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Mostrando postagens de fevereiro, 2022

Frota fala e a música Festa no Céu / Era um Sonho

Essa noite tive um sonho que durou mais de uma hora. Sonhei com velhos amigos que do mundo foram embora. Quando eu fiz essa música, dessa turma toda que eu falei os nomes, todos já tinham morrido, mas ainda tem três pessoas vivas nessa música: o Caçamba, que eu vi a mãe dele lá; tem o Frota, que sou eu o cantador; e tem o Capunga que era o pai do Rodrigo, que era o menino que uma caminhonete matou ele aqui na cidade. Então o Capunga, o Caçamba e o Frota, estes estão vivos, já o Zico que cantava comigo, morreu também. O Nem Roberto era casado com a prima da minha esposa e morreu novo e lá atrás eu falo do João de Barro, Aduzio era um fazendeiro que tinha por aqui, e o Antonio Quita (Antoiquita). Sabe porque essa música tem esse título, Festa no Céu ? É por que não tem como uma pessoa viva conversar com uma pessoa morta, por isso que ela passou a se chamar Um Sonho , por que no sonho vale tudo e a gente passa a fazer coisas impossíveis, então essa música é uma coisa impossível, essa é um...

Larissa Amaral canta Heitor Villa-Lobos

Lundu da marquesa de Santos em Carmo da Cachoeira Rio de Janeiro, 1940 letra e música: Heitor Villa-Lobos interpretação: Larissa Amaral (mezzo-soprano) piano: Francis Vilela captação de áudio: João Paulo Alves Costa - Estúdio DjeCia edição de vídeo: Ricard Wagner Rizzi Nahim Marun e o Lundu da marquesa de Santos Trechos da obra Revisão Crítica da Canções para Voz e Piano de Heitor Vila-Lobos  de Nahim Marun publicada pela Editora Max Eschig No subtítulo da canção podemos ler "Evocação da época de 1822". A construção do texto é típica da época evocada e algumas palavras não são mais usadas no português atual. Por exemplo: minh'alma, flôr com acento circunflexo, tratamento em tu (partiste). Lundo "é uma dança que foi importada pelos negros de Angola e que se espalhou pelo Brasil. Mas havia também versões mais refinadas de lundus que se dançavam nos salões burgueses", como é o caso do Lundu da marquesa de Santos. A  característica simples e tonal da modinha do séc...

Compositores de origem açoriana em Cachoeira

Carmo da Cachoeira é perpetuada em poema. Joel, Jovane e Jobinho, compositores e intérpretes da página de hoje pertencem à Família “Garcia Pereira”. Eles, nascidos e batizados em Carmo da Cachoeira, se dizem descendentes dos Garcias de Luminárias. Pelo que temos notícia, os Garcias de Luminárias tem a sua raiz mais profunda num dos filhos de Diogo Garcia e Julia Maria da Caridade (uma das “ Três Ilhoas” ), João Garcia do Espírito Santo. Ele aparece no ano de 1814 em um documento no qual é confrontante de Luís Álvares Taveira. Outra referência mais remota do atual ramo familiar é a de Antonio Garcia de Figueiredo e Adolfina Alves Diniz (ou Dolfina) no Ribeirão da Prata ou Pratinha, mais ou menos na divisa Luminárias / São Bento Abade, hoje. Dados genealógicos dão Vicente de Paula Garcia Andrade como sendo filho de Antônio Garcia Neto e Francisca Andrade Garcia, neto paterno de Antônio Garcia de Figueiredo e dona Adolfina Alves Diniz. Recentemente por ocasião da pesquisa que realizamos e...

Seminário de Mariana Memória dos 270 Anos

Lançamento do livro E na indagação atenta de seu próprio passado que a Igreja acumula uma sabedoria divina e forma o seu senso de discernimento profético. — Fernando Bastos de Ávila, S. J. 1918 - 2010 Aproveitamos este momento para apresentar nossos protestos de gratidão, respeito, estima e consideração a tão nobre instituição denominada Seminário de Mariana que estará hoje, dia 16 de fevereiro, às 20h, realizando o lançamento do Livro “Seminário de Mariana: Memória dos 270 anos” . O evento será marcado pela realização de uma live transmitida através dos canais do YouTube da Faculdade Dom Luciano Mendes e do Seminário São José , e pode ser assistido pelos links: (FDLM) ou ( SSJ ). — Participe! Tivemos conhecimento, através do seminarista Romário de Souza Lima (ITSJ), que estava em elaboração o Projeto Memória no seminário em que cursa teologia e que ele é um dos participantes. Disse-nos na ocasião que, pessoalmente, estava inserido no grupo, Álbum de Memórias. Ficamos muito focados....

