Cartão postal de Carmo da Cachoeira - Minas Gerais No século XVIII terras limítrofes com Manoel Antonio Rates Foi um evento extraordinário relembrado com muita emoção pelo ministro da Sagrada Eucaristia, José Geraldo Leopoldino , conhecido por toda comunidade cachoeirense como Caçamba. Curiosos, perguntamos do que se tratava, e qual o assunto que atraía tanta atenção do grupo reunido ao seu entorno. Disse-nos: Coisas do passado que estão nítidas em nossa memória, não é Pasté ? ( Adelino Moreira Naves ) Caçamba participou do traslado do Cruzeiro - a cruz de Nosso Senhor Jesus Cristo, até o alto do Morro. É o símbolo da nossa fé a qual ostentamos com orgulho e gratidão diuturnamente. À noite as luzes ordenadamente colocadas acompanham as linhas verticais e horizontais que a representam. Lembram-nos de que nosso caminho é o da luz. A luz crística que nos leva ao Pai. Consultando o LIVRO Nº. 101, Folha Nº. 51 vº. 52 e v. serviço Registral e notorial privativo. município / distrito de ...
Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...