Pular para o conteúdo principal

Padre André Luiz da Cruz e Padre Bernardo Scharfenstein.


Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Comentários

Anônimo disse…
Carmo da Cachoeira é fora de série e padrão. O que faria daí um lugar tão especial? Seria a fé que existe nos corações de seus habitantes? Seria a simplicidade de sua sociedade sofrida e não amargurada? Seria a decisão de muitos em não aderir ao consumismo desenfreado e ousados o suficente para, sem medos de críticas, avançar e reconstruir um mundo de mais amor, compreensão, fraterno? Não importa a causa. Vejo a foto mostrando duas raças diametralmente opostas e colocadas lado a lado em plena harmonia. Vi no passado a presença de um de minha família, SPERENDIO GAMBÓGI e sua mulher MARIA GAMBÓGI, nos idos anos de 1902. Meu presente é a seguinte informãção e meus votos são de que, o FORTALECIMENTO se faça, cada dia com novas adesões. Que o VOLUNTARIADO não espere os momentos de crise para se manifestar. Itália, País que mostrou a força de seus sindicatos esteve presente aí em seu passado remoto, portanto, o trabalho de voluntariado e os mutirões presentes nos terreiros das grandes fazendas de imigrantes, já mostraram a força desta união. BARÃO DA BOA ESPERANÇA em 05/05/1902, "no districto do CARMO DA CACHOEIRA, compareceu o Barão da Boa Esperança, morador na cidade de Três Pontas. Constitui seo bastente procurador, residente em Três Pontas seus filhos, OLYMPIO PEREIRA DE BRITO e FRANCISCO XAVIER DE BRITO e AZARIAS FERREIRA DE BRITO SOBRINHO para assinar escriptura de venda que SPERENDIO GAMBÓGI e sua mulher MARIA GOMBÓGI fazem a OLYMPIO MAGALHÃES na cidade de Três Pontas. Testemunhas: JOSÉ FERREIRA DE MESAQUITA E BERTHOLINO (ilegível).
Anônimo disse…
O destino das andorinhas.

Nem sei para onde vão as andorinhas
e eu nego-me a segui-las quando me convindam
para seu voo nas noites de luar
ou nas montanhas de primavera.
Aproveitando a poesia de José Antonio, dou-lhes uma dica:

Conheçam a obra de genealogia de Adélia Maria Woellner, "Para onde vão as andorinhas".
Anônimo disse…
"Ilmo. Prezidente da Camara Municipal da Vila de Lavras.
O fiscal Gabriel Flávio da Costa". "Acta de qualificação de 1 de janeiro de 1839, com prezidencia do Juiz de Paz, Capitão Joaquim Fernandes Ribeiro de Rezende". Outra ata no ano seguinte, diz: "com assistência do atual Juiz de Paz, Francisco Daniel da Costa (...)"Dados obtidos, p. 17, do livro: Carmo da Cachoeira - Origem e Desenvolvimento. Prof. Wanderley F. de Rezende.
Que movimento político ocorreu na ocasião em que o Districto da Boa Vista estava ligado a Lavras do Funil, e qual a posiçãom tomada ela Câmara Municipal em relação ao movimento. Ver adesão da Câmara Municipal à Revolução de 1842 no texto, Dr. José Jorge da Silva. www.portalmuseu.ufla.br/vida27.htm
Anônimo disse…
Para onde vão as andorinhas? Veja em CIÊNCIAS SOCIAIS EM DEBATE: Surgimento do Gaúcho - Microsoft Internet Explorer. José Augusto Fiorin, professor graduado em História e pós-graduado em Ciências Sociais diz: "começa a se articular às atividades econômicas do Brasil colonial (...) através da preia do gado xucro (...) passaram a ter mercado interno na florescente mineração da zona das Gerais, o que estimula paulistas e lagunistas a virem prear o gado xucro existente no Rio Grande do Sul e levá-lo à área de mineração". E assim, ir-e-vir constantes, o homem hoje está aqui, amanhã acolá. Tropeiro vai, tropeiro vem dinamizando os pontos de arranchão e pousadas.
Anônimo disse…
Um preito de gratidão e um registro para grafar seu nome na história de Cachoeira - MG.
PERCY DE OLIVEIRA VILLELA.
Nascido na fazenda dos PINHEIROS neste município, aos 20/01/1905. Filho de ANTONIO DE REZENDE VILLELA e CORINA EULÁLIA DE OLIVEIRA. Era o oitavo filho entre onze irmãos. Estudou com os irmãos mais novos, com uma professora trazida do Rio de Janeiro (dona Tereza) a pedido de sua mãe. Aprenderam além das matérias básicas, Francês, Latim e música. Percy tocava violino, violão, bandolim e cavaquinho. Aos 15 anos, foi estudar em Cambuquira em um colégio particular onde permaneceu dois anos. Com 20 anos aprendeu a dirigir e foi chofer de seu pai que na época era prefeito da cidade. Traçou a estrada que liga Carmo da Cachoeira ao município de São Bento Abade. Traçou tamabém a estrada que liga Carmo da Cachoeira ao cemitério da Chamusca. Trouxe a primeira água da codade, trazida da fazenda CAPITINGA (Capetinga), até a Praça Santo Antonio. Foi o primeiro motoqueiro desta cidade com seu irmão Saul de Oliveira Villela. Casou-se aos 34 anos com dona Zilah Reis (19 anos), filha de Gabriel Justiniano dos Reis e dona Ana Reis (dona Naninha) e teve quatro filhos: Dyrce; Ronaldo (falecido com 10 dias); Antonio e Cey. Reformou o Clube Social Tabajara com seu próprio dinheiro, junto com seu irmão Saul e Alaor Lima Reis. Foi o primeiro Ministro da Eucaristia da cidade onde permaneceu no cargo por vinte anos. Foi secretário e fabriqueiro (prestador de contas) da Paróqui. Foi correspondente do Banco do Brasil na cidade, época que a mesma não tinha agência bancária. Foi consultor da Caixa Econômica Estadual e fazia planejamento para empréstimo aos fazendeiros. Foi medidor de terras e louvado para partilhas. Faleceu, faltando quinze dias para completar 94 anos, aos 05/01/1999 deixando sua esposa, três filhos, nove netos e três bisnetos.

Mais lidas no site

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Mais lidas nos últimos 30 dias

O Capitão Diogo Garcia da Cruz.

G ravura da obra O Capitão Diogo Garcia da Cruz de Ricardo Gumbleton Daunt , onde se lê: O Capitão Diogo Garcia da Cruz neto de Diogo Garcia e Júlia da Caridade naturais da Ilha do Faial e sua geração. A Edição de que o Projeto Partilha dispõe foi editada em São Paulo - 1974 foi revista, ampliada e atualizada pelo Professor Caio de Figueiredo e Silva. Próxima imagem: Denise Garcia e os Garcia Frades. Imagem anterior: As três ilhõas de José Guimarães.

Ave Maria na Igreja Matriz N. Srª. Carmo

Recital de Piano e Canto em Carmo da Cachoeira Além do pianista Francis Vilela e das mezzo-sopranos Larissa Amaral e Maisa Nascimento, durante a apresentação do tema Berceuse da Suíte Dolly, de Gabriel Fauré houve a participação especial do pianista Hélcio Barone Júnior, formado pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade São Paulo. Um momento especial, raro, em que os espectadores puderam apreciar uma apresentação de pianos a quatro mãos. A Ave Maria, ou ave-maria, também chamada de Saudação Angélica, é uma oração, que saúda a Virgem Maria baseada nos episódios da Anunciação e da Visitação (Lucas 1:28-42). Segundo São Luís Maria Gringnon de Montfort, cada vez que se reza a Ave Maria, a Virgem Maria no céu louva a Deus por nós com seu canto, o Magnificat  A Ave Maria é repetida várias vezes na recitação do Santo Rosário, uma oração completa, porque nela reside a história da nossa salvação ao meditar os mistérios da vida de Jesus e Maria; incluindo as orações, do Credo; o Pai...