Rostos na multidão na antiga Carmo da Cachoeira

Se você deseja compreender completamente a história (...), analise cuidadosamente os retratos. Há sempre no rosto das pessoas alguma coisa de história da sua época a ser lida, se soubermos como ler. — Giovanni Morelli Cônego Manoel Francisco Maciel presente a cerimônia ao lado da Igreja da Matriz  

Rita Victalina de Souza - Século XIX

Viúvo José Fernandes Avelino casa-se na Família Villela Domingos Villela , nascido e batizado na freguesia de Santa Maria da Palmeira, Arcebispado de Braga e Maria do Espírito Santo, nascida e batizada na capela de Santo Antonio do Rio das Mortes da freguesia de São João del Rei, são pais, entre outros de Antonio Villela de Siqueira (ou Cerqueira) batizado em 13.6.1752. Antonio é neto paterno de Custódio Villela e Felícia Siqueira e neto materno de Diogo Gracia (Garcia) e Júlia Maria da Caridade . Foram seus padrinhos José Gracia (Garcia), solteiro, filho do dito Diogo Garcia e Júlia Garcia do Nascimento, mulher de Miguel Lopes da Silva desta freguesia, casou-se, na ermida da fazenda do seu pai aos 20.11.1794, com Maria da Conceição, natural de Guaratinguetá-SP, filha de Manoel Dias Estrela e Francisca Maria de Jesus . A ermida de Domingos Villela ficava em Aiuruoca, Comarca do Rio das Mortes. O casal Antonio Villela de Siqueira (ou Cerqueira) e Maria da Conceição estabeleceu-se...

Mais Lidas nos Últimos Dias

O Capitão Diogo Garcia da Cruz.

G ravura da obra O Capitão Diogo Garcia da Cruz de Ricardo Gumbleton Daunt , onde se lê: O Capitão Diogo Garcia da Cruz neto de Diogo Garcia e Júlia da Caridade naturais da Ilha do Faial e sua geração. A Edição de que o Projeto Partilha dispõe foi editada em São Paulo - 1974 foi revista, ampliada e atualizada pelo Professor Caio de Figueiredo e Silva. Próxima imagem: Denise Garcia e os Garcia Frades. Imagem anterior: As três ilhõas de José Guimarães.

Ave Maria na Igreja Matriz N. Srª. Carmo

Recital de Piano e Canto em Carmo da Cachoeira Além do pianista Francis Vilela e das mezzo-sopranos Larissa Amaral e Maisa Nascimento, durante a apresentação do tema Berceuse da Suíte Dolly, de Gabriel Fauré houve a participação especial do pianista Hélcio Barone Júnior, formado pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade São Paulo. Um momento especial, raro, em que os espectadores puderam apreciar uma apresentação de pianos a quatro mãos. A Ave Maria, ou ave-maria, também chamada de Saudação Angélica, é uma oração, que saúda a Virgem Maria baseada nos episódios da Anunciação e da Visitação (Lucas 1:28-42). Segundo São Luís Maria Gringnon de Montfort, cada vez que se reza a Ave Maria, a Virgem Maria no céu louva a Deus por nós com seu canto, o Magnificat  A Ave Maria é repetida várias vezes na recitação do Santo Rosário, uma oração completa, porque nela reside a história da nossa salvação ao meditar os mistérios da vida de Jesus e Maria; incluindo as orações, do Credo; o Pai...

Hino do Centenário de Carmo da Cachoeira

letra: Haroldo Ambrósio Caldeira música: Álvaro Arcanjo Athaíde interpretação: Glória Caldeira teclado: Teresa Maciel do Nascimento estúdio de som: João Paulo Alves Costa - DjeCia edição de vídeo: Rícard Wagner Rizzi Letra do Hino do Centenário Cem anos de existência bem vivido Cantemos este hino de alegria Saudando essa data memorável do nosso centenário nesse dia. Cachoeira, Carmo da Cachoeira, Berço de um povo acolhedor Ergue hoje um pavilhão Rendendo Graças ao Senhor.