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Casa de taipa na fazenda do Lobo em Carmo da Cachoeira.

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Comentários

Anônimo disse…
Esta foto especificamente, é a do MORRO DO PAULISTA. Hoje não se encontra nem os escombros da propriedade, nem se sabe dizer de sua localização. A Fazenda do Lobo ainda está lá para mostrar a força e forma das antigas construções coloniais. Temos reportagem completa do local. Seu guardião, o Lucas está sempre circulando por entre os antigos cômodos, arranjando daqui, consertando daí. O que temos ainda como recordação da arquitetura de taipa, forma de construção comumente utilizada pelos paulistas, está na Fazenda Urtiga. Em alguns pontos, o prédio lá existente nos revela a forma estrutural deste tipo de construção. A taipa-de-pilão vive na memória dos antigos moradores cachoeirenses, que contam em detalhe a forma como ela era feita.
Anônimo disse…
Lembranças dos tempos antigos:
Em 30/03/1883 o Oficial do terceiro quarteirão da freguesia do Carmo da Cachoeira, Joaquim Ferreira de Azevedo, Francisco José Gomes e Modesto José Pereira em casa do Reverendo Vigário Antonio Joaquim da Fonseca, e mais os peritos Doctor José Constâncio de Oliveira e Silva e o Pharmacêutico Antonio Dias Pereira de Oliveira, o professor público da freguesia do Espírito Santo dos Coqueiros, Francisco de Paula Cândido e as testemunhas Antonio Rabello da Cunha e Theodolindo da Silva Serra Negra, todos moradores nesta freguesia ouviram o depoimento de Maria Rita de Jesus,(assina por ela Arthur Estolano da Fonseca) 46 anos, solteira, filha de Manoel Pedro e Rosa, natural de Lavras, jornaleira. Dizia ela que na quinta-feira Santa foi a sua casa Antonio Joaquim Martins e lhe ocasionou "offensas physicas".
Anônimo disse…
FOGO NA PONTE DO RIO DO PEIXE., no lugar chamado, "do Silvério".

Em 16/10/1881, o Inspector do primeiro Quarteirão JOAQUIM BONIFÁCIO BAPTISTA da freguesia do Carmo da Cachoeira faz ofício e pede a alguns fazendeiros aceitarem o encargo de serem "peritos" no caso. Foram indicados Antonio Delmindo de Andrade, carpinteiro, José da Costa Baptista e José da Costa Baptista, todos moradores desta mesma freguesia, vizinhos do lugar do delicto. A assinatura está como, BELLA VISTA, 18 de outubro de 1881 e as testemunhas: José Pedro da Silva, digo, José Ribeiro da Silva e José Gomes do Nascimento ambos moradores desta mesma freguesia. Joaquim Ferreira Azevedo assina arrogo de Antonio Delmindo de Andrade.
Anônimo disse…
João Antonio da Fonseca e José Esteves dos Reis foram os peritos em 25/11/1881, e com as testemunhas Joaquim Ferreira de Azevedo e João de Resende Branquinho, todos moradores na freguesia do Carmo da Cachoeira, estudaram um caso em que estava envolvido José, escravo de dona THOMAZIA MARIA DE SANTA ANNA.
Anônimo disse…
Uma questão no RIBEIRÃO DA CAVA, freguesia do Carmo da Cachoeira, Comarca de Três Pontas.

Joaquim Cândido de Abreu, em 7/6/1887, escrivão do Juiz de Paz da freguesia do Carmo da Cachoeira-MG registra que FERNANDO JOSÉ ANTONIO, morando a seis annos no Ribeirão da Cava, filho de José Antonio Filisbasio e Anna Flauzina de Jesus, natural de Lavras falecido, prestou serviços de valeiro a MANOEL RAIMUNDO DE TAL ou DA SILVA. Foram peritos, Dr. Mathias Antonio Moinhos de Vilhena e Antonio Dias Pereira de Oliveira. Testemunhas: Tiburcio de Barros e Silva e Eugenio Benedicto da Silva, todos moradores na freguesia do Carmo da Cachoeira. Assina arrogo de Manoel Raymundo, Jeronymo Ferreira Pinto Vieira.
Anônimo disse…
GADO CACHOEIRENSE SEGUE PARA O RIO DE JANEIRO.

"Em 05/04/1880, nesta freguesia do Carmo da Cachoeira, Commarca do Sapucahy, (...) contratou o cidadão AURELIANO PROCÓPIO NAVES que se acha alistado por esta Junta Parochial do Alistamento Militar, sob o número 34, como CAPATAZ. Assina ANTONIO JUSTINIANO DOS REIS, morador e negociante nesta freguesia do Carmo da Cachoeira-MG, que exporta grande número de gado para o Rio de Janeiro".
Anônimo disse…
Atestado dado por DR. JOSÉ CONSTANCIO D´OLIVEIRA E SILVA, formado pela Faculdade de Medicina do Rio de Janeiro.

