: Sargento-Mor João Baptista Ferreira de Brito , Tenente-Coronel Francisco de Paula Pereira , Domingos Teixeira de Carvalho , Antônio Pinto Ribeiro , Antônio Luiz de Azevedo e o Sargento-Mor Antônio Gonçalves de Mesquita , escolhido para exercer a Presidência da Câmara. Domingos de Abreu Salgado , também eleito vereador, não tomou posse naquela data, sendo empossado posteriormente. ¹ Artigo de Paulo Costa Campos Próxima matéria: O botiqueiro Major Azarias Ferreira de Mesquita. Matéria Anterior: O operoso português José Gonçalves da Costa. 1. O Tres-Pontano, ed. 18-JUL-189...

A Capela de Nossa Senhora da Ajuda.

E xterminados os quilombos existentes nas paragens das Três Pontas , intensificou-se o povoamento desta vasta região de terras férteis. A grande maioria dos povoadores era de portugueses, devotos de Nossa Senhora da Ajuda , que se ressentiam da falta de assistência religiosa. A capela mais próxima era a de Carrancas . Os moradores do povoado nascente decidiram fazer uma petição ao Bispo da Diocese de Mariana para erigirem uma capela. A provisão foi dada em 5 de outubro de 1768 , " a favor dos Povoadores do Certão (Sertão) , entre as pontes do Rio Sapucahy (Sapucaí) da freguesia de Nossa Senhora da Conceiçam das Carrancas para erigirem huma Capella com a Invocação de Nossa Senhora da Ajuda na Fazenda do Taquaral " ¹. A construção da capela foi rápida, mas tornou-se insuficiente para a população, que continuava a crescer, tanto que, em 11 de abril de 1770 , nova Provisão foi concedida, a fim de que fosse erigida uma Ermida dentro da nova Capela (sic) já existente, com a per...

A agricultura na região de Três Pontas.

A agricultura, desde o final do século XVIII, foi a principal atividade nesta região de Três Pontas , Minas Gerais. Plantavam-se cereais, algodão, cana de açúcar e fumo. A partir de 1860 , mais de vinte castas de uvas foram cultivadas no município, principalmente para o fabrico de vinho. Esta cultura teve sua maior expressão na fazenda do Parreiral , cujos sócios Cel. Antônio José Rabello Campos e seu tio Luiz da Silva Campos mantiveram, por vários anos, uma fábrica de vinhos e licores, segundo dados coligidos por Bernardo Saturnino da Veiga ¹ . Artigo de Paulo Costa Campos Próxima matéria: A Capela de Nossa Senhora da Ajuda. Matéria Anterior: O Ribeirão das Araras em Três Pontas, Minas. 1. Almanack Sul Mineiro - 1874

Cônego José Maria Rabello e Campos.

C ônego José Maria era de compleição frágil, de baixa estatura, olhos claros. Nascido na cidade de Três Pontas, no Bairro das Dores, era filho de Antônio José Rabello Campos e de Joana Silvéria da Cruz. Foi ordenado sacerdote em Mariana, no dia 22 de maio de 1873, pelo Bispo Dom Antônio Ferreira Viçoso . Exerceu seu ministério nas cidades mineiras de Bom Sucesso, Guaxupé, na Igreja da Boa Viagem, em Belo Horizonte. V eio para Três Pontas , como coadjutor do Padre Victor , assumindo a paróquia, após a morte deste, em 1905. Foi presidente da Câmara Municipal de 1903 a 1906. Construiu, com recursos próprios e de sua mãe, a igreja de Nossa Senhora das Dores, que depois teve o nome mudado para igreja de Nossa Senhora Aparecida. Deixou bens para serem aplicados na construção de um " Liceu de Artes e Ofícios ". A donatária foi Nossa Senhora Aparecida, da Capela de Nossa Senhora das Dores ¹ . O local abriga atualmente a FEPESMIG - Fundação de Ensino e Pesquisa do Sul de Minas . Leg...

O prefeito Francisco Ximenes de Oliveira.

