Pular para o conteúdo principal

Reflexão e Respeito - GAPA


Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Próxima imagem: As Pastorinhas e o Padre André.
Imagem anterior: O GAPA em Carmo da Cachoeira.

Comentários

Anônimo disse…
Ata das Assembléias Gerais e Reuniões de Diretoria. Grupo de Apoio de Proteção aos Animais. Rua Francisco de Assis Reis, 90. Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. Livro n.1. Serviço Registral de Títulos e Documentos. Lauro Antônio Moura e Souza, Oficial. Fl.01. Ata de Reunião de entrosamento para constituir comissão que atue junto a administração pública e Câmara Municipal em defesa dos animais em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. Aos dezessete dias do mês de outubro do ano de dois mil e hum, na casa de n.85 da Rua Padre Godinho, Centro, Carmo da Cachoeira, às 16 horas teve inicio a reunião de entrosamento para criação de um grupo (...). Presentes as seguintes pessoas: Cláudia L.das P. Borges; Elisa Guandalini; Junia P. Machado; Rita Almeida; Marinês Ferreira; Carlos Luz; Odilon G. Andrade; Rosa Pinto de Oliveira; Aurélia Debeljult; Heleny Alves de Minas; Isabel Bubinger Fig.; Lilian R. S. Tradaglia; Teresa de J. Tavares; Márcia Villas Bôas Arantes; Wanda Souza Lopes.
Entre os participantes a professora e diretora da Escola José Costa Avelar, Rua Eugênio de Souza, 30. A professora Márcia, ao homenagear seu pai colocando seu nome na Escola recém-criada, demonstrou a gratidão e o respeito pelo grande preservacionista e defensor da natureza em Carmo da Cachoeira Minas Gerais. Família tradicional da cidade, tem em "Villa Bôas", uma ligação com o passado.
Cf. no site, Villas Boas em Nepomuceno e Carmo da Cachoeira - Windows Internet Explorer
www.genealogia.villasboas.nom.br/outrosvbs/
1. JOSÉ VALENTIM VILLAS BÔAS.
Segundo casamento de José Valentim:
Pesquisa realizada por LAVB em 16/01/2003 no microfilme 1285469 do livro 3 de casamentos de Lavras onde a folha 238v. consta:

"No primeiro de dezembro de mil oitocentos e secenta as 2 horas da tarde em face dos altares da MATRIZ DE NOSSA SENHORA DO CARMO DA CACHOEIRA e na presença do vigário Joaquim Antonio de Rezende, de licença e das testemunhas ANTONIO SEVERINO e MANOEL JOAQUIM, precedidos admoestações canônicas depoimentos verbais tudo segundo o concílio Tridentino e Constituições do Bispado, os contrahentes JOSÉ VALENTIM VILLAS BÔAS,viúvo, e BENEDITA MARIA DE JESUS, liberta, com palavras de presente eu lhes conferi as bençãos de que fiz este termo para constar. Vigário José Bento de Ferreira de Mesquita".

Obs. * O José foi batizado em Nepomuceno em 09-08-1845, filho do mesmo nome e de Mariana Joaquina de Jesus. Foram padrinhos: José Pereira de Carvalho e Juliana Bárbara do Nascimento.

* Joaquim ... de MORAES e Francisca Romana de MORAES foram padrinhos de Maria, em 1847, filha legítima de José Valentim Villas Bôas e dona Maria das Dores.

A professora Márcia Avellar Villas Bôas Arantes mantém na Chácara onde mora alguns cães adotados e antigos moradores de rua, em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. É Secretária do GAPA - Grupo de Apoio e Proteção aos Animais.
Anônimo disse…
Da obra "encontro e desencontros", Maria Antonietta de Rezende, p.25.

CAMINHANDO SOBRE AS ÁGUAS

Despedindo a multidão,
Sobre Jesus a montanha,
E, chegando a noite, lá estava,
Orando na solidão.

Seus discípulos, na barca,
Na outra margem, aguardavam,
Mas, o vento era contrário
E as águas se agitavam.

E, ao chegar a madrugada,
Antes mesmo da alvorada,
Vem Jesus ao seu encontro,
Caminhando sobre o mar.

Quando os discípulos O viram,
Caminhando sobre as águas,
Um grande mede sentiram.
Julgando ser um fantasma,
Deram gritos de terror.

