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Parte da genealogia cachoeirense.

"Aos sete dias do mes de julho do ano de hum mil setecentos e sessenta e hum nesta capela de São Gonçalo, filial desta Matriz de São João del Rey o Reverendo Capelão da mesma, Francisco José Matta baptizou a Maria exposta ao alferes José da Costa Homem. Foram padrinhos: Ignácio da Costa Homem e dona Michaella de Gusmão, todos desta Freguesia".

Maria, do registro acima é Maria Perpétua de São José, casada com Francisco José de Souza, pais do Padre Francisco José de Souza Monteiro. Nora de Domingos de Souza Monteiro, natural de Portugal e de sua mulher Maria de Souza Monteiro, natural de Pernambuco. Os irmãos de Pe. José Francisco são: Cândida Umbelina de Souza; Maria Antonia e Beralda Lúcia de Souza.

As terras que fizeram parte do Patrimônio de Pe. José Francisco foi doação de Maria Antonia de Souza e seu marido José da Fonseca de Carvalho. O historiador, professor e pesquisador, José Geraldo Begname, localiza nos registros do Arquivo Eclesiástico de Mariana Provisões em nome do Pe. José Francisco de Souza e não como buscamos, Francisco José de Souza Monteiro. José Geraldo nos enviou um relatório, o de n.1, em 03-03-2006, onde figuram os Padres citados em relatórios anteriores nos Livros de Provisões, com o seguinte recado:

"Selecionei todos os Padres citados nos relatórios conforme listagem abaixo. Depois, pesquisei nos catálogos de De Genere para ver o que encontrava. O resultado esta descrito abaixo. Entre outros: Pe. José Francisco de Souza. Não consta De Genere".

A irmã de Pe. José de Souza Monteiro, dona Cândida Umbelina de Souza, casou-se através de "escritura de arras", depois de 1831, com o viúvo de Ana Rosa Ludovina de Paiva, o alferes José de Andrade de Mello, filho de José de Andrade Peixoto e Mariana Vitória do Nascimento.

Ana Rosa Ludovina de Paiva, casada com o alferes Francisco José de Andrade Mello, tiveram quatro filhos. Uma delas, dona Francisca de Paula de Jesus, nascida por volta de 1810. Em 1824 casou-se com José Villela Reis, filho do alferes Francisco Tomás Villela e de dona Joaquina Tomázia dos Reis, irmã de dona Maria Victória dos Reis e Silva (Vitória), casada com José Joaquim Gomes Branquinho, da fazenda da Boa Vista, local onde funcionou a sede do distrito do Carmo da Boa Vista, posteriormente transferido de local e, consequentemente nome, ficou Carmo da Cachoeira dos Rates (Rattes), hoje o município de Carmo da Cachoeira, no Sul de Minas Gerais.

Projeto Partilha - Leonor Rizzi

Próxima matéria: Francisco Rodrigues e os Garcia Duarte.
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