F rancisco Ximenes de Oliveira , homem alto, tez e olhos claros e calva acentuada. Filho de Francisco Guilherme Júnior e de Ana Evangelista Ximenes , era casado com a trespontana Albertina Reis Ximenes . Integrou por vários anos o Coro da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Ajuda, era ótimo cantor. Na comissão encarregada de construir um campo de futebol, participou ativamente e foi um dos fundadores do Trespontano Atlético Clube - TAC. Foi comerciante de café em grão, por muitos anos, ramo de atividade que conhece profundamente. E xerceu interinamente o cargo de prefeito , no período de 10 de junho de 1938 a 31 de agosto de 1938. Em primeiro de janeiro de 1941, foi nomeado prefeito de Três Pontas, Minas Gerais. Em 30 de novembro de 1941, o semanário " Três Pontas Jornal " publicou uma nota, informando que o prefeito Ximenes havia determinado que se iniciasse o serviço de nivelamento, construção de rede de esgotos e três canteiros na Praça Cônego Victor , a fim de terminar o c...

Joaquim da Silva Tavares e as sesmarias.

O Juiz Executor das Medições e Demarcações na vila de São José Del Rei , da Comarca do Rio das Mortes, Dr. Joaquim da Silva Tavares . Era casado com Perpétua de Moura . De acordo com uma cópia de pública forma, datada de 20 de julho de 1895, foi ele o Juiz Executor das medições e demarcações das sesmarias de José Ferreira de Brito , Bento Ferreira de Brito , Tomás Gonçalves de Araújo e Arraial e Capela de Nossa Senhora da Ajuda das Três Pontas. Foi inventariado em São João Del Rei ¹ , em 10 de novembro de 1808. Artigo de Paulo Costa Campos Próxima matéria: O prefeito Francisco Ximenes de Oliveira. Matéria Anterior: A fazenda Tijuco Preto de Três Pontas, MG. 1. Caixa 553.

A fazenda Tijuco Preto de Três Pontas, MG.

T ijuco Preto é uma fazenda situada à margem esquerda do Ribeirão das Araras , a Oeste de Três Pontas. Seu antigo proprietário era João Dias de Carvalho ¹ , por alcunha João Mulato. Hoje a propriedade pertence aos herdeiros. Artigo de Paulo Costa Campos Próxima matéria: Joaquim da Silva Tavares e as sesmarias. Matéria Anterior: O republicano Barão da Boa Esperança. 1. Algumas citações do link postado para João Dias de Carvalho poderá não corresponder a pessoa que foi irmão de dona Andressa. A informação postada pelo historiador e genealogista Paulo Costa Campos tem o intuito e caráter de se mostrar a pontinha de um dos fios de um imenso novelo que ainda não foi desenrolado. É dentro esta visão que o nome deverá ser olhado. O Projeto Partilha não traçou a linha histórica para situar o João Dias de Carvalho , proprietário da fazenda Tijuco Preto , na genealogia e história da matriarca Andressa Dias de Carvalho. Por ora deverá ser visto como um homônimo do irmão desta matriarca.

O republicano Barão da Boa Esperança.

A ntônio Ferreira de Brito , o Barão da Boa Esperança, era uma pessoa de média estatura, magro, usava barba curta e bem aparada e era levemente calvo. Nasceu na Fazenda do Bom Jardim , situada a oeste da cidade, do lado esquerdo da rodovia que liga o povoado de Martinho Campo. Filho do alferes Francisco Ferreira de Brito e Felicidade Jesuína Adelindes de São José. Casado em primeiras núpcias com Purcina Xavier Mesquita e, em segundas núpcias, com Ambrosina Antônia da Silveira . Após a morte de Antônio José Rabello e Campos , assumiu o comando político do município, em 1879. De acordo com o historiador e genealogista Amélio Garcia de Miranda , era o Barão um político influente no final da Monarquia e, tendo aderido aos ideais republicanos, seu prestígio político continuou até a sua morte, em 17 de agosto de 1903. ¹ JUL-1831 - AGO-1903 Artigo de Paulo Costa Campos Próxima matéria: A fazenda Tijuco Preto de Três Pontas, MG. Matéria Anterior: O semeiro Thomé Gonçalves Araújo. 1. Genealo...

