Paróquia Nossa Senhora do Carmo Carmo da Cachoeira - Minas Gerais Maria Amélia da Paixão Oliveira declama um poema do acadêmico José Keitel Ribeiro. captação e edição de som: João Paulo Alves Costa - DejCia edição de vídeo: Rícard Wagner Rizzi patrocínio: carmodacachoeira.net Letra da homenagem aos 150 anos da Paróquia P arabéns minha Paróquia A sua data estamos a festejar R ogamos aos céus, O ramos a Deus, para Q ue, por toda a nossa trajetória, U nânime, os I rmãos paroquianos A lcancem a felicidade plena. D eus esteja conosco E com todos os seres deste Mundo. N a sua perene e O rdeira existência, a S enhora, com toda bondade, S empre nos manteve unidos, A mparando-nos e nos protegendo. S anta seja a sua presença, E naltecida e louvada N esta data festiva. H oje, como em todos os dias, O ramos por nós e pelo próximo, R eacendendo a esperança de A ngariar a paz que todo ser merece. D entre tantas orações, lhe O fertamos esta, em especial. C ento e cinquenta anos de vida útil, A jud...
Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...