Pular para o conteúdo principal

Correspondência recebida:


de: Projeto Partilha
Venda realizada em 15/04/1919. Espólio de Francisca Custódia de Souza, mãe de Levy Veiga Costa, morador na fazenda Couro do Cervo "deste districto de Carmo da Cachoeira", "começando na Barra do córrego do Sobradinho até o vallo de divisa com Idalina da Costa Reis e herdeiros (...) Miguel Abrahão, e pelo espigão acima até as divisas de André Avelino de Figueiredo (...) divisas com Adolpho Capello (...) Eduardo Alves Junqueira (...) José Augusto Veiga e Augusto Veiga. Assianm como testemunhas: Othoniel Baptista da Cunha e Joaquim Lourenço da Silva.

de: Alma

TS Bovaris capta pétalas de luz emanadas do infinito, num instante de bençãos. Lançadas em profusão e da profundidade do Cosmos pelo Criador de todas as coisas ao planeta, visa tão sómente amenizar as dores e sofrimentos daqueles seres orantes. Ele, TS Bovaris consegue, ao colher os frutos e da colheita partilhar através de palavras. O envio a nós internautas e leitores assíduos desta página, é a forma por ele encontrada de multiplicar as pétalas de luz. Por vir do Cosmos tem energia divina, e por partilhar fraternalmente é mantida na lei do amor puro e desinteressado. Para mim, é isto aí, não sei se soube dar interpretação àquilo que meu coração entende como correto. Fica, no entanto, registrado meu depoimento e incentivo aos organizadores deste blog, de leitura diária obrigatória.

de: família carioca

Como leitor gostaria de agradecer ao organizador deste blog e a Igreja, impulsionadora da cultura local. Uma rara oportunidade que temos de colaborar com página de tão alto nível. Entramos diariamente com imenso prazer neste veiculo de divulgação, e imediatamente buscamos este endereço. Um refrigério para a alma.

de: José Antonio Gonçalves

O destino das andorinhas.

Nem sei para onde vão as andorinhas
e eu nego-me a segui-las quando me convindam
para seu voo nas noites de luar
ou nas montanhas de primavera.

Aproveitando a poesia de José Antônio, dou-lhes uma dica:

Conheçam a obra de genealogia de Adélia Maria Woellner, "Para onde vão as andorinhas".

de: colaborador voluntário
Carlota Maria Spirito Santo, que poderá a ser Carlota Maria do Espírito Santo, casada com Eugênio Adelino de Souza vende a Eduardo Alves de Gouvêa terras no lugar denominado Olaria, terras em comum com Gabriel dos Reis Silva, Manuel dos Reis Silva; dona Rita Tictalina de Souza; Maria Mulata e família. Testemunhas: Tiburcio de Barros Silva e João Baptista da Fonseca.

Comentários

Anônimo disse…
"Em 11/08/1857, MARCIANO JOSÉ DA COSTA, no distrito da Boa Vista, Freguezia e Termo da Villa de Lavras, Comarca do Rio Verde, em casa de morada de Gabriel Flávio da Costa, onde foi vindo o cidadão Antonio Severiano de Gouvêa, suplente do subdelegado, comigo escrivam interino Manoel Theodoro Netto (...)". Diz Marciano José da Costa que "tendo comprado huma parte de terras e benfeitorias citas no lugar denominado VARGEM DO RIO DO PEIXE, fazenda que se acha em (ilegível) com dona Anna Cândida da Costa com maior parte a Gabriel José Junqueira, José Mizael de Andrade, Ignácio Lopes, Francisco Lopes de Souza, sócio este nas benfeitorias da sua fazenda (...). Apareceu Francisco Ignácio, Francisco de Assis de Souza, José Ignácio de Souza Sobrinho e José Pimenta (...). Testemunhas : Joaquim Francisco ou Flausino, Afonço de Tal e o Capitão João da Costa Silva. Oficial de Justiça deste Juízo, José Antonio Landim. Local: Fazenda do Grotão, 12 de agosto de 1857. Cumpra-se.
Anônimo disse…
"Fazenda do Rio do Peixe, 7 de junho de 1869. Ilmo. Snr. Tenente Cor. José Fernandes Avelino.
Aos vinte e seis dias fugio hum escravo meo por nome Joze Antonio. Ontem achou-se ele morto e já bastante disfeito prabaixo da tapera da Vargem julgo pertencer a Freguesia da Cachoeira. Como me consta que V. S. he o subdelegado em exercício por isso pesso e rogo o favor de vir até esta sua caza para poder com a justiça conforme manda e no mais aqui estou as suas ordens por ser (ilegível". Assina MARCIANO JOSÉ DA COSTA.
Anônimo disse…
Em 8/5/1869 era "Inspetor do segundo quarteirão na Freguesia do Carmo da Caxoeira, Districto de Três Pontas, Comarca do Sapucahy, JOAQUIM PEDRO DA SILVA, Oficial de Justiça José Felizardo de Assis". José Celestino Terra, estando com testemunha em uma demanda é assim descrito: José Celestino Terra, natural da Freguesia de Lavras e morador no destricto de Cachoeira, 49 anos, casado diz: "sabe por ouvir dizer que na Fazenda (ilegível) essa dizer (ilegível) de escravos constantes da parte official do Inspector mas que era por causa de negociar sem ordem de seus senhores". Testemunha: Alexandrina Maria da Crus, 28 anos, mulher de Gabriel Rodrigues da Silva, Joaquim da Costa Ramos e Thomé Monteiro da Costa