Hino do Centenário de Carmo da Cachoeira

letra: Haroldo Ambrósio Caldeira música: Álvaro Arcanjo Athaíde interpretação: Glória Caldeira teclado: Teresa Maciel do Nascimento estúdio de som: João Paulo Alves Costa - DjeCia edição de vídeo: Rícard Wagner Rizzi Letra do Hino do Centenário Cem anos de existência bem vivido Cantemos este hino de alegria Saudando essa data memorável do nosso centenário nesse dia. Cachoeira, Carmo da Cachoeira, Berço de um povo acolhedor Ergue hoje um pavilhão Rendendo Graças ao Senhor.

Inventários de Antônio Dias de Gouveia e esposa

A ntônio Dias de Gouveia , falecido em 27 de junho de 1789, teve seu inventário aberto na paragem da Ponte Falsa da Freguesia de Santa Ana de Lavras do Funil, do termo de São João Del Rey, Minas e Comarca do Rio das Mortes, tendo como inventariante sua esposa Ana Teresa de Jesus. Nos chama a atenção os limites e os bens que ficaram de herança. “(...) que de uma banda parte com fazenda de João Francisco Carvalho e com a fazenda chamada a dos Barreiros”. J á o inventário de Ana Teresa de Jesus, Ana Teresa de Jesus, filha de Maria da Assunção Franca e Manoel Alves Pedrosa, cita como seu genro Manoel Pereira de Carvalho; Gabriel Antônio de Carvalho e Joaquim Antônio de Carvalho e os filhos João Dias de Gouveia e irmãos. E aponta como bens: fazenda Chamusca – 14:090$000; fazenda Rio Grande – 3.000$000; fazenda Palmital – 200$000; terreiro fazenda Chamusca – 1.000$000; terreiro da fazenda Rio Grande – 400$000; terreiro da fazenda Caxambu – 270$000. A fazenda Chamusca ficou em comum,...

O livro da família Reis, coragem e trabalho.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: 24º Anuário Eclesiástico - Diocese da Campanha Imagem anterior: A fuga dos colonizadores da Capitania de S. Paulo

Mais Lidas nos Últimos Dias

O Capitão Diogo Garcia da Cruz.

G ravura da obra O Capitão Diogo Garcia da Cruz de Ricardo Gumbleton Daunt , onde se lê: O Capitão Diogo Garcia da Cruz neto de Diogo Garcia e Júlia da Caridade naturais da Ilha do Faial e sua geração. A Edição de que o Projeto Partilha dispõe foi editada em São Paulo - 1974 foi revista, ampliada e atualizada pelo Professor Caio de Figueiredo e Silva. Próxima imagem: Denise Garcia e os Garcia Frades. Imagem anterior: As três ilhõas de José Guimarães.

Ave Maria na Igreja Matriz N. Srª. Carmo

Recital de Piano e Canto em Carmo da Cachoeira Além do pianista Francis Vilela e das mezzo-sopranos Larissa Amaral e Maisa Nascimento, durante a apresentação do tema Berceuse da Suíte Dolly, de Gabriel Fauré houve a participação especial do pianista Hélcio Barone Júnior, formado pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade São Paulo. Um momento especial, raro, em que os espectadores puderam apreciar uma apresentação de pianos a quatro mãos. A Ave Maria, ou ave-maria, também chamada de Saudação Angélica, é uma oração, que saúda a Virgem Maria baseada nos episódios da Anunciação e da Visitação (Lucas 1:28-42). Segundo São Luís Maria Gringnon de Montfort, cada vez que se reza a Ave Maria, a Virgem Maria no céu louva a Deus por nós com seu canto, o Magnificat  A Ave Maria é repetida várias vezes na recitação do Santo Rosário, uma oração completa, porque nela reside a história da nossa salvação ao meditar os mistérios da vida de Jesus e Maria; incluindo as orações, do Credo; o Pai...

Hino do Centenário de Carmo da Cachoeira

letra: Haroldo Ambrósio Caldeira música: Álvaro Arcanjo Athaíde interpretação: Glória Caldeira teclado: Teresa Maciel do Nascimento estúdio de som: João Paulo Alves Costa - DjeCia edição de vídeo: Rícard Wagner Rizzi Letra do Hino do Centenário Cem anos de existência bem vivido Cantemos este hino de alegria Saudando essa data memorável do nosso centenário nesse dia. Cachoeira, Carmo da Cachoeira, Berço de um povo acolhedor Ergue hoje um pavilhão Rendendo Graças ao Senhor.