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A cidade, seu espaço e as relações humanas.


de: Carol

Para além do espaço banal
Descrever e compreender a relação que estabelecemos com o espaço, no caso, a construção da cidade, ajuda-nos a entender como se dão as relações sociais na cidade. E é assim também que entendemos os encontros e desencontros perpassdos por afetos e desafetos. Tornar consciente a história de Carmo da Cachoeira é de uma importancia enorme, pois assim também compreendemos as relações de dominação e poder vigentes na cidade, e possibilita a crença de que pode ser diferente. Parabéns aos construtores e conectadores deste projeto. E é inevitável a associação das questões políticas da construção do espaço. Seja no comentário sobre os políticos (poder público) seja na metáfora da horta, que pode adquirir várias dimensões, acho que o objetivo é esse debate e ações.

Comentários

Anônimo disse…
Olá Carol. Gratidão por sua participação. Certamente, o que você coloca é uma grande verdade. É da natureza humana a característica de SER, e SER POLÍTICO. Onde há mais de um ... ..., não há como não ser político. O conceito, de o que é SER POLÍTICO é que necessita ser revisto. Este conceito tem sido vivido de forma limitada, pequena e restrita. O que você coloca tem dimensão e amplitude muito maior. Tem abrangência, foge do arcaico, do mesquinho, sai do me dá cá, que eu lhe dou lá dou lá. O HOMEM em sua visão, é o homem revestido de DIGNIDADE. Sabe o que quer, e como quer. Este, jamais será um vendido ou comprado. Volte sempre. Não é à toa que você está inserida na parte social do setor de saúde.
Anônimo disse…
SEJA CORAJOSO

Haverá no mundo virtude mais admirada que a coragem?
A covardia é sempre desprezada e a bravura, mesmo entre assassinos e pessoas desqualificadas, é respeitada.
A coragem não é ausência de medo, mas o ato de suplantá-lo.
Perceba que não podemos nos transformar numa sociedade de amedrontados, assustados e submissos ante a avalanche de intimidações veiculadas pelos meios de comunicação.
Numa cidade, com milhões de habitantes, um crime violento ganha grande destaque enquanto as histórias das pessoas que engrandecem o gênero humano são inteiramente esquecidas.
Vivemos numa sociedade covarde, que tem medo de tudo, de perder o emprego, de sair de casa, de passear e até de crianças, pois causa medo cruzar com determinados meninos na rua.
Ante tal situação, há uma prova cabal de que a nossa sociedade está gravemente enferma. Não é cabível se ter medo de criança!
A quem interessa ver a nossa sociedade com medo até da sombra?
O medo inibe, paralisa as pessoas. Ficamos passivos ante as coisas que vão acontecendo, perdendo totalmente a capacidade de reação.
Individualmente, somos doutrinados a não esboçar a menor reação ante os roubos, assaltos e agressões a que podemos estar sujeitos.
Coletivamente, ficamos totalmente indiferentes frente à exploração que transnacionais realizam com as nossas riquezas, retiradas e enviadas para o exterior a preços vis. Deixam-nos apenas buracos e misérias. Perdemos até a capacidade de indignarmo-nos.
A nós, brasileiros, cabe levantar a bandeira da coragem.
Reaja! Seja um agente de melhoria da nossa comunidade no SÉCULO XXI.
Aponte o que é bom e concite todos os seus amigos a destacar - para os filhos -, os bravos, os exemplos de caráter e de firmeza.
O herói, o corajoso, não precisa de aplausos, mas os jovens carecem de exemplos.


O HERÓI, O CORAJOSO, NÃO PRECISA DE APLAUSOS, MAS OS JOVENS CARECEM DE BONS EXEMPLOS.
Anônimo disse…
Aproveitando a energia das metáforas vindas através da Carol, posso sugerir uma leitura?

Com o Pe. Antonio Vieira, e sobre a obra AS METAMORFOSES DE UM POLVO,

"Se está nos limos, faz-se verde;
se está na areia, faz-se branco;
se está no lodo, faz-se pardo;
se está na pedra, faz-se da mesma cor da pedra".
Anônimo disse…
A Yasmin deixou uma dica para leitura que buscamos conhecer. Pedimos licença a ela para citar uma das fontes onde o internauta poderá conhecer um texto esclarecedor.
http://www.nch.pt/biblioteca-virtual/bol-nch15/n15-14.html
Anônimo disse…
para: presidente dos Estados Unidos. Ano: 1854.
de: Cacique Seattle.
referência: da tribo Suquamish.

A carta do Índio:

(...)
" O que ocorrer com a terra,
recairá sobre os filhos da terra.
Há uma ligação em tudo."

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