Mais lidas no site

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Mais lidas nos últimos 30 dias

Ainda garoto, o Pe. Manoel F. Maciel ao colo do pai.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas. Imagem anterior: Os Maciéis, uma família Brugre com muito orgulho.

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Padre Manoel Francisco Maciel no pátio da escola.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Mapa com as fazendas limítrofes. Imagem anterior: A antiga escola particular de Carmo da Cachoeira.

Distritos, fazendas, ermidas e patrimônios.

P ara este trabalho , só um olhar singelo sobre cada fazenda e uma busca para encontrar o ponto de religiosidade existente em cada uma. Pensou-se um pouco em sua história e a reconstruímos com imagens através de fotos e ilustrações. O primeiro documento estudado em relação a limites foi a Carta Patente de Criação da Companhia de Ordenanças de 1811 . D iferentes critérios foram utilizados para agrupar as nossas fazendas. Aqui citamos alguns destes trabalhos: Professor Wanderley F. Resende , Carta Patente de 1811 , relatório do juiz de paz Raphael dos Reis e Silva de 1842 ; Lei de Criação da Paróquia ( freguesia ) de 1857 ; Limites do Patrimônio da Paróquia de 1893 ; Álbum da Varginha , de 1917 e de 1918 ; Registro no tabelião de Varginha de 1922 ; além das citações encontradas em documentos e livros dispersos. I - As citadas pelo Prof. Wanderley são: - fazenda do Retiro ( fazenda Retiro ) ; - fazenda do Rancho ( fazenda Rancho ) ; e - sítio Cachoeira ( da Cachoeira ) . II - C...

O caso do escravo Lério sepultado no adro da Capela de São Bento do Campo Belo.

J osé Ferreira Godinho , negociante, morador no Rancho da Boa Vista , em 19 de julho de 1862, foi um dos peritos, junto com João Villela Fialho, morador na fazenda dos Pinheiros , foram os peritos nomeados no " Caso do escravo Lério ", sepultado no adro da Capella de São Bento do Campo Bello. O sacristão da referida capela era José Ignácio de Souza. O procurador dela, o tenente Francisco Ignácio de Souza. O documento, cuja inicial deu-se na fazenda Retiro em 20 de julho de 1862, registra alguns nomes e localizações, que podem auxiliar os estudiosos da região. Mostra que foram testemunhas no enterro do escravo Lério, Ignácio Lopes Guimarães, Antônio Gomes Martins e Antônio Lopes Guimarães. Assina o documento Aureliano José Mendes. Em outro momento e relacionado ao mesmo caso outras testemunhas são ouvidas: Jozé Boenno; Joaquim Thomaz; Mogango; Maria Albina mulher de Luís Francisco Motique; Pedro Bernardes da Costa; " Guerino Ferreira de Oliveira, 55 anos, natural e morad...

Mais Lidas nos Últimos Dias

Ainda garoto, o Pe. Manoel F. Maciel ao colo do pai.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas. Imagem anterior: Os Maciéis, uma família Brugre com muito orgulho.

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Padre Manoel Francisco Maciel no pátio da escola.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Mapa com as fazendas limítrofes. Imagem anterior: A antiga escola particular de Carmo da Cachoeira.