Pular para o conteúdo principal

Casa na "Chácara" onde residia o agente do Correio.


Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Próxima imagem: Placa do portal de entrada da E.E. Prof. Wanderley.
Imagem anterior: Em uma pequena cidade um cavaleiro chama a atenção.

Veja outras ilustrações do artista Maurício José Nascimento .

Comentários

Anônimo disse…
O prédio onde funcionou o Correio em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, situava-se na "CHÁCARA", em terras onde residia o Sr. Álvaro - Agente do Correio na época. Antes dele, o Agente que aparece em documentos é JOÃO NESTLE (sem acento). Não conseguimos resgatar a informação de onde se fazia o ponto de distribuição a sua época. O Sr. Álvaro é da Família "Dias Pereira de Oliveira".
Anônimo disse…
A colocação que o Projeto Partilha faz, quanto aos agentes do Correio e de sua sede, são a partir dos dados documentais. O Sr. José Mariano desenvolveu seu trabalho como voluntário e, segundo o professor Wanderley, não foi devidamente reconhecido. Na época em que transportava as correspondências, o ponto ficava próximo a Casa Paroquial. Não é no mesmo local da representação feita por Maurício José Nascimento. Esta representação foi um resgate, a partir de depoimentos de tradicionais famílias cachoeirenses.
Ao professor Wanderley nosso reconhecimento. Sem suas observações o senhor José Mariano seria mais um anônimo em nossa sociedade, pela ausência de seu nome em documentos. Nossa gratidão ao professor e ao senhor José Mariano.
Anônimo disse…
Existe um trabalho em óleo sobre tela exposto na "SALA Pe. ZEQUINHA", representando este antigo Correio. Está no interior da Igreja Matriz de Carmo da Cachoeira. Foi um dos trabalhos recebidos em doação pela Paróquia, por ocasião de seu Sesquicentenário. Os outros que fazem parte da galeria de quadros lá expostos são: "A Pça do Carmo - Século XIX"; "Igreja Santo Antonio - Estação"; "A casa DOS RATES, século XVIII" e a "Igreja do Senhor dos Passos".
Anônimo disse…
Tipo de documentos: Manuscritos a partir do livro de registros de batizados. Local: Freguesia do Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. Ano: 1870.
Martiniano, pardo, na Ermida de Antonio Severiano de Gouvêa, filho legítimo de Cezário Manoel do Espírito Santo e Marianna Rodrigues de Jesus. Padrinhos: Francisco Daniel da Costa e dona Maria Carolina de Gouvêa;
Joanna, branca, na Ermida de Antonio Severiano de Gouvêa, filha legítima de Antonio Severiano de Gouvêa e dona Joanna Maria de Jesus. Padrinhos: Dr. José Constâncio de Oliveira e Silva e dona Maria Carolina de Gouvêa;
Joaquim, pardo, na Igreja Matriz, filho legítimo de Antonio Caetano das Chagas e Galdina Maria de Jesus. Padrinhos: Marcolino Francisco de Oliveira e Maria Francisca de Jesus;
Gustavo, branco, na Freguesia de São Thomé das Lettras, filho legítimo de José Paulino Mafra e dona Anna Francisca Ignácia de Jesus. Padrinhos: Ignácio Lopes Guimarães e dona Geracina Balduína de Souza;
Antonio, branco, na Ermida do Capitão Antonio Joaquim Alves, filho legítimo de João Alves de Gouvêa e dona Marianna Clara de Gouvêa. Padrinhos: Antonio Severiano de Gouvêa e dona Maria Carolina de Gouvêa;
Feliciano, crioulo, na Ermida da Chamusca, filho legítimo de Fidellis e Anna. Padrinhos: Jerônimo e Rita;
Felizarda, na Fazenda do Rancho, crioula, filha natural de Júlia. Padrinhos: Benedito e Venância;
Joaquim, branco, na Igreja Matriz, filho legítimo de Joaquim Pedro da Silva e Josina Vitalina de Rezende. Padrinhos: José Fernandes Avelino e dona Maria Clara Umbelina;
Vicência, parda, na Igreja Matriz, filha legítima de Francisco e Praxedes. Padrinhos: Francisco Ferreira Rosa e Rosa.
(continua)
Anônimo disse…
