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Antiga sede da fazenda Paraíso em Carmo da Cachoeira.


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Comentários

Anônimo disse…
NA ermida desta casa - Sede da Fazenda Paraíso, MIGUEL ANTONIO RATES, batizou um filho.
Anônimo disse…
Imóvel rural que pertenceu ao Capitão Diogo Garcia da Cruz, situado entre os municípios de Três Pontas e Nepomuceno, no Sul de Minas Gerais. Alguns biógrafos do Capitão Garcia afirmam que a sede era no Nunicípio de Nepomuceno, todavia, o historiador e genealogista trespontano, Amélio Garcia de Miranda registra que se situa no município de Três Pontas. Uma das últimas referências sobre a fazenda é de que ela passou a ser propriedade de seu filho Capitão Francisco Garcia de Figueiredo, casado com MARIA TEREZA DE FIGUEIREDO (MARIA TEREZA DO "MATO"). Este último casal deixou grande descendência no Sul de Minas (AGM, in RIHGMG. VII p. 525). Atualmente a propriedade, ou parte dela, pertence `MARIA TEREZA RODRIGUES DE FIGUEIREDO e seus filhos, com a denominação de "FAZENDA DO MATO". Há na sala da sede da fazenda bela e antiga capela que, segundo a tradição, foi construída pelo Capitão Garcia.
Anônimo disse…
Capitão José Alves de Figueiredo. Natural da Freguesia de São Martinho das Moitas, Bispado de Vizeu, Portugal. Residiu em AIURUOCA e lá se casou com MARIA VILELA DO ESPÍRITO SANTO. Era Capitão-Mor das Milícias, na região de Aiuruoca. Há uma lenda que diz ter ele poder discricionário sobre uma grande área territorial no Sul de Minas Gerais. Entretanto, até agora, nenhuma documentação foi encontrada comprobatória do fato. Requereu uma semaria e lhe foi concedida, em 21 de hulho de 1778, entre Sertão do Rio Grande e do Rio Sapucaí (SC. 206 p.155, APM), nas sobraas das sesmarias do Sargento-Mor Felipe Antonio Burem e do Capitão Antônio França, seus confrontantes (HPT., JC, 1980, p. 133). Domingos Vieira da Silva também divisava com ele. Deixou grande descendência em Três Pontas, Boa Esperança, Coqueiral, Nepomuceno, além de outras localidades.
Anônimo disse…
Matheus Luís Garcia era filho do Capitão Diogo Garcia da Cruz, casado que foi com Inocência Constança de Figueiredo. Esta era filha do Capitão-Mor José Alves de Figueiredo e de Maria Vilela do Espírito Santo.
Matheus Luis Garcia, um dos fundadores de Nepomuceno, ao lado de José Simões de Aguiar, Francisco da Silva Teixeira, alferes Flávio Antonio de Moraes (Morais) e outros.
Anônimo disse…
Família Vilela. "Dona Mariana Clara Vilela, casada com o Capitão MARTINHO DIAS DE GOUVEIA, cujos descendentes - muitos dos quais ilustres - se espalharam pelo município de CARMO DA CACHOEIRA e diversas localidades do Estado de São Paulo".Cf. Terra dos Coqueiros - Reminiscência. 2 edição.p.24. Autor:Otávio J. Alvarenga. 1978.
Anônimo disse…
Do mesmo autor e obra do comentário anterior, p. 29: "FAMÍLIAS ALVES E TEODORO - Têm aqui essas famílias procedência mais afastada, além de ascendência, também, vinda dos filhos de JOAQUIM JOSÉ ALVES, CASADO COM MARIA TEODORA DOS REIS, de quem descendem os AQUINOS ALVES, da CACHOEIRA, na pessoa de ANTÔNIO INÁCIO DA COSTA, casado que foi com MARIA DINIZ JUNQUEIRA. Desse casal, que foi com Ana Francisca de Paula, que era filha de Francisco Antônio de Sousa, morador, há mais de um século, no sítio de sucessores de LEONIDES ALVARENGA".
Anônimo disse…
Diogo Martins da Costa,foi um dos fundadores do antigo Santo Antonio do Vale da Piedade da Campanha do RIO VERDE, segundo Pedro Taques, citado pelo humanista Mons. José do Patrocínio Lefort, casado com Izabel Ribeiro de Alvarenga, falecida em 1682. Foram pais de Ana Ribeiro de Alvarenga, casada com Francisco da Silva Colaço(falecido em 1713), ou Bernardino Colaço da Costa. Foi alferes de infantaria no Presídio da Cidade da Bahia. Era natural da Vila de Alenquer (Portugal), filho de Francisco Luiz e de Maria Ribeiro.
Anônimo disse…
Testemunhas em processo de Bem viver,*"JOAQUIM FERREIRA AZEVEDO, 46 ANOS, CASADO, MORADOR NA FREGUESIA, NATURAL DE DORES DA BOA ESPERANÇA (...) quando Mizael Antonio da Silva era empregado como capanga";
*"EUGENIO ADELINO DE SOUZA, 24 anos, cazado, negociante, residente e natural da freguesia do Carmo da Cachoeira";
*"SABINO DE ALMEIDA NOGUEIRA, constante da petição, e que (ilegível) chamar-se SABINO DE ALMEIDA MAGALHÃES COUTINHO, 36 anos. agenciador, cazado, residente na freguesia do Carmo da Cachoeira e natural de Lavras". Obs. Assina arrogo por ele TIBURCIO DE BARROS E SILVA. Testemunhas: Theodolindo da S. Serra Negra e Álvaro Dias Pereira de Oliveira em 1887(data, pelo que se pode ler, muito danificado).
Anônimo disse…
Pelos dados anotados pelo Projeto Partilha, em 30/03/1883 JOAQUIM FERREIRA DE AZEVEDO era o oficial do terceiro Quarteirão da freguesia do Carmo da Cachoeira. O escrivão Modesto José Pereira aparece assinando e registrando as queixas. É da mesma época, o Dr. José Constâncio de Oliveira e Silva e o "Pharmaceutico", Antonio Dias Pereira de Oliveira. O Pe. na época era Vigário Antonio Joaquim da Fonseca e o professor público, vindo da Freguesia do Espírito Santo dos Coqueiros, Francisco de Paula Candido. Na ocasião aparece assinando como testemunha, ANTONIO REBELLO DA CUNHA, morador na freguesia do Carmo da Cachoeira - MG.
Anônimo disse…
Antonio Augusto da Costa Portugal publicou em trabalho de caráter histórico nas páginas da Revista do Arquivo Público de Minas Gerais de 1898. "... as margens do Rio das Mortes, tão decantado pela Comarca do mesmo nome da cidade de São João del Rey, demoravam até o Rio Sapucaí, abrangendo longa região hoje em grande parte habitada por alguns nativos. Mas, "in illo temporo" eram um verdadeiro sertão, habitado por alguns poucos nativos". Um JOÃO DE SOUZA PINTO, ao desviar-se do conhecido roteiro para Jacuí, veio ter esse lugar e ali, "engraçando-se com ele, construiu casa e ali residiu por alguns anos. Um filho seu de igual nome, casou-se ali em DORES DA BOA ESPERANÇA a 29/11/181(ilegível) com Antonia Alves de Oliveira. João de Souza Pinto faleceu com 102 anos em 1795. Inventário em Baependi.
Anônimo disse…
"Aos oito dias do mes de agosto do ano de mil settecentos e noventa e quatro, na Ermida de Nossa Senhora das Dores do Paraizo, foi batizado Inácio, filho de Miguel Antonio Rattes e Antonia Mendes de Andrade".
Mais uma:

