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Correspondência recebida:


de: sala de imprensa

Parabéns TS Bovaris. Parabéns Pe. André. Cultura se faz assim. Com qualidade. E vão dizer que o povo não reconhece o que é feito com carinho, despreendimento e sem esperar resultados?

de: Projeto Partilha

Processo de Bem Viver: "Aos nove dias do mes de maio de mil oitocentos e secenta e conco, em casa do major Joaquim Antônio de Abreo (1844) subdelegado desta Freguesia, lanço aqui o nome Mizael Antônio da Silva uma multa correspondente a metade do tempo. Para arbitrarem nomeio Antônio Dias Pereira de Oliveira e José Alves de Figueiredo. Peço a Gabriel Rodrigues (...) Destricto do Carmo da Cachoeira, 1 de maio de 1865. Assina Joaquim Antônio de Abreo. Nada mais se continha, eu, Aureliano José Mendes escrivão que escrevi." Joaquim Antônio de Abreu

de: anônimo

A Expedição Villas-Bôas contempla Cachoeira. Encontrei por puro acaso. Clique na página deles em onde vamos. Vi que estão em todo território Nacional. Fui ver em quem eles pensaram ao falar na Rodovia 381. Surpresa: Estado de Minas Gerais, 4 Etapas, depois da Rod. 428; 170 lá vem nóis. Rodovia 381 - Carmo do Cachoeira. Só estranhei Carmo se do e não, da Cachoeira. Só duas cidades Carmo da Cachoeira e Três Corações. Que bom.

de: Otavio

Epa, tem cheiro de lobo no ar. Cachoeira ainda está buscando suas origens. Que dificuldade. O texto é muito bão. Muito bão mesmo.

de: correspondente BE/MG

Antônio Augusto da Costa Portugal publicou em trabalho de caráter histórico nas páginas da Revista do Arquivo Público de Minas Gerais de 1898. "... as margens do rio das Mortes, tão decantado pela comarca do mesmo nome da cidade de São João del Rey, demoravam até o rio Sapucaí, abrangendo longa região hoje em grande parte habitada por alguns nativos. Mas, "in illo temporo" eram um verdadeiro sertão, habitado por alguns poucos nativos". Um João de Souza Pinto, ao desviar-se do conhecido roteiro para Jacuí, veio ter esse lugar e ali, "engraçando-se com ele, construiu casa e ali residiu por alguns anos. Um filho seu de igual nome, casou-se ali em Dores da Boa Esperança a 29/11/181(ilegível) com Antonia Alves de Oliveira. João de Souza Pinto faleceu com 102 anos em 1795. Inventário em Baependi.

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