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Mostrando postagens com o rótulo Trespontanos ilustres

Dados biográficos do Pe. José Bento F Mesquita.

P adre José Bento Ferreira Mesquita , exerceu seu ministério sacerdotal na cidade de Lavras , Minas Gerais . Era natural de Três Pontas , filho do Major Bento Ferreira de Brito e Francisca Xavier Mesquita, nasceu em 1825 . Foram seus padrinhos: Nicésio José de Mesquita e Maria Clara Ferreira. Participou da fundação da Irmandade de Nossa Senhora das Dores, instituída com a finalidade de se fundar a Casa de Misericórdia de Lavras ¹ . Faleceu e foi sepultado no cemitério daquela cidade. ( 1825 - 1893 ) Artigo de Paulo Costa Campos Próxima matéria: Definição de Distrito como termo histórico. Matéria Anterior: Sul de Minas independente - Projeto de Lei. 1. ( Vida Escolar, edições de 01 e 15-JUL-1907 )

O português Manuel de Costa Diniz em Minas.

O tenente Manuel de Souza Diniz ( Manoel ou Sousa ou Dinis ) era natural da freguesia de Santa Margarida , Concelho de Louzada , Arcebispado de Braga , Portugal. Nasceu em 25 de janeiro de 1728 , segundo o Anuário Genealógico Mineiro - Genealogia Trespontana. Casou-se com Luiza Maria de Jesus , em 07 de janeiro de 1773 , na Capela do Cajuru , Vila de São João Del Rei . Veio residir no então Arraial de Nossa Senhora da Ajuda das Três Pontas , adquirindo terras às margens do Córrego da Urtiga . Vendeu parte das terras a Bento Ferreira de Brito , na antiga fazenda das Bandeirinhas , mais conhecida como Candongas . Adquiriu a fazenda Santo Antônio do Bom Jardim das Três Pontas , localizada entre a Serra das Três Pontas e Cachoeira dos Rates , atual Carmo da Cachoeira , Minas Gerais , onde residiu até sua morte. Construiu neste fazenda uma ermida, sob invocação de Nossa Senhora da Conceição , da qual era visitador, seu filho padre Gabriel de Souza Diniz . De acordo com o genealogista e hi...

Sô Chico de Três Pontas, Sul de Minas Gerais.

F rancisco Alexandre Schiavon era alto, claro, de boa aparência e jovial. Gostava de jogar sinuca e, ao colocar a última bola na caçapa, dizia, com um aceno de mão, ao seu contendor: Ciao (tchau) . E le era natural de Pádua na Itália. Filho de Luigi Schiavon e Amélia Cái Schiavon. Era carinhosamente chamado de Sô Chico, pelos amigos mais íntimos, pois seu nome era Francisco Alexandre. Casou-se com Joana Tiso. Iniciou suas atividades em serviços agrícolas, na antiga Fazenda Boa Vista . A pós muitos anos de trabalho, conseguiu comprar um carro de bois e alguns animais, passando a fazer transporte de mercadorias, em especial, entre a estação ferroviária da Espera (Ferrovia Muzambinho) e a cidade de Três Pontas. Algum tempo depois, exerceu atividades como comissário e consignatário de mercadorias. Seus negócios prosperaram e ele adquiriu um automóvel de marca Ford ( o famoso fordinho bigode ) . Foi o começo de uma bem sucedida empresa de transportes, não só de cargas, em caminhões pr...

O botiqueiro Major Azarias Ferreira de Mesquita.

A lto, de boa aparência, educado e de fácil convívio com as pessoas, Major Azarias Ferreira de Mesquita era natural de Três Pontas , filho de Antônio Gonçalves de Mesquita e de Silvéria Maria Ferreira , foi casado com Maria Frederica Meinberg . Exerceu a profissão de farmacêutico após se formar na Escola de Farmácia de Ouro Preto , Minas Gerais . Residiu, até seu falecimento, à Rua São Pedro, 72, no casarão onde funcionou, por muitos anos, o Hotel dos Viajantes, onde havia também um posto de atendimento telefônico, da antiga Cia. Telefônica Brasileira. A casa era conhecida por botica. Coincidentemente seu pai foi o primeiro presidente da Câmara Municipal e ele o último, no período imperial. Exerceu o cargo de 1887 a 1889. No dia seguinte ao seu falecimento, foi sepultado no antigo cemitério local. (18-SET-1844 - 03-NOV-1909) Artigo de Paulo Costa Campos Próxima matéria: Sô Chico de Três Pontas, Sul de Minas Gerais. Matéria Anterior: Câmara Municipal de Três Pontas - 1842

O operoso português José Gonçalves da Costa.