Em 28 de março de 1880, na Fazenda do Morro Grande, Dr. José Constâncio emite atestado, que segue assinado e é juntado a uma justificação e impedimento "de prestar serviços militares". O pedido solicita excluir ANTONIO VILLELA DE REZENDE, morador na freguesia do Carmo da Cachoeira, da prestação do referido serviço por "incapacidade", conforme o atestado que segue em anexo. Nomes que aparecem: Severino Ribeiro de Rezende, presidente da juncta do Conselho Militar na Fazenda do Brejo. O quarto juiz de Paz da freguesia do Carmo da Cachoeira, Custódio Villela Palmeira, Fernando Affonso de Mello, juiz de districto e João Fernandes de Oliveira e Henrique Luís Cardoso e Cândido Carlos Novaes.
Anônimo disse…
Epa, TS Bovaris. Está muito estranho aquele anúncio no rodapé. Com tanta gente em trabalho voluntário de desinteressado e vem a bomba de "ganhar dinheiro" por estar conectado. Não entendi.
Anônimo disse…
Concordo com o amigo do comentário anterior. O blog irá atrair outro tipo de colaborador. Estranho. É melhor fechar este desinteressado antes de abrir outro. Não estou entendendo essa.
Anônimo disse…
Aos internautas colaboradores.
Em nenhum momento o Projeto Partilha teve a intenção de mudar o foco de seu trabalho ou o seu público fiel. A presença do anúncio incomodou também os envolvidos no Projeto, e residentes em Carmo da Cachoeira- MG. Deve ter sido uma exigência que o administrador do blog teve que atender, no entanto, deve estar incomodando a T S Bovaris também. Certamente ele irá encontrar novos caminhos para poder continuar com o seu trabalho voluntário. Leitores atentos jamais aceitarão misturas. Saem de linha e TS Bovaris sabe disso. Acreditem nele.
Anônimo disse…
Vi a seguinte escritura de compra e venda da Fazenda da Cava, na freguesia do Carmo da Cachoeira e Comarca do Rio Verde. A venda foi feita por Vicente Ferreira do Nascimento e sua mulher Anna Antonia de Jesus, ao senhor JOÃO GOMES DO NASCIMENTO. Os vendedores "houverão por herança de seus finados pais e sogro JOÃO JOZÉ DO NASCIMENTO e THEREZA MARIA DE JESUS e por compra feita a BERNARDO JOZÉ DA COSTA". O ano de 1859.
Anônimo disse…
Ao colaborador do Vale do Sapucaí o reconhecimento do Projeto Partilha. Aproveitamos para informar que a referida FAZENDA DA CAVA é de relevante importância na busca de nossas origens. É muito próxima hoje, e pela extensão territorial do passado, não sabemos se estava incluída no território pertencente a JOSÉ DA COSTA MORAES, da FAZENDA PEDRA NEGRA. Lembrando que estamos buscando informações que nos levem a MANOEL ANTONIO RATES, pai de JOSÉ DA COSTA MORAES, primeiro morador da CACHOEIRA DOS RATES, no Ribeirão do Carmo, hoje município de Carmo da Cachoeira-MG.
Profunda gratidão pelo repasse de tão precioso dado.
Anônimo disse…
Procuração que faz JOAQUIM PRUDENTE CORRÊA e sua mulher JOANNA MARIA DE JESUS, nesta cidade de BATATAIS. Constitui procurador em Lavras a ANTONIO SEVERIANO DIAS DE GOUVÊA para vender terras da FAZENDA CACHAMBU e PEIXES. Nomes que aparecem citados: Anna Delminda de Gouvêa, casada com José Antonio dos Reis; José Feliciano Dias de Gouvêa, casado com Hyppolita Carolina Roza de Gouveia. Em Batatais o tabelião Antonio Sebastião Franco. Testemunhas: José da Silva Franco e Eduardo Augusto Teixeira.
Anônimo disse…
Ei, cachoeirenses. Entre os documentos de meu trabalho tem gente daí. Estou trabalhando com os vinte primeiros anos do século XX. Veja: Anna Cirino da Costa e seu neto, José Augusto d´Oliveira, em 1919,terras de herança do finado pai de Anna, na freguesia do Carmo da Cachoeira - MG, dividindo com Antonio da Costa Ramos e Etelvina Joanna da Costa e Joaquim Martins da Costa, herdeiros de Raphael Diliport Cassiano; Benjamin Francisco Antonio.

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