Para identificação pela atual geração, a "CHÁCARA", é o local de residência que foi do preservacionista, JOSÉ DA COSTA AVELLAR, e hoje, de sua mulher - A Enedina e de suas filhas com suas respectivas famílias. É uma CHÁCARA agradabilíssima. Logo a entrada, à esquerda, o selo deixado pelo preservacionista - UM BELÍSSIMO BOSQUE. A entrada hoje, fica numa travessa da Rua Pe. Godinho, e não mais na Rua Presidente Antonio Carlos, onde se inica a Rua Padre Godinho. A entrada da referida CHÁCARA, na ocasião, se fazia através de uma porteira, na esquina da Rua Pe. Godinho com a Rua Pres. Antonio Carlos. A CHÁCARA, abrangia uma área muito maior, chegando até o quarteirão de cima, onde hoje fica a denominada Rua Artur Tiburcio. Esta rua, na ocasião, de terra, era forte em comércio, desde que era ponto de passagem e dava acesso ao CORREDOR DO NENZICO, hoje Rua Mizael Dias de Gouveia. Através desta via, chegava-se a Três Corações, Três Pontas e outras localidades. Aí, acima do "Ninos Bar", e na mesma calçada, a AGÊNCIA DO CORREIO representada por Maurício José Nascimento.
Anônimo disse…
Continuação. Batizados. Ano de 1870
Umbelina, crioula, Ermida de Domingos Marcelino dos Reis, filho legítimo de Roque de Nação e Isabel. Padrinhos: Luís da Silva Campos e dona Innocência Carolina dos Reis;
Antonio, crioulo, filho legítimo de José e Monica, na Ermida de Severino Ribeiro de Rezende. Padrinhos: Joaquim Pedro de Rezende e dona Anna Celestina de Rezende;
Octavianno, branco, na Freguesia de São Thomé das Lettras, filho legítimo de Francisco de Assis e Souza e dona Constância Thereza de Jesus. Padrinhos: Bernardino Nogueira Neto e dona Maria Cassiana da Costa;
Emídia, crioula, na Capella de São Bento do Campo Bello, filha legítima de Manoel Afficano e Prudencianna. Padrinhos: Luciana e Victória;
Maria, crioula, na Capella do Campo Bello, filha legítima de José Plácido e Aniceta Maria de Jesus. Padrinhos: Dominicianno Ferreira de Oliveira e Anna Deolinda de Jesus;
Francisco, branco, na Capella de São Bento, filho legítimo de Francisco Ignácio de Mello e dona Anna Ubaldina de Jesus. Padrinhos: Manoel Ferreira Martins e dona Maria Carolina de Mello;
Firmino, crioulo, na Capella de São Bento do Campo Bello, filho legítimo de Thomás Affricano e Prudencianna . Padrinhos: Ignácio e Izabel;
Galdina, crioula, na Capella de São Bento do Campo Bello, filho legítimo de Manoel e Maximianna. Padrinhos: Manoel e Maria Clara de Jesus;
Maria, crioula, na Capella de São Bento do Campo Bello, filha natural de Francisca. Padrinhos: Sebastião e Aniceta;
Maria, crioula, na Capella de São Bento do Campo Bello, filha natural de Carolina de Jesus. Padrinhos: Domingos Lopes Guimarães e Emerencianna Maria de Jesus;
Antonio, branco, na Capella de São Bento do Campo Bello, filho natural de Marianna Francisca de Jesus. Padrinhos: Antonio Alves de Siqueira e Maria Flausina de Jesus;
Francisco, branco, na Ermida de Gabriel Flávio da Costa, filha legítima de Francisco Tristão do Espírito Santo e Ignácia Clementina de Souza. Padrinhos: Gabriel Flávio da Costa Júnior e dona Marianna Ignácia de Souza;
Umbelina, crioula, na Ermida de ;
Gabriel Flávio da Costa, filho legítimo de Antonio e Narciza. Padrinhos: Antonio Jacome da Cruz e Marianna de Souza;
Theodora, crioula, na Ermida de Gabriel Flávio da Costa, filha legítima de José Affricano e Adrianna. Padrinhos: Antonio de Nação e Marianna;
Romana, crioula, na Ermida do Taquaral, filha legítima de Francisco e Dorothéa. Padrinhos: Joaquim de Nação e Esméria;
Bazelicia, branca, na Igreja Matriz, filha legítima de Manoel Antonio dos Reis e Anna Cândida Branquinho. Padrinhos: Antonio Justiniano dos Reis e dona Marianna Cândida Branquinho.
(continua)