O semeiro Thomé Gonçalves Araújo.

Thomé Gonçalves Araújo, morador na freguesia das Lavras do Funil . Requereu uma sesmaria na Aplicação de Nossa Senhora da Ajuda das Três Pontas, na Paragem da Lagoa Verde. Atualmente a localidade é chamada simplesmente de fazenda da Lagoa ¹ . Ele é o citado em uma pública-forma, datada de 20 de julho de 1895, na qual constam as medições e demarcações das terras de Bento Ferreira de Brito , do furriel José Ferreira de Brito , logradouros do Arraial e da Aplicação da Capela de Nossa Senhora da Ajuda das Três Pontas . Artigo de Paulo Costa Campos Próxima matéria: O republicano Barão da Boa Esperança. Matéria Anterior: O empreendedor mineiro Caio de Brito. 1. SC. 256 p.2666, a3-JUL-1794 APM.

O empreendedor mineiro Caio de Brito

C aio de Brito, filho de Azarias de Brito Sobrinho e Maria Adelindes de Brito . Foi casado com Maria Antonieta de Luca Araújo Brito. Nasceu na cidade de São Joaquim da Serra Negra (hoje Alterosa ) . Era um homem de média estatura, elegante, bem trajado, cortês e atencioso, não só com ricos, mas também com pobres. Foi dirigente da Usina Boa Vista, desde os 17 anos, em 1915, até 28 de agosto de 1950, quando se desligou da Empresa. Construiu uma usina de açúcar, em sua propriedade, denominada São Sebastião, situada em Santana da Vargem , Minas Gerais. Em virtude de os proprietários rurais não terem plantado cana para abastecer a Usina São Sebastião, como haviam acordado, o empreendimento fracassou, por falta de matéria prima. P articipou da fundação de um colégio em Santana da Vargem, Minas Gerais e da construção do aeroporto de Três Pontas. Político atuante, ocupou a Presidência do antigo Partido Republicano local. Eleito vereador em 1936, na primeira eleição após a revolução de 1930,...

José Ferreira de Brito, fatos e boatos.

O furriel José Ferreira de Brito era natural de Ribeira, Freguesia de São José de Brito, termo da Vila de Guimarães , Arcebispado de Braga, Portugal. Filho de Francisco Vieira da Silva e de Catarina Luiz Ferreira (alguns registram Luiza) , era irmão de Bento Ferreira de Brito e também sócio, em terras que confrontavam com a Capela e Arraial de Nossa Senhora da Ajuda , em 1794. N a medição e demarcação das terras , constantes de uma cópia de pública-forma, datada de 1895, aparece como cessionário de seu irmão, contudo, por uma leitura equivocada, alguns pesquisadores registraram o termo como " consignário " (sic) . Não consta do Catálogo de Sesmarias, editado pelo Arquivo Público Mineiro (ed.1988) , qualquer sesmaria em seu nome, na região de Três Pontas . Consta do referido catálogo uma sesmaria, em nome de José Ferreira de Brito, requerida na paragem do Maranhão , freguesia de Aiuruoca ¹ . Não conseguimos descobrir se é o mesmo indivíduo ou se é um homônimo. Acredita-se qu...

Bento Ferreira de Brito em Três Pontas-MG.

B ento Ferreira de Brito era natural da Ribeira, freguesia de São João de Brito, termo da Vila de Guimarães , Arcebispado de Braga. Era filho de Francisco Vieira da Silva e Catarina Luiz ou Catarina Luiza Ferreira . Casou-se em Carrancas, em 6 de agosto de 1766, com Inácia Gonçalves Araújo, natural de São João Del Rei, Minas Gerais. Possuía terras que confrontavam com a sesmaria de Francisco Domingos Regulado, na região da Serra da Boa Esperança. Vendeu-as a Luiz Francisco dos passos que as recebeu a título de sesmaria, em 7 de setembro de 1776 ¹ . Posteriormente transferiu sua residência para a região do arraial de Três Pontas, às margens do Córrego da Urtiga. C om o crescimento populacional da região , novas Companhias de Ordenanças foram criadas. Bento Ferreira de Brito foi nomeado Capitão, para comandar uma delas, em 17 de dezembro de 1785, porém esta não foi instalada ² . Se não foi instalada, pode-se supor-se que Bento Ferreira de Brito não residia no Arraial ou não se interesso...