J osé Gonçalves da Costa , era de estatura pouco acima da média, tinha os olhos castanhos e usava longos bigodes e uma pêra (pequena quantidade de barba que se deixa entre o queixo e o lábio inferior, tão em moda novamente hoje) . Trajava fraque e cartola por ocasião dos eventos sociais. Nascido em Vila Nova de Famalicão , do Concelho de Braga, Portugal, veio muito jovem para o Brasil, residindo algum tempo no Rio de Janeiro e fixando posteriormente residência em Três Pontas , Minas Gerais. Filho de Antônio Gonçalves da Costa e Maria Joaquina da Costa, casado com Leocádia Cândida Becker . Após a Proclamação da República, em 5 de fevereiro de 1890, foi instituída uma Intendência Municipal, da qual era integrante, como Adjunto. Foi o fundador do prado local e seu primeiro presidente. Incentivador da prática do futebol, na cidade, nos primórdios do século XX. Teve participação importante na construção do campo de futebol, construído na cidade. O campo confrontava pela frente com a Rua Min...

O jurista e deputado José Augusto Assis Lima.

P essoa de grande saber jurídico , cumpridor de seus deveres e de grande prestígio na região, José Augusto Assis Lima, era filho de José Antônio de Lima e de Maria Idalina de Lima era natural da cidade de Nepomuceno, Minas Gerais. P articipou ativamente da política, tendo sido eleito deputado à Assembléia do Estado de Minas Gerais, por dois mandatos. Exerceu a promotoria na cidade de Varginha , Minas Gerais, depois foi Juiz Municipal na cidade de Campos Gerais , termo da Comarca de Três Pontas . Finalmente, nomeado promotor desta Comarca de Três Pontas, onde permaneceu até sua morte. Casou-se com Sydneia Guimarães Lima, viúva do ex-Juiz de Direito, doutor Paulino Franco de Carvalho . O casal teve um filho ilustre, o doutor José Júlio Guimarães Lima , jurista de grande projeção no cenário nacional, principalmente no Estado de Goiás e em Brasília, Distrito Federal. (04-OUT-1870 - 14-JUN-1924) Artigo de Paulo Costa Campos Próxima matéria: O Ribeirão das Araras em Três Pontas, Minas. Mat...

O coronel Antônio José Rabello e Campos.

O Cel. Antônio José Rabello e Campos era uma pessoa de porte altivo, estatura mediana e tez e olhos claros. Possuía grande cultura geral e inteligência aguçada. Dominava o latim, o francês e o inglês. Nascido em Lavras do Funil , filho de Antônio Rabello Silva Pereira e Ana Rosa Silvéria de Jesus e Campos , casado com Joana Gonçalves de Araújo. Os Rabellos e os Campos transferiram suas residências para Três Pontas, por volta de 1820, que, na época, era um pequeno arraial. Não foi possível precisar a data exata dessa mudança. S abe-se apenas que o Cel. Rabello Campos despontou como grande líder político, por ocasião da elevação do curato de Três Pontas à freguesia, em 1832. Rabellinho , como era conhecido, é considerado o mais importante político de todos os tempos em Três Pontas. Graças as suas ligações com os próceres da Província de Minas Gerais, conseguiu a elevação da então freguesia à vila, em 1 de abril de 1841. Participou da Revolução de 1842 . No início como combatente ao l...

Cônego José Maria Rabello e Campos.

C ônego José Maria era de compleição frágil, de baixa estatura, olhos claros. Nascido na cidade de Três Pontas, no Bairro das Dores, era filho de Antônio José Rabello Campos e de Joana Silvéria da Cruz. Foi ordenado sacerdote em Mariana, no dia 22 de maio de 1873, pelo Bispo Dom Antônio Ferreira Viçoso . Exerceu seu ministério nas cidades mineiras de Bom Sucesso, Guaxupé, na Igreja da Boa Viagem, em Belo Horizonte. V eio para Três Pontas , como coadjutor do Padre Victor , assumindo a paróquia, após a morte deste, em 1905. Foi presidente da Câmara Municipal de 1903 a 1906. Construiu, com recursos próprios e de sua mãe, a igreja de Nossa Senhora das Dores, que depois teve o nome mudado para igreja de Nossa Senhora Aparecida. Deixou bens para serem aplicados na construção de um " Liceu de Artes e Ofícios ". A donatária foi Nossa Senhora Aparecida, da Capela de Nossa Senhora das Dores ¹ . O local abriga atualmente a FEPESMIG - Fundação de Ensino e Pesquisa do Sul de Minas . Leg...

