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Correspondência recebida:


de: GAPA

Um dia revertermos a crueldade e todos serão assim felizes, como nossos atores de hoje. Tem é que acreditar que é possível, e cada um fazer sua parte. Em Carmo da Cachoeira, nós fazemos a nossa. Embora sejamos minoria, estamos no pário. Temos convicção de que os futuros turistas verão aqui animais tão felizes quantos estes. Tenham fé. Acreditem.

de: Projeto Partilha

E como fica Carmo da Cachoeira em relação ao povo indígena presente em seu território, nos idos tempos do imenso reino dos Cataguases (Cataguás). Bem, é só perguntar ao Emerson, todos o conhecem na cidade. Pintor e Restaurador é uma pessoa de grande sensibilidade. Conectado como ninguém a causa indigenista, vive a perguntar sobre estes nossos ancestrais. O Emerson mora no Bom Retiro e é um cidadão ligado a Cultura. As Escolas poderiam ver, em que ele poderá colaborar como divulgador da cultura indígena em Carmo da Cachoeira. A profª Beatriz, diretora da Escola Prof. Wanderley já o inseriu como amigo da escola. Talvez outras diretoras tenham feito o mesmo, no entanto, ainda não temos conhecimento. Vamos lá, Emerson, Carmo da Cachoeira conta com você bem próximo em assuntos que dizem respeito ao nosso índio e a sua causa.

de: est. UFF

Oi, pessoal. Já que o assunto é índio vejam novas visões sobre esta população em www.historia.uff.br/tempo/artigos_livres/artg5-7.pdf

Quem é o autor João Daniel? Que imagem ele tem do indígena? Qual a relação que se estabelecia entre esta população, missionários e colonos, analisadas sob o prisma deste autor e nas situações e vivências do dia-adia? Embora a atuação do Pe. João Daniel tenha sido na Amazônia, o século é o 18. O trabalho é digno de ser conhecido. Ele dá a oportunidade de incorporação de informações sob uma ótica pouco divulgada. Oportuno também, dada a escassez de estudos sobre o índio na Comarca do Rio das Mortes. Na visão do Pe. João Daniel "As aldeias missionárias, podem deixar de ser vistas simplesmente como local de dominação e imposição ideológica dos padres sobre os índios, para tornar-se espaço de encontro entre homens e mulheres de etnias e culturas diversas; culturas essas que se transformavam em função das experiências de contato e dos interesses de seus agentes".

de: GAPA - Grupo de Apoio e Proteção aos Animais

Lembrando que, em nenhum momento, este blog pensou em fazer propaganda dos produtos da indústria Pedigree, do qual não recebe apoio financeiro, ou outro qualquer. O Projeto Partilha une-se aos que se dedicam ao animais com o intuito de protegê-los. Em especial, àqueles que levam avante medidas de prevenção, controle e busca de melhoria na qualidade da vida dos reinos infra-humanos.

de: cidadão varginhense

Maria Jacintha da Cruz em 08/12/1894, moradora no districto do Carmo da Cachoeira da cidade de Lavras do estado de Minas Gerais. Constitui procurador aqui em Varginha. Foi o douctor José Marcondes de Andrade Figueira para fazer o inventário dos bens deixados pelo seu marido. Assina arrogo Domingos d'oliveira Carvalho de Vilhena. Testemunhas João Ceryno da Costa e José Baptista Sant´Ana. Obs. Em seguida está registrada a seguinte escriptura: O Domingos, casado com Marianna Clara de Gouveia Vilhena. Comprador Francisco Pinto de Souza Junior da fazenda Maria Jeronyma cita no districto da cidade de Lavras deste Estado.. Em 21/01/1895, está citado "neste districto da Cachoeira do Município de Varginha em casa de residência do Douctor Mathias de Vilhena onde o tabilião fui vindo compareceram como vendedores Domingos d´Oliveira Carvalho de Vilhena e com comprador "Tem a fazenda supra nomeada que houverão de diversas por compra e herança de seu finado sogro e Pai o Barão de Lavras". Limites: "Comessa sua confrontação na porteira do pasto da fazenda da Cachoeira divizas com herdeiros do finado Antônio Joaquim até o ribeirão da Cachoeira por este abaixo até o rio Grande por este acima e voltando a direita a dividir com Avelino Fidelles seguindo esta volta ao rio segue até encontrar as divizas de José Ladislau Pereira e por esta e vallos até o Rio Grande e subindo por este até o tapume do pasto de Jacintho Gualberto Ribeiro por este acima encontando o vallo dividindo com Alcebiades José d'Oliveira até a porteira onde teve princípio. Inclui moradas, casa quintal (...) e todas as benfeitorias mencionadas. Renda da Comarca Municipal dfa Cidade de Lavras, Estado de Minas Gerais, Brazil, Exercício de 1895, N. 78. RS1:200$000. Recebido Snr. Francisco Pinto de Souza Junior a quantia de um conto e duzentos mil seis pelo imposto da compra que faz de uma fazenda denominada Maria Jeronyma, no districto desta denominada cidade, a Domingos d'Oliveira Carvalho Vilhena casado com Marianna Clara de Gouveia Vilhena. Lavras, 19 de janeiro de 1895. Testemunhas: Joaquim Garcia da Fonseca e Severino Ribeiro Naves".

Comentários

Anônimo disse…
"Districto do Carmo da Cachoeira, 04/02/1860", notificado os senhores Domingos da Costa Ramos e José Celestino Terra Como peritos num exame de (...). Testemunhas: José Pedro Terra e Aureliano José Mendes.
Anônimo disse…
Translado do corpo de Delicto feito na pessoa de Manoel, escravo de PAULO FRANCISCO MAFRA, em 13/05/1865, moradores na freguesia do Carmo da Cachoeira. " ... hindo um escravo do suplicante à casa de Antonia de Tal, e ahi encontrando-se com Thomé Bernardes, este (...) seo escravo Manoel". Assina a rogo Josué Leite Ribeiro. Nomeado perito Ignácio Lopes de Guimarães, fazendeiro e morador na freguesia da Cachoeira.

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A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

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