Pular para o conteúdo principal

Oficializado o hino de Carmo da Cachoeira

O Presidente da Câmara Municipal de Carmo da Cachoeira, tem a honra de convidá-lo para a sessão ordinária, a realizar-se no dia 10 de dezembro, às 19h., no "Plenário João Vilela Fialho" da Câmara Municipal, localizada à Rua Antônio de Rezende Vlela, 179, onde será oficializado o Hino Oficial de Carmo da Cachoeira, composição de Maria Antonietta de Rezende.

Projeto Partilha - Leonor Rizzi

Comentários

Anônimo disse…
Dois grandes nomes que impulsionaram os trâmites, para que a oficialização do HINO DE CARMO DA CACHOEIRA fosse oficializado, foram os do Presidente da Câmara Municipal - WALMIR CALDEIRA e do poeta, intérprete e compositor cachoeirense - CARLOS ALBERTO CALDEIRA.
Os membros da Câmara Municipal foram mobilizados através do Presidente da Casa, o já citado vereador WALMIR CALDEIRA. O Hino que já era extra-oficialmente consagrado e cantado por todos passa, a partir do dia 10, e após a homologação contar com o timbre e aprovação oficiais.
Os senhores vereadores, entendendo que poderiam colaborar na viabilização de um dos grandes anseios da população, saíram com anteprojeto propondo a oficialização. Em discussão no plenário da Câmara e sendo aprovado por unanimidade, houve o encaminhamento. Imediatamente, a Administração 2005-2008 saiu com o Projeto de Lei de n.2017. É este que está passando por duas votações. Apresentado e aprovado em discussão no último dia 03, passa pela segunda votação no dia 10, próxima quarta-feira, quando deverá retornar ao Gabinete para as formalizações finais.
Foi o maior e mais nobre presente que a cidade recebeu da administração pública, pelas comemorações do SESQUICENTENÁRIO da Freguesia de Nossa Senhora do Carmo (1857 - 2007).
Anônimo disse…
Os internautas não devem estranhar postagem de Sesmarias fora dos limites do Município de Carmo da Cachoeira. O que ocorre é que, por falta de alguns dados complementares, solicita-se transcrições tendo em vista os sobrenomes das pessoas, ou algum outro referencial que possa vir ajudar na aproximação de nossa busca. Desde que solicitados os postamos. Deverá servir para algum pesquisador ... ... Transcrição de documento por Edriana Aparecida Nolasco.

Tipo de documento - SESMARIA
Caixa - 15 Ano - 1799
Cessionário - Agostinho Teixeira de Gouveia
Local - São João del Rei

Fl.01
AUTO DE MEDIÇÃO DE UMA SESMARIA DE MEIA LÉGUA DE TERRA
Data - Sítio das Posses. Freguesia de Pouso Alto. Termo da Vila de São João del Rei. Comarca do Rio das Mortes em casas de morada de José Pires Monteiro.

Fl.03
CARTA DE SESMARIA
(...) por sua Petição João Bernardes de Morais morador na Freguesia de Pouso Alto. Termo da Vila de São João del Rei. Comarca do Rio das Mortes que na Paragem chamada o Ribeirão das Águas Limpas da mesma Freguesia se achavam terras devolutas que se compõe de matos e campos as quais confrontam com as sesmarias de Genoveva Ribeira e de José Alves Pereira e com as de Antônio José Ferreira e Bernardo José de Morais e por que o suplicante a queria possuir por legítimo título de Sesmaria (...)

Fl. 05v.
AUTO DE VISTORIA, MEDIÇÃO E DEMARCAÇÃO
Data - 15 de outubro de 1799
Local - Sítio das Posses. Freguesia de Pouso Alto. Termo da Vila de São João del Rei. Comarca do Rio das Mortes, dentro das terras mencionadas.

(...) foi eleito para lugar do Pião uma vargem de campo acima de uma barra dos Córregos da Água Limpa e da Cachoeira em distância de tal barra em distância de três cordas, pouco mais ou menos.

(...) pelo rumo do nornoroeste mediram trinta e uma cordas que atravessando o córrego da Água Limpa findaram no alto do Espigão do Caxambu vertendo para o Caxambu onde para divisa e demarcação meteram um marco de pedra (...) e parte este rumo com terras de Bernardo José de Morais com quem se divide o sesmeiro por vertentes do dito Espigão do Caxambu pertencendo ao dito vizinho quanto verte para o Caxambu (...)

(...) pelo rumo do sulsoeste mediram dezessete cordas que atravessando o córrego da Cachoeira findaram no alto de um espigão de mato vertente para as cabeceiras do córrego Grande (...) onde meteram um marco de pedra (...) e parte este rumo com a sesmaria de Genoveva Ribeira com o qual se divide pelo que der e abranger a sesmaria da mesma (...)

(...) pelo rumo do lessodoeste mediram oitenta e duas cordas que atravessando por duas vezes o córrego da Água Limpa findaram no alto de um espigão no topé da serra (...) onde meteram um marco de pedra (...) e parte este rumo com terras INCULTAS por se até agora moradores (...)

(...) e pelo rumo do lesnordeste mediram setenta cordas que atravessando o córrego da Caxoeira e por quatro vezes o Ribeirão já feito da Água Limpa findaram em uma barrocada de campo vertente à mesma Água Limpa (...) onde meteram um marco de pedra (...) e parte este rumo com terras de Agostinho Teixeira (...)