O escrivão João Martins Borralho.

João Martins Borralho foi o primeiro escrivão da guardamoria do Arraial de Nossa Senhora da Ajuda das Três Pontas, provisionado guarda-mor em 11 de abril de 1786 ¹ . Esta guardamoria foi desmembrada da guardamoria das Lavras do Funil em 13 de julho de 1785. Artigo de Paulo Costa Campos Próxima matéria: Bento Ferreira de Brito em Três Pontas-MG. Matéria Anterior: Breve história de Pontalete, Minas Gerais. 1. História de Três Pontas, p.121 Ed. JC, 1980.

Breve história de Pontalete, Minas Gerais.

P ontalete, é um distrito de Três Pontas, situado às margens da Represa de Furnas, na confluência dos Rios Sapucaí e Verde, a leste da cidade. O povoado recebeu este nome por motivo da conformação dos braços daqueles rios, em forma de pequeno pontal ou pontaleta. Integrava o território do distrito de Nossa Senhora do Rosário de Martinho Campos (antes Quilombo) , criado em 6 de setembro de 1882. Em 16 de setembro de 1918, a sede do distrito foi transferida para Pontalete, mas conservou o antigo nome. A partir de 7 de setembro de 1923 , pela lei n.843, o distrito passou a se chamar Pontalete, perdendo o nome anterior. A mudança ocorreu em virtude do grande desenvolvimento do povoado, motivado pela construção de uma estação ferroviária da Estrada de Ferro Muzambinho, que ligava Três Corações, Minas Gerais a Tuiuti, hoje Juréia, Minas Gerais. Um ancoradouro foi instalado nas margens do Rio Sapucaí, servindo aos fazendeiros e comerciantes próximos ao povoado, mas também às vizinhas cid...

O Sargento-Mor Antônio Gonçalves de Mesquita.

A ntônio Gonçalves de Mesquita era natural da cidade de São João Del Rei, nascido em data ignorada, filho adotivo do alferes Francisco José de Mesquita e Hipólita Carolina de Abreu, residentes em Lavras, Minas Gerais e depois em Três Pontas. Casou-se com a trespontana Silvéria Maria Ferreira ¹ . Possuía a patente de Sargento-Mor. Por ocasião da elevação de Três Pontas à vila, em 1 de abril de 1841, foi eleito Presidente da Câmara e, como não havia Juiz Municipal, rubricou os livros dos Cartórios de Notas. Músico competente, fundou e dirigiu uma banda musical. Seus descendentes ocuparam cargos de destaque na comunidade e, até hoje, mantêm as tradições políticas do genearca. Foi ele que mandou construir o prédio onde funcionava sua botica (farmácia) . O velho casarão abrigou também o Hotel dos Viajantes, na Rua São Pedro, 72. Este foi demolido e, no local, edificou-se o prédio que abriga o Supermercado Angolinha. Faleceu em 24 de abril de 1868, conforme inventário arquivado Fórum local ...

José Antônio Diniz Junqueira, o 1º vereador.

F ilho de Gabriel de Souza Diniz e de Francisca Maria da Encarnação Junqueira , José Antônio Diniz Junqueira, foi batizado em São Tomé das Letras, em 6 de novembro de 1805. Casou-se, em primeiras núpcias, com sua prima Carlota Clementina Balduína de Sant'Ana, que, segundo o genealogista e historiador Mons. José do Patrocínio Lefort, era o nome que usava oficialmente, mas Amélio Garcia de Miranda, genealogista e historiador trespontano, afirma que o nome dela era Carlota Balduína Flora Junqueira, filha de José de Souza Diniz e Catarina Luiza Ferreira de Brito. Falecendo sua esposa, casou-se, em segundas núpcias, com Maria Claudina Junqueira. J osé Antônio participou da política de Lavras e foi eleito o primeiro presidente da Câmara Municipal , instalada em 14 de novembro de 1832. Quando da criação da freguesia de Nossa Senhora da Ajuda das Três Pontas, em 14 de julho de 1832, foi eleito o primeiro Juiz de Paz ¹ . Por ocasião da venda da fazenda da Cachoeira, que possuía em conjunt...