O prefeito Francisco Ximenes de Oliveira.

F rancisco Ximenes de Oliveira , homem alto, tez e olhos claros e calva acentuada. Filho de Francisco Guilherme Júnior e de Ana Evangelista Ximenes , era casado com a trespontana Albertina Reis Ximenes . Integrou por vários anos o Coro da Igreja Matriz de Nossa Senhora da Ajuda, era ótimo cantor. Na comissão encarregada de construir um campo de futebol, participou ativamente e foi um dos fundadores do Trespontano Atlético Clube - TAC. Foi comerciante de café em grão, por muitos anos, ramo de atividade que conhece profundamente. E xerceu interinamente o cargo de prefeito , no período de 10 de junho de 1938 a 31 de agosto de 1938. Em primeiro de janeiro de 1941, foi nomeado prefeito de Três Pontas, Minas Gerais. Em 30 de novembro de 1941, o semanário " Três Pontas Jornal " publicou uma nota, informando que o prefeito Ximenes havia determinado que se iniciasse o serviço de nivelamento, construção de rede de esgotos e três canteiros na Praça Cônego Victor , a fim de terminar o c...

O republicano Barão da Boa Esperança.

A ntônio Ferreira de Brito , o Barão da Boa Esperança, era uma pessoa de média estatura, magro, usava barba curta e bem aparada e era levemente calvo. Nasceu na Fazenda do Bom Jardim , situada a oeste da cidade, do lado esquerdo da rodovia que liga o povoado de Martinho Campo. Filho do alferes Francisco Ferreira de Brito e Felicidade Jesuína Adelindes de São José. Casado em primeiras núpcias com Purcina Xavier Mesquita e, em segundas núpcias, com Ambrosina Antônia da Silveira . Após a morte de Antônio José Rabello e Campos , assumiu o comando político do município, em 1879. De acordo com o historiador e genealogista Amélio Garcia de Miranda , era o Barão um político influente no final da Monarquia e, tendo aderido aos ideais republicanos, seu prestígio político continuou até a sua morte, em 17 de agosto de 1903. ¹ JUL-1831 - AGO-1903 Artigo de Paulo Costa Campos Próxima matéria: A fazenda Tijuco Preto de Três Pontas, MG. Matéria Anterior: O semeiro Thomé Gonçalves Araújo. 1. Genealo...

O empreendedor mineiro Caio de Brito

C aio de Brito, filho de Azarias de Brito Sobrinho e Maria Adelindes de Brito . Foi casado com Maria Antonieta de Luca Araújo Brito. Nasceu na cidade de São Joaquim da Serra Negra (hoje Alterosa ) . Era um homem de média estatura, elegante, bem trajado, cortês e atencioso, não só com ricos, mas também com pobres. Foi dirigente da Usina Boa Vista, desde os 17 anos, em 1915, até 28 de agosto de 1950, quando se desligou da Empresa. Construiu uma usina de açúcar, em sua propriedade, denominada São Sebastião, situada em Santana da Vargem , Minas Gerais. Em virtude de os proprietários rurais não terem plantado cana para abastecer a Usina São Sebastião, como haviam acordado, o empreendimento fracassou, por falta de matéria prima. P articipou da fundação de um colégio em Santana da Vargem, Minas Gerais e da construção do aeroporto de Três Pontas. Político atuante, ocupou a Presidência do antigo Partido Republicano local. Eleito vereador em 1936, na primeira eleição após a revolução de 1930,...

José Ferreira de Brito, fatos e boatos.

O furriel José Ferreira de Brito era natural de Ribeira, Freguesia de São José de Brito, termo da Vila de Guimarães , Arcebispado de Braga, Portugal. Filho de Francisco Vieira da Silva e de Catarina Luiz Ferreira (alguns registram Luiza) , era irmão de Bento Ferreira de Brito e também sócio, em terras que confrontavam com a Capela e Arraial de Nossa Senhora da Ajuda , em 1794. N a medição e demarcação das terras , constantes de uma cópia de pública-forma, datada de 1895, aparece como cessionário de seu irmão, contudo, por uma leitura equivocada, alguns pesquisadores registraram o termo como " consignário " (sic) . Não consta do Catálogo de Sesmarias, editado pelo Arquivo Público Mineiro (ed.1988) , qualquer sesmaria em seu nome, na região de Três Pontas . Consta do referido catálogo uma sesmaria, em nome de José Ferreira de Brito, requerida na paragem do Maranhão , freguesia de Aiuruoca ¹ . Não conseguimos descobrir se é o mesmo indivíduo ou se é um homônimo. Acredita-se qu...

