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Mostrando postagens de maio, 2013

Corpus Christi: Corpo e Sangue de Cristo.

Em 2013 a rota escolhida para a Procissão de Corpus Chisti foi alterado na Cidade de Carmo da Cachoeira, agora o cortejo começando na Comunidade Paroquia São Pedro de Rates e de lá seguindo para a Igreja da Matriz: Rua Capitão Francisco de Assis Reis, Rua Domingos de Rezende, Rua Artur Tibúrcio, e Praça do Carmo. Cada setor da igreja cachoeirense ficou encarregado de enfeitar um trecho: Comunidade São Pedro de Rates - Movimento Mãe Rainha, Catecismo e Crisma - Pastoral da Juventude, Catequese - Coroinhas - Comunidade Morada do Sol, Movimento Mães de São Miguel - Terço dos Homens, Legião de Maria - Comunidade Divina Misericórdia, Sociedade São Vicente Paulo - Comunidade Sant'Ana - Frei Galvão, Ministério da Sagrada Comunhão e Comunidade São José, Pastoral do Dízimo e Pastoral da Criança. Pastora Litúrgica e Ministério da Música, Cat. Batismal e Comunidade Esperança, e Pastoral Familiar - ECC. A celebração do corpo e sangue de Cristo ( Corpus Christi ) reporta-se à ú...

A Juventude e Santa Rita de Cássia.

No colo da mulher, o futuro da humanidade. Um pequeno céu é resultado de uma boa mulher, que faz do seu lar, um lar feliz. O senso de responsabilidade deve ser incutido na criança desde o ventre materno, deduzindo que , mais de 90% da educação se dão na barriga da mãe. Como reclamar do jovem se a mãe não o educou para o mundo? Não basta pensar só no padrinho e no enxoval para a criança que vai nascer. Tudo isso, não a gritos e palavrões, mas estimulando, aprovando, valorizando, elogiando e depositando nela a responsabilidade do amanhã, a disponibilidade e a confiança. “ É de pequeno que se torce o pepino ”. A vida de Santa Rita de Cássia foi voltada para a educação de seus filhos como também para a conversão do marido. Embora sua vida tenha sido direcionada para as coisas do alto, os seus dezoito anos de vida matrimonial foi a mais perfeita possível, pois percebeu que a santidade também se vive de forma diferente. A Declaração dos Direitos da Criança diz que: “ a crian...

Páscoa e Pentecostes: Duas realidades que se completam!

Cinquenta dias celebrando o mistério da Ressurreição, sob a luz do Círio Pascal, eis que renasce o tempo de Pentecostes! A Comunidade São Pedro de Rates celebrou neste domingo, 19 de Maio, a festa de Pentecostes, simbolizando o aniversário da Igreja, com a vinda do Espírito Santo. Afirmar que Jesus verdadeiramente ressuscitou é algo de suprema responsabilidade, sem ao menos tê-lo visto. O sepulcro estava vazio... onde está o “Messias” que foi crucificado? Pois bem, o Espírito Santo aparece ao apóstolos, alguns dias após a ascensão de Jesus ao céu. É delicado perceber a relação entre a Santíssima Trindade, mas é simples concluir que o Pai, pelo Filho no Espírito Santo, se completam. De maneira reverenciosa, as leituras que fizeram parte da Liturgia da Palavra foram extraídas dos Atos dos Apóstolos, Carta de São Paulo aos Coríntios, Salmo 103 e Evangelho segundo São João. Tudo se completou com a Liturgia Eucarística. “A paz esteja convosco. Como o Pai me enviou, também eu v...

Balbuciando o Nome de Deus, uma reflexão para o tempo pentecostal.

Pentecostes sempre foi um dos maiores acontecimentos da História da Salvação. Antes de ontem, na Igreja Primitiva, a vinda do Espírito Santo sobre os apóstolos foi um acontecimento auspicioso e o que está escrito nos Atos dos Apóstolos é, talvez, uma interpretação poética e profética de algo bimilenar. Tudo revelava a presença do Espírito Santo na Igreja de Jesus Cristo. Pentecostes é a própria vida da Igreja. O quinto evangelho descreve a vivência da Igreja dos primeiros tempos. Os cristãos começavam a se espalhar pelos diversos cantos do mundo e realizar prodígios sem conta, sinal da presença santificadora de Deus, que são ações inerentes a Ele e que hoje são realizados pelos homens. Pentecostes continua hoje o que sempre foi. Deus continua o mesmo e o Espírito Santo também. A ação divina é imensa e intensa no mundo, na Igreja e em cada um de nós. Os sinais mudam. Atualmente não é um sinal de Deus falar em diversas línguas ou praticar procedimentos de antigamente. A n...