O professor Dosico, prefeito de Três Pontas.

T heodósio Bandeira Campos , nascido na cidade de Boa Esperança -MG. " Dosico ", como era conhecido, dotado de inteligência aguda, grande orador, dotado de invulgar eloquência, bem humorado e espirituoso, era filho de Carlos Bandeira de Gouvêa e da professora Teodósia Vieira Campos. T heodósio com a mais tenra idade veio a Três Pontas , pois perdera a mãe, logo após seu nascimento. Foi criado pela tia, Rita Vieira de Campos ¹ , de quem foi segunda esposa do Tenente Juvêncio Elias de Souza , viúvo de Emília Augusta de Oliveira. Exerceu as funções de Presidente da Câmara. Participou da fundação da Companhia Viação Férrea Três Pontana e de sua primeira diretoria. Político de grande prestígio, junto às autoridades governamentais, por ocasião da criação do cargo de prefeito, nas comunas brasileiras, em 1930, foi nomeado o primeiro prefeito de Três Pontas-MG. Além de político, foi agricultor e pecuarista. Ocupou, por vários anos, a gerência local do Banco da Lavoura de Minas Gera...

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O Capitão Diogo Garcia da Cruz.

G ravura da obra O Capitão Diogo Garcia da Cruz de Ricardo Gumbleton Daunt , onde se lê: O Capitão Diogo Garcia da Cruz neto de Diogo Garcia e Júlia da Caridade naturais da Ilha do Faial e sua geração. A Edição de que o Projeto Partilha dispõe foi editada em São Paulo - 1974 foi revista, ampliada e atualizada pelo Professor Caio de Figueiredo e Silva. Próxima imagem: Denise Garcia e os Garcia Frades. Imagem anterior: As três ilhõas de José Guimarães.

Ave Maria na Igreja Matriz N. Srª. Carmo

Recital de Piano e Canto em Carmo da Cachoeira Além do pianista Francis Vilela e das mezzo-sopranos Larissa Amaral e Maisa Nascimento, durante a apresentação do tema Berceuse da Suíte Dolly, de Gabriel Fauré houve a participação especial do pianista Hélcio Barone Júnior, formado pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade São Paulo. Um momento especial, raro, em que os espectadores puderam apreciar uma apresentação de pianos a quatro mãos. A Ave Maria, ou ave-maria, também chamada de Saudação Angélica, é uma oração, que saúda a Virgem Maria baseada nos episódios da Anunciação e da Visitação (Lucas 1:28-42). Segundo São Luís Maria Gringnon de Montfort, cada vez que se reza a Ave Maria, a Virgem Maria no céu louva a Deus por nós com seu canto, o Magnificat  A Ave Maria é repetida várias vezes na recitação do Santo Rosário, uma oração completa, porque nela reside a história da nossa salvação ao meditar os mistérios da vida de Jesus e Maria; incluindo as orações, do Credo; o Pai...

Hino do Centenário de Carmo da Cachoeira

letra: Haroldo Ambrósio Caldeira música: Álvaro Arcanjo Athaíde interpretação: Glória Caldeira teclado: Teresa Maciel do Nascimento estúdio de som: João Paulo Alves Costa - DjeCia edição de vídeo: Rícard Wagner Rizzi Letra do Hino do Centenário Cem anos de existência bem vivido Cantemos este hino de alegria Saudando essa data memorável do nosso centenário nesse dia. Cachoeira, Carmo da Cachoeira, Berço de um povo acolhedor Ergue hoje um pavilhão Rendendo Graças ao Senhor.