Bento Ferreira de Brito em Três Pontas-MG.

B ento Ferreira de Brito era natural da Ribeira, freguesia de São João de Brito, termo da Vila de Guimarães , Arcebispado de Braga. Era filho de Francisco Vieira da Silva e Catarina Luiz ou Catarina Luiza Ferreira . Casou-se em Carrancas, em 6 de agosto de 1766, com Inácia Gonçalves Araújo, natural de São João Del Rei, Minas Gerais. Possuía terras que confrontavam com a sesmaria de Francisco Domingos Regulado, na região da Serra da Boa Esperança. Vendeu-as a Luiz Francisco dos passos que as recebeu a título de sesmaria, em 7 de setembro de 1776 ¹ . Posteriormente transferiu sua residência para a região do arraial de Três Pontas, às margens do Córrego da Urtiga. C om o crescimento populacional da região , novas Companhias de Ordenanças foram criadas. Bento Ferreira de Brito foi nomeado Capitão, para comandar uma delas, em 17 de dezembro de 1785, porém esta não foi instalada ² . Se não foi instalada, pode-se supor-se que Bento Ferreira de Brito não residia no Arraial ou não se interesso...

O escrivão João Martins Borralho.

João Martins Borralho foi o primeiro escrivão da guardamoria do Arraial de Nossa Senhora da Ajuda das Três Pontas, provisionado guarda-mor em 11 de abril de 1786 ¹ . Esta guardamoria foi desmembrada da guardamoria das Lavras do Funil em 13 de julho de 1785. Artigo de Paulo Costa Campos Próxima matéria: Bento Ferreira de Brito em Três Pontas-MG. Matéria Anterior: Breve história de Pontalete, Minas Gerais. 1. História de Três Pontas, p.121 Ed. JC, 1980.

O Sargento-Mor Antônio Gonçalves de Mesquita.

A ntônio Gonçalves de Mesquita era natural da cidade de São João Del Rei, nascido em data ignorada, filho adotivo do alferes Francisco José de Mesquita e Hipólita Carolina de Abreu, residentes em Lavras, Minas Gerais e depois em Três Pontas. Casou-se com a trespontana Silvéria Maria Ferreira ¹ . Possuía a patente de Sargento-Mor. Por ocasião da elevação de Três Pontas à vila, em 1 de abril de 1841, foi eleito Presidente da Câmara e, como não havia Juiz Municipal, rubricou os livros dos Cartórios de Notas. Músico competente, fundou e dirigiu uma banda musical. Seus descendentes ocuparam cargos de destaque na comunidade e, até hoje, mantêm as tradições políticas do genearca. Foi ele que mandou construir o prédio onde funcionava sua botica (farmácia) . O velho casarão abrigou também o Hotel dos Viajantes, na Rua São Pedro, 72. Este foi demolido e, no local, edificou-se o prédio que abriga o Supermercado Angolinha. Faleceu em 24 de abril de 1868, conforme inventário arquivado Fórum local ...

José Antônio Diniz Junqueira, o 1º vereador.

F ilho de Gabriel de Souza Diniz e de Francisca Maria da Encarnação Junqueira , José Antônio Diniz Junqueira, foi batizado em São Tomé das Letras, em 6 de novembro de 1805. Casou-se, em primeiras núpcias, com sua prima Carlota Clementina Balduína de Sant'Ana, que, segundo o genealogista e historiador Mons. José do Patrocínio Lefort, era o nome que usava oficialmente, mas Amélio Garcia de Miranda, genealogista e historiador trespontano, afirma que o nome dela era Carlota Balduína Flora Junqueira, filha de José de Souza Diniz e Catarina Luiza Ferreira de Brito. Falecendo sua esposa, casou-se, em segundas núpcias, com Maria Claudina Junqueira. J osé Antônio participou da política de Lavras e foi eleito o primeiro presidente da Câmara Municipal , instalada em 14 de novembro de 1832. Quando da criação da freguesia de Nossa Senhora da Ajuda das Três Pontas, em 14 de julho de 1832, foi eleito o primeiro Juiz de Paz ¹ . Por ocasião da venda da fazenda da Cachoeira, que possuía em conjunt...

O professor Dosico, prefeito de Três Pontas.