Mas Jesus tranquilizou-os
Dizendo: - Não tenhais medo!
Sou eu, o vosso Senhor.
Mas, Pedro quis ter certeza
Dessa tão grande proeza,
Toma a palavra e fala:
- Se és tu mesmo, Senhor,
Manda-me ir ter contigo,
Manda-me ir sobre as águas!
O senhor lhe disse: - "Vem!"
E Pedro, imediatamente,
Guiado por sua luz,
Sai da barca e caminha,
Por sobre as águas também,
Ao encontro de Jesus.

Mas, redobrando o furor,
Do vento, a violência,
Teve medo o pescador,
E começando a afundar
Grita então, com veemência:
- "Vem salvar-me, meu Senhor!"

No mesmo instante, Jesus
Estende a mão e o segura
E, da sua pouca fé,
Faz-lhe, então, uma censura.
E, quando entraram na barca,
Aqueles que lá se achavam,
Prostrados diante dele,
- Assim, afirma Mateus -
Adoram-nO dizendo:
- Agora temos certeza,
Tu és o Filho de Deus!

Nas tempestades da vida,
No mar de muita tormenta,
Guiada por tua luz,
Tua luz me orienta.
Seguro em tua mão,
E tua mão me sustenta!
Anônimo disse…
Saiba que sua verdadeira morada é na Presença divina.
É simples. Não espere encerrar o calendário ou a mudança de endereço, para reconhecer essa realidade.
Anônimo disse…
De - Pablo Neruda
Tradução - Carlos Nejar

PENSO, esta época em que tu me amaste
irá por outra azul substituída,
será outra pele sobre os mesmos ossos,
outros olhos verão a primavera.

Nenhum dos que amarraram esta hora,
dos que conversaram com o fumo,
governos, traficantes, transeuntes,
continuarão movendo-se em seus fios.

Irão os cruéis deuses com óculos,
os peludos carnívoros com livro,
os pulgões e os pipipasseiros*.

E quando estiver recém-lavado o mundo
nascerão outros olhos na água
e crescerá sem lágrimas o trigo.

---------
*pipipasseiros - palavra composta, invenção nerudiana. (N.T.)
Anônimo disse…
O Projeto Partilha manifesta profunda e eterna gratidão por dona Leyde Moraes Guimarães, esposa de José Guimarães, autor das Obras sobra AS TRÊS ILHOAS, entre muitas outras publicadas:
- A Capela de Caldas e Seus Desdobramentos;
- Ouro Fino Nasceu Paulista;
- Fontes para a História de Ouro Fino;
- Angelo Batista, o Descobridor de Ouro Fino;
- Paróquias Paulistanas do Sul de Minas;
- Sargento - mor Nunes Gouvêia;
- Árvore de Costado do Senador do Império Padre José Bento Ferreira de Melo (Fundador de Pouso Alegre);
- Arquidiocese de Pouso Alegre e Seus Vigários;
- As Ilhoas;
- Os Garcias;
- O fundador de Baependi, José Eleutério (Descendência de Bárbara Heliodora Guilhermina da Silveira);
- Genealogia de Vital Brazil;
- Os Fundadores de Três Corações;
- Dona Maria Pedroso, esposa do Patriarca, Dom João de Toledo Piza;
- Árvore de Costado dos Presidentes Wenceslau Braz e Delfim Moreira;
- O inconfidente Antonio de Oliveira Lopes, o Fraca Roupa;
- Colaborou na organização do livro Correspondência de Júlio Bueno Brandão, de Guerino Casasanta, onde apresentou as Árvores de Júlio Bueno Brandão e de sua esposa, dona Hilda Miranda. Escreveu as histórias das paróquias de Ouro Fino, Crisólia, Jacutinga, Borda da Mata, São JOsé de Toledo, Silvianópolis, Douradinho, Delfim Moreira, Camanducaia, Cambuí e Inconfidentes.
Foi José Guimarães quem descobriu, através de documentos, o verdadeiro nome da cidade e Maria da Fé - e a origem dessa cidade, antes envolvida em lendas.

Cf. José Guimarães - Enciclopédia Ouro Fino - Windows Internet Explorer
www.eourofino.org.br/
Anônimo disse…
MUNDO GLOBAL/ MUNDO HUMANÍSTICO


