Em 2013 a rota escolhida para a Procissão de Corpus Chisti foi alterado na Cidade de Carmo da Cachoeira, agora o cortejo começando na Comunidade Paroquia São Pedro de Rates e de lá seguindo para a Igreja da Matriz: Rua Capitão Francisco de Assis Reis, Rua Domingos de Rezende, Rua Artur Tibúrcio, e Praça do Carmo. Cada setor da igreja cachoeirense ficou encarregado de enfeitar um trecho: Comunidade São Pedro de Rates - Movimento Mãe Rainha, Catecismo e Crisma - Pastoral da Juventude, Catequese - Coroinhas - Comunidade Morada do Sol, Movimento Mães de São Miguel - Terço dos Homens, Legião de Maria - Comunidade Divina Misericórdia, Sociedade São Vicente Paulo - Comunidade Sant'Ana - Frei Galvão, Ministério da Sagrada Comunhão e Comunidade São José, Pastoral do Dízimo e Pastoral da Criança. Pastora Litúrgica e Ministério da Música, Cat. Batismal e Comunidade Esperança, e Pastoral Familiar - ECC. A celebração do corpo e sangue de Cristo ( Corpus Christi ) reporta-se à ú...
Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...