Mais lidas no site

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Mais lidas nos últimos 30 dias

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...

O jovem João de Tomás de Aquino Villela

Família Vilela deixa seus passos marcados O Dr. Jorge Fernando membro da tradicional Família Vilela de Carmo da Cachoeira é bisneto do ilustre educador e diretor do Colégio de Santo Tomás de Aquino no povoado. O referido colégio foi citado por Bernardo da Veiga, no Almanak Sul-Mineiro , 1884, pg. 190, época em que era Vigário da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira, Mons. Antônio Joaquim da Fonseca. O texto cita o colégio e o quadro dos profissionais que o compõem. No século XIX , João de Aquino Villela, educador em uma Instituição de Ensino - Colégio de Santo Tomás de Aquino No século XX , seu bisneto, o heraldista Dr. Jorge Fernando Vilela cria um de nossos símbolos, o Brasão do Município de Carmo da Cachoeira, MG Aproveitando a oportunidade oferecida pela aproximação de pessoas da mesma família interferindo na dinâmica de ação e interação com a sociedade e o meio ambiente, vamos partilhar com os visitantes desta página, através de imagens, como era o centro da Freguesia n...

Biografia de Maria Antonietta de Rezende

Tendo como berço Carmo da Cachoeira, Maria Antonietta Rezende , nasceu a 9 de outubro de 1934 no seio de uma das mais tradicionais famílias do município – a Família Rezende . A professora Maria Antonietta deixou seu legado, o “modelo de compromisso e envolvimento com a terra em que nasceu” . Trabalhou consciências, procurando desenvolvê-las, elevá-las. Fazia isto com seus alunos, com os componentes dos grupos musicais que coordenava, com as crianças ligadas à Igreja, enfim, com toda população. Foi um exemplo vivo de “compromisso com a tradição” e um elo da longa corrente que chegou até nós neste ano comemorativo. Fez sua parte. Nós fazemos a nossa – manter a tradição. No dia-a-dia deixou o exemplo de vida e através de publicações, sua visão de mundo. Editou “Evocações daqui e de além” , “Encontro e desencontros” e “Coletânea de hinos litúrgicos” . Dedicou sua vida ao estudo, à educação e à sua Igreja, como catequista, cantora e liturgista. Patrick A. Carvalho, ao prefaciar sua obra “...

Padre Manoel Francisco Maciel no pátio da escola.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Mapa com as fazendas limítrofes. Imagem anterior: A antiga escola particular de Carmo da Cachoeira.

A pedra de moinho da fazenda Caxambu.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Ary Silva da família Dias de Oliveira - Bueno. Imagem anterior: Nuvens sobre a tradicional fazenda Caxambu.

Mais Lidas nos Últimos Dias

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...

O jovem João de Tomás de Aquino Villela

Família Vilela deixa seus passos marcados O Dr. Jorge Fernando membro da tradicional Família Vilela de Carmo da Cachoeira é bisneto do ilustre educador e diretor do Colégio de Santo Tomás de Aquino no povoado. O referido colégio foi citado por Bernardo da Veiga, no Almanak Sul-Mineiro , 1884, pg. 190, época em que era Vigário da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira, Mons. Antônio Joaquim da Fonseca. O texto cita o colégio e o quadro dos profissionais que o compõem. No século XIX , João de Aquino Villela, educador em uma Instituição de Ensino - Colégio de Santo Tomás de Aquino No século XX , seu bisneto, o heraldista Dr. Jorge Fernando Vilela cria um de nossos símbolos, o Brasão do Município de Carmo da Cachoeira, MG Aproveitando a oportunidade oferecida pela aproximação de pessoas da mesma família interferindo na dinâmica de ação e interação com a sociedade e o meio ambiente, vamos partilhar com os visitantes desta página, através de imagens, como era o centro da Freguesia n...

Biografia de Maria Antonietta de Rezende

Tendo como berço Carmo da Cachoeira, Maria Antonietta Rezende , nasceu a 9 de outubro de 1934 no seio de uma das mais tradicionais famílias do município – a Família Rezende . A professora Maria Antonietta deixou seu legado, o “modelo de compromisso e envolvimento com a terra em que nasceu” . Trabalhou consciências, procurando desenvolvê-las, elevá-las. Fazia isto com seus alunos, com os componentes dos grupos musicais que coordenava, com as crianças ligadas à Igreja, enfim, com toda população. Foi um exemplo vivo de “compromisso com a tradição” e um elo da longa corrente que chegou até nós neste ano comemorativo. Fez sua parte. Nós fazemos a nossa – manter a tradição. No dia-a-dia deixou o exemplo de vida e através de publicações, sua visão de mundo. Editou “Evocações daqui e de além” , “Encontro e desencontros” e “Coletânea de hinos litúrgicos” . Dedicou sua vida ao estudo, à educação e à sua Igreja, como catequista, cantora e liturgista. Patrick A. Carvalho, ao prefaciar sua obra “...