T heodósio Bandeira Campos , nascido na cidade de Boa Esperança -MG. " Dosico ", como era conhecido, dotado de inteligência aguda, grande orador, dotado de invulgar eloquência, bem humorado e espirituoso, era filho de Carlos Bandeira de Gouvêa e da professora Teodósia Vieira Campos. T heodósio com a mais tenra idade veio a Três Pontas , pois perdera a mãe, logo após seu nascimento. Foi criado pela tia, Rita Vieira de Campos ¹ , de quem foi segunda esposa do Tenente Juvêncio Elias de Souza , viúvo de Emília Augusta de Oliveira. Exerceu as funções de Presidente da Câmara. Participou da fundação da Companhia Viação Férrea Três Pontana e de sua primeira diretoria. Político de grande prestígio, junto às autoridades governamentais, por ocasião da criação do cargo de prefeito, nas comunas brasileiras, em 1930, foi nomeado o primeiro prefeito de Três Pontas-MG. Além de político, foi agricultor e pecuarista. Ocupou, por vários anos, a gerência local do Banco da Lavoura de Minas Gera...

A enérgica diretora Ruth Correia Vilela.

R uth Correia Vilela era de baixa estatura, magra, cabelos negros, enérgica e inteligente. Filha de Francisco Correia de Carvalho e de Ana Eufrosina de Figueiredo, casou-se com o professor Wanderlei Vilela. Realizou seus primeiros estudos com a professora Mariana Beggiato, em Três Pontas. Cursou o Normal na cidade de Itajubá, Minas Gerais e, depois da formatura, voltou à cidade natal, onde, em 1927, passou a dirigir a Escola Normal Coração de Jesus, que antes estava sob a direção do Artur Fonseca. Por volta de 1949, aposentou-se e a paróquia encampou a Escola Normal Coração de Jesus, entregando a direção às Irmãs Beneditinas da Divina Providência. Nessa época, seu marido já havia falecido e dona Ruth, como era conhecida, mudou-se para Belo Horizonte, onde permaneceu até seu falecimento, ocorrido no dia 22 de dezembro de 1966. Seu corpo foi trasladado para sua terra natal e velado, no recinto da Câmara Municipal, como última homenagem pelos relevantes serviços por ela prestados à comu...

Mais Lidas nos Últimos Dias

O Capitão Diogo Garcia da Cruz.

G ravura da obra O Capitão Diogo Garcia da Cruz de Ricardo Gumbleton Daunt , onde se lê: O Capitão Diogo Garcia da Cruz neto de Diogo Garcia e Júlia da Caridade naturais da Ilha do Faial e sua geração. A Edição de que o Projeto Partilha dispõe foi editada em São Paulo - 1974 foi revista, ampliada e atualizada pelo Professor Caio de Figueiredo e Silva. Próxima imagem: Denise Garcia e os Garcia Frades. Imagem anterior: As três ilhõas de José Guimarães.

Ave Maria na Igreja Matriz N. Srª. Carmo

Recital de Piano e Canto em Carmo da Cachoeira Além do pianista Francis Vilela e das mezzo-sopranos Larissa Amaral e Maisa Nascimento, durante a apresentação do tema Berceuse da Suíte Dolly, de Gabriel Fauré houve a participação especial do pianista Hélcio Barone Júnior, formado pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade São Paulo. Um momento especial, raro, em que os espectadores puderam apreciar uma apresentação de pianos a quatro mãos. A Ave Maria, ou ave-maria, também chamada de Saudação Angélica, é uma oração, que saúda a Virgem Maria baseada nos episódios da Anunciação e da Visitação (Lucas 1:28-42). Segundo São Luís Maria Gringnon de Montfort, cada vez que se reza a Ave Maria, a Virgem Maria no céu louva a Deus por nós com seu canto, o Magnificat  A Ave Maria é repetida várias vezes na recitação do Santo Rosário, uma oração completa, porque nela reside a história da nossa salvação ao meditar os mistérios da vida de Jesus e Maria; incluindo as orações, do Credo; o Pai...

Hino do Centenário de Carmo da Cachoeira

letra: Haroldo Ambrósio Caldeira música: Álvaro Arcanjo Athaíde interpretação: Glória Caldeira teclado: Teresa Maciel do Nascimento estúdio de som: João Paulo Alves Costa - DjeCia edição de vídeo: Rícard Wagner Rizzi Letra do Hino do Centenário Cem anos de existência bem vivido Cantemos este hino de alegria Saudando essa data memorável do nosso centenário nesse dia. Cachoeira, Carmo da Cachoeira, Berço de um povo acolhedor Ergue hoje um pavilhão Rendendo Graças ao Senhor.