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Primeira página de "Capitão Diogo Garcia da Cruz"

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Próxima imagem: Cleuza Carvalho Marques e a história de Perdões.
Imagem anterior: Santuário Mãe Rainha em Carmo da Cachoeira.

Comentários

Anônimo disse…
Entre os cunhados de Diogo Garcia da Cruz está o português Miguel Lopes da Silva, casado que foi com Júlia Maria do Nascimento. Miguel e Júlia foram pais de vários filhos, inclusive de José Carlos da Silva, batizado em 27-02-1752 em Carrancas. José Carlos faleceu em Barbacena no ano de 1790. Seus descendentes entrelaçaram-se com várias famílias, cujos nomes aparecem com frequência nos documentos analisados pelo Projeto Partilha. São os "Moraes", "Gonçalves Valim"; "Rodrigues Goulart", "Pedrosa", "Souza Mello", "Terra", "Borges da Costa", "Vieira da Fonseca", "Mafra", "Gonçalves Braga", "Pereira", Sacramento", "Alves Campos", "Gonçalves Lopes". A tutela de seus netos, filhos de Jerônimo Pereira do Lago foi deixada com a família "Ferreira Martins", através de Mateus.
Anônimo disse…
Nicolau Martins Saldanha recebeu sesmaria, segundo o que consta no Arquivo Público Mineiro, SC286, p.104v, situada nas proximidades do Rio Verde. Em APM / Casa dos Contos - Windows Internet Explorer informações mais específicas quanto a localização. Rolo 530, Requerimento sobre concessão na "Paragem Ribeira da Cachoeira, freguesia da Campanha do Rio Verde", ano 1797 (...). Cf. www.siaapm.cultura.mg.gov.br/
Segundo, p. 74 da obra "Jurisdição dos Capitães", o autor diz: (...)João Garcia Leal (...) estava estabelecido naquela região, talvez explorando as terras de seu sogro, Nicolau Martins Saldanha, sesmeiro nas cercanias do Rio Verde". Dr. Marcos Paulo, em nota de rodapé informa: "No inventário da sogra (Inácia Maria de Barros), existente no Museu Regional de São João del Rei, consta que ela e seu marido eram possuidores de uma sorte de terras de cultura na paragem do Rio Verde, com matos e capoeiras, dividindo por um lado com Antônio José Salgado e por outro com Antônio Fernandes. Existe possibilidade de João Garcia ter recebido tais terras como herança de seus sogros", (Nicolau Martins Saldanha e Inácia Maria de Barros). A filha de Nicolau e Inácia era Maria Joaquina do Espírito Santo, casada que foi com João Garcia Leal.

Segundo o Acadêmico Otávio J. Alvarenga, Bento de Faria Neves Júnior, casou-se a 16-2-1792, com Rita de Tal, em Lavras, sendo ela ali batizada em 26-7-1774, Era filha de Nicolau Martins Saldanha. Ele, Bento Faria Neves Júnior era filho do Capitão Bento de Faria Neves, o velho, e de dona Ana Maria de Oliveira, nascida em São João del Rei, e filha de Antônio Rodrigues do Prado e de Francisca Cordeiro de Lima. Dona Rita de Tal e dona Maria Joaquina do Espírito Santo eram, portanto irmãs. Nicolau Martins Saldanha, viúvo, casou-se pela segunda vez com dona Maria Josefa de Gouvêa, filha de Josefa de Gouveia de Oliveira e Mathias Fernandes da Silva,também conhecida como dona Maria Josefa de Aguiar. Do segundo casamento, nasceu Francisco Silvério de Aguiar, casado com dona Ana Teresa de Jesus.
Anônimo disse…
O inventário de dona Inácia Maria de Barros vem nos auxiliar na análise dos dados contidos em Terra dos Coqueiros, p.26 quando cita "Rita de Tal. Rita de Tal, aparece no referido inventário como RICARDA. Realmente ela aparece como irmão de Joaquina casada com João Garcia Leal. Conferir dados disponibilizados pelo Projeto Compartilhar. Nicolau enviuvou-se de Inácia, em 1793. Otávio J. Alvarenga não tinha muita convicção, e estava na busca de dados sobre o batismo de RITA DE TAL. Em nota de rodapé, p. 26, tentando refletir sobre o batismo de Rita, "sendo batizada em 26-07-1774", diz: " Segundo o historiador Waldemar de Almeida Barbosa, em o "DICIONÁRIO HISTÓRICO E GEOGRÁFICO DE MINAS GERAIS", o mais antigo registro conhecido, referente à Capela filial da Matriz de Lavras, data de 06-03-1776".
Anônimo disse…
FRANCISCA DE MORAES, nascida em 1722 foi casada com GREGÓRIO SALDANHA. Ela faleceu em 1760 e foi mãe de NICOLAU MARTINS SALDANHA, portanto, avó de dona Maria Joaquina do Espírito Santo, casada com João Garcia Leal. Francisca de Moraes era filha de Helena de Moraes era irmã de José de Moraes Raposo. Foi casada com Jacome Fernandes das Neves que, segundo a Associação Brasileira de Pesquisadores em História e Genealogia, foi inventariado em 1760. Helena era irmã de Teresa de Moraes, casada com André do Vale Ribeiro, portanto, dona Ângela de Moraes Ribeiro, filha de Teresa, era sobrinha de Helena de Moraes e de Jacome Fernandes das Neves.
Assim, havia parentesco bem próximo entre a mãe de JOSÉ JOAQUIM GOMES BRANQUINHO,da Fazenda Boa Vista de Lavras do Funil, dona Ângela de Moraes Ribeira, e o sogro de João Garcia Leal, Nicolau Martins Saldanha. João Garcia Leal, irmão do Capitão Januário Garcia Leal.

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