* O sesmeiro tomou posse em 17 de outubro de 1799.

Mais lidas no site

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Mais lidas nos últimos 30 dias

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...

Biografia de Maria Antonietta de Rezende

Tendo como berço Carmo da Cachoeira, Maria Antonietta Rezende , nasceu a 9 de outubro de 1934 no seio de uma das mais tradicionais famílias do município – a Família Rezende . A professora Maria Antonietta deixou seu legado, o “modelo de compromisso e envolvimento com a terra em que nasceu” . Trabalhou consciências, procurando desenvolvê-las, elevá-las. Fazia isto com seus alunos, com os componentes dos grupos musicais que coordenava, com as crianças ligadas à Igreja, enfim, com toda população. Foi um exemplo vivo de “compromisso com a tradição” e um elo da longa corrente que chegou até nós neste ano comemorativo. Fez sua parte. Nós fazemos a nossa – manter a tradição. No dia-a-dia deixou o exemplo de vida e através de publicações, sua visão de mundo. Editou “Evocações daqui e de além” , “Encontro e desencontros” e “Coletânea de hinos litúrgicos” . Dedicou sua vida ao estudo, à educação e à sua Igreja, como catequista, cantora e liturgista. Patrick A. Carvalho, ao prefaciar sua obra “...

O jovem João de Tomás de Aquino Villela

Família Vilela deixa seus passos marcados O Dr. Jorge Fernando membro da tradicional Família Vilela de Carmo da Cachoeira é bisneto do ilustre educador e diretor do Colégio de Santo Tomás de Aquino no povoado. O referido colégio foi citado por Bernardo da Veiga, no Almanak Sul-Mineiro , 1884, pg. 190, época em que era Vigário da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira, Mons. Antônio Joaquim da Fonseca. O texto cita o colégio e o quadro dos profissionais que o compõem. No século XIX , João de Aquino Villela, educador em uma Instituição de Ensino - Colégio de Santo Tomás de Aquino No século XX , seu bisneto, o heraldista Dr. Jorge Fernando Vilela cria um de nossos símbolos, o Brasão do Município de Carmo da Cachoeira, MG Aproveitando a oportunidade oferecida pela aproximação de pessoas da mesma família interferindo na dinâmica de ação e interação com a sociedade e o meio ambiente, vamos partilhar com os visitantes desta página, através de imagens, como era o centro da Freguesia n...
de Ribeiro de Figueiredo: Santuário ecológico em Carmo da Cachoeira - MG , fazenda Córrego das Pedras. Seus atuais proprietários e guardiães Aureliano chaves Corrêa de Figueiredo e seu filho Lúcio Chaves Corrêa de Figueiredo. Na fazenda uma capela,a e sob a proteção de Santa Terezinha. Vi o Evando realizando reportagem fotográfica no local. Conheço o local e as pessoas. São dignas e o local, com sua mata preservada são o maior tesouro existente em Cachoeira.

O antigo cruzeiro do Cemitério da Chamusca.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Antiga foto aérea da fazenda Caxambu, MG. Imagem anterior: Profª. Luna Dias no Cemitério da Chamusca.

Mais Lidas nos Últimos Dias

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...

Biografia de Maria Antonietta de Rezende

Tendo como berço Carmo da Cachoeira, Maria Antonietta Rezende , nasceu a 9 de outubro de 1934 no seio de uma das mais tradicionais famílias do município – a Família Rezende . A professora Maria Antonietta deixou seu legado, o “modelo de compromisso e envolvimento com a terra em que nasceu” . Trabalhou consciências, procurando desenvolvê-las, elevá-las. Fazia isto com seus alunos, com os componentes dos grupos musicais que coordenava, com as crianças ligadas à Igreja, enfim, com toda população. Foi um exemplo vivo de “compromisso com a tradição” e um elo da longa corrente que chegou até nós neste ano comemorativo. Fez sua parte. Nós fazemos a nossa – manter a tradição. No dia-a-dia deixou o exemplo de vida e através de publicações, sua visão de mundo. Editou “Evocações daqui e de além” , “Encontro e desencontros” e “Coletânea de hinos litúrgicos” . Dedicou sua vida ao estudo, à educação e à sua Igreja, como catequista, cantora e liturgista. Patrick A. Carvalho, ao prefaciar sua obra “...

O jovem João de Tomás de Aquino Villela

Família Vilela deixa seus passos marcados O Dr. Jorge Fernando membro da tradicional Família Vilela de Carmo da Cachoeira é bisneto do ilustre educador e diretor do Colégio de Santo Tomás de Aquino no povoado. O referido colégio foi citado por Bernardo da Veiga, no Almanak Sul-Mineiro , 1884, pg. 190, época em que era Vigário da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira, Mons. Antônio Joaquim da Fonseca. O texto cita o colégio e o quadro dos profissionais que o compõem. No século XIX , João de Aquino Villela, educador em uma Instituição de Ensino - Colégio de Santo Tomás de Aquino No século XX , seu bisneto, o heraldista Dr. Jorge Fernando Vilela cria um de nossos símbolos, o Brasão do Município de Carmo da Cachoeira, MG Aproveitando a oportunidade oferecida pela aproximação de pessoas da mesma família interferindo na dinâmica de ação e interação com a sociedade e o meio ambiente, vamos partilhar com os visitantes desta página, através de imagens, como era o centro da Freguesia n...