"Aos deis dias do mes de fevereiro do ano de mil e settecentos e noventa e seis, na ermida de Nossa Senhora das Dores do Paraíso, batiza-se Mateus, filho de Manuel Naves e Maria da Conceição".
Anônimo disse…
Vamos aproveitar que estamos falando em Rates e informar na íntegra o texto do casamento de dona Joaquina, filha de Manoel Antonio Rattes.
"Aos desasette dias do mes de novembro do anno de mil e settecentos e settenta e hum, na Ermida do Reverendo Padre Bento Ferreira, filial desta matriz de Nossa Senhora da Conceiçan das Carrancas e Santanna das Lavras do Funil, o dito Pe. Bento Ferreira com licença do Reverendo Párocho Manuel Affonso asistio ao Sacramento do Matrimônio que omena presença, e das testemunhas Manuel Machado Meira/Mafra,(?) (- a grafia está de difícil interpretação. Outros dados irão certamente nos esclarecer) José Pereyra Caixeta e Manuel da Costa celebrarao por palavras do presente Manuel Baptista Carneiro, filho legítimo de Luís Pimenta, e de Maria Baptista Carneiro = e Joaquina Maria da Costa, filha legítima de Manuel Antonio Rattes e de Maria da Costa de Moraes, e ambos os contrahentes naturaes e baptizados na freguesia de Nossa Senhora do Pilar da Vila de São João d´El Rey e de presente freguezes desta freguesia das Carrancas, e logo lhes dei as bençãos conforme os Rittos e cerimonias da Santa Madre Igreja, de que fiz o assento e assignei. O coadjutor Manuel Afonso da Cunha Per."
Anônimo disse…
Vamos a uma cerimônia onde está presente a família MORAES.
"Aos quatorze dias do mes de dezembro do anno de mil settecentos e settenta e cinco, na
Ermida do Padre Bento Ferreira, no Campo Bello, desta freguesia, o Reverendo Francisco Alves Torres, batizou e pos os santos óleos a Manuel, filho legítimo de Antonio Ribeiro, natural da Vila de Sam José e de Anna da Silva de Moraes, natural da dita Vila. Foram padrinhos João Gonçalves Valim e sua mulher Margarida Francisca do Evangelho, todos desta freguesia, de que para constar, se fez este assento que assinei. O coadjutor Manuel Afonso da Cunha Pereira".

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