Celebração do “Dia de São Pedro de Rates” - 4ª Edição / 2013

A Igreja é sua comunidade, não um prédio, não um templo, mas as pessoas, os fiéis, as ações de fé, a comunidade. Era assim nos primeiros tempos do Cristianismo, era assim nos primeiros tempos de colonização europeia na região onde hoje floresce a Comunidade Paroquial São Pedro de Rates, da Paróquia Nossa Senhora do Carmo em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. O local escolhido para celebração dos eventos (missas, celebrações, e catequese) fica na antiga Fazenda da Cachoeira, também denominada em fontes documentais de “A Cachoeira dos Rates”. A fazenda pertencia a Manuel Antonio Rates e sua mulher Maria da Costa Moraes (ou Maria da Costa Morais). Como acontecia no inicio do Cristianismo, quando não existiam igrejas construídas, a Igreja já existia. As celebrações acontecem ao ar livre. Era esse o conceito que permeava as ações religiosas dos antigos moradores dessas paragens – igreja presente em seus corações. O gesto concreto que visualizamos é um registro documental enc...

Francisca de Paula de Jesus, a Primeira Beata Negra do Brasil!

Francisca de Paula de Jesus nasceu no Distrito de Santo Antônio do Rio das Mortes em São João Del Rey-MG. Em sua infância, mudou-se para a sul mineira Baependi - MG. Sua mãe, uma ex-escrava, a deixou órfã, quando estava com idade de 10 anos. Acompanhada de seu irmão, Teotônio, de 12 anos, foi entregue às mãos da Virgem Maria e, tal herança foi aproveitada com grande júbilo, uma vez que optou por não se casar e viver uma vida dedicada à oração e aos pobres, além de ser conselheira de muitas pessoas, inclusive, homens de negócio. Junto a ti e suas orações estava a imagem de Nossa Senhora da Conceição. Morreu na própria cidade de Baependi em 14 de junho de 1895. O processo de beatificação começou em 1993. Ao passar de dois anos, mais exato em julho de 1995, a professora Ana Lúcia Leite descobriu que tinha um problema congênito no coração. Na véspera de fazer uma cirurgia, ela sentiu uma forte febre e exames posteriores revelaram que o problema havia desaparecido. Ana Lúcia havia...

Mais Lidas nos Últimos Dias

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...
de Ribeiro de Figueiredo: Santuário ecológico em Carmo da Cachoeira - MG , fazenda Córrego das Pedras. Seus atuais proprietários e guardiães Aureliano chaves Corrêa de Figueiredo e seu filho Lúcio Chaves Corrêa de Figueiredo. Na fazenda uma capela,a e sob a proteção de Santa Terezinha. Vi o Evando realizando reportagem fotográfica no local. Conheço o local e as pessoas. São dignas e o local, com sua mata preservada são o maior tesouro existente em Cachoeira.

O jovem João de Tomás de Aquino Villela

Família Vilela deixa seus passos marcados O Dr. Jorge Fernando membro da tradicional Família Vilela de Carmo da Cachoeira é bisneto do ilustre educador e diretor do Colégio de Santo Tomás de Aquino no povoado. O referido colégio foi citado por Bernardo da Veiga, no Almanak Sul-Mineiro , 1884, pg. 190, época em que era Vigário da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira, Mons. Antônio Joaquim da Fonseca. O texto cita o colégio e o quadro dos profissionais que o compõem. No século XIX , João de Aquino Villela, educador em uma Instituição de Ensino - Colégio de Santo Tomás de Aquino No século XX , seu bisneto, o heraldista Dr. Jorge Fernando Vilela cria um de nossos símbolos, o Brasão do Município de Carmo da Cachoeira, MG Aproveitando a oportunidade oferecida pela aproximação de pessoas da mesma família interferindo na dinâmica de ação e interação com a sociedade e o meio ambiente, vamos partilhar com os visitantes desta página, através de imagens, como era o centro da Freguesia n...