Todos nós sonhamos com um mundo maravilhoso, em que todos são bons, as fronteiras não existem e todos são iguais.
É o sonho inerente ao ser humano, de felicidade para si e para todos.
Isto tem sido explorado pelos grupos que dominam o muno através do controle da economia e finanças, fazendo-nos acreditar num mundo global, único.
Em realidade, estão alimentando uma fantasia para manterem o esquema vil de exploração da maior parte da humanidade.
Não são nem santos, nem iluminados, comandando o mundo, mas pessoas que colocam o dinheiro como sendo a própria riqueza e consideram os seus sistemas para consegui-lo - com lucros crescentes e ilimitados -, inatacáveis, desprezando qualquer sentido ético e humanístico para a vida.
Teimam em fazer prevalecer a exploração vil das riquezas e matérias-primas dos países periféricos, indiferentes ao sofrimento e miséria dos seus habitantes.
Isto afronta todas as pregações de amor ao próximo que existem.
Mas não desanime.
Desenvolva a parte humana de seu ser.
Você tem inteligência, raciocínio e capacidade de pensar.
Observe o que acontece. Veja os minérios, os produtos agrícolas, o sistema de produção dos alimentos, as sementes, a agricultura. Constate o sistema de exploração que existe, colocando na miséria boa parte da população.
Viver é ter consciência do que acontece à sua volta.
Não viemos ao mundo apenas para atender às expectativas de exploração e de lucro de uma minoria.
Como seres humanos, você e todos nós, temos o direito de viver num mundo bom para todos.

O CAMINHO É A GESTÃO COMUNITÁRIA. AÇÃO LOCAL PARA CRIAR OS FILHOS COM DIGNIDADE.
Anônimo disse…
Transcrição de documento por Edriana Aparecida Nolasco a pedido do Projeto Partilha.

Tipo de documento - Sesmaria
Ano - 1777 caixa - 15
Sesmeira - Antônia Maria Leonarda
Local - Freguesia de Santana das Lavras do Funil. Termo da Vila de São João del Rei.

FL.01
AUTO DE MEDIÇÃO E DEMARCAÇÃO DE UMA CARTA DE SESMARIA
Data - 03 de setembro de 1777
Local - Freguesia de Santa Ana das Lavras do Funil do Termo da Vila de São João del Rei. Minas e Comarca do Rio das Mortes em a Fazenda Sítio e casas de, digo, Sítio do Trumbuca da Boa Esperança e casas de morada do capitão Antonio José Ferreira.

Fl.03
CARTA DE SESMARIA
(...) por sua Petição Antônia Maria Leonarda que para cultivar e meter gados a pastar eram preciso terras de mato campo e como no Rio Grande da parte da Vila de São João, Comarca do Rio das Mortes, Freguesia das Carrancas na Paragem chamada o Ribeirão das Três Pontas para qualquer dos lados da Fazenda do alferes Antônio José Ferreira haviam terras devolutas (...)

Fl.06
PROCURAÇÃO
Procuradores nomeados - Francisco Xavier Bueno; Bartolomeu Bueno Feio; José da Mota Coelho; Cláudio Afonso de Oliveira; Antônio Bugado(?) da Costa.
Data - 20 de agosto de 1777
Local - Vila de São José
que faz - Antônia Maria Leonarda.

Fl.08
AUTO DE MEDIÇÃO E DEMARCAÇÃO
Data - 05 de setembro de 1777
Local - Freguesia de Santa Ana das Lavras do Funil do Termo da Vila de São João del Rei. Minas e Comarca do Rio das Mortes nas terras de sesmaria.

(...) foi eleito para o lugar de Pião um lançante de campo vertente a um pantanal e aí meteram um marco de pedra que enterraram na terra ...

(...) seguiram o rumo do norte pelo qual mediram cem cordas que findaram em uma vertente de campo vertente ao Ribeirão da Serra da Boa Esperança e aí para divisa meteram um pau nativo chamado catanduba (...) e confronta este rumo com a sesmaria do capitão Ignácio Ferreira da Costa ...

(...) seguiram o rumo de sul pelo qual mediram cem cordas que findaram a beira de um corgo que vem do Barro Vermelho e casa de Antônio José da Silva junto a um lagrimal vertente ao mesmo corgo e para divisa meteram um marco de pedra (...) e confronta este rumo com o dito corgo.

(...) seguiram o rumo do oeste pelo qual mediram cinquenta cordas que findaram em um espigão de campo que verte a um pântano desaguante em o sobredito Ribeirão da serra fronteiro a Trumbuca e para divisa meteram um marco de pedra (...) e confronta este rumo com a sesmaria de Ana Maria da Glória.

(...) seguiram o rumo do leste pelo qual mediram cinquenta cordas que findaram no meio de uma varge de campo por baixo do caminho que vira do JACUHY e vai para a Ponte do Ribeirão das Três Pontas e aí meteram um marco de pedra (...) me confronta este rumo com a sesmaria de José Gomes que fica da outra banda do Ribeirão.

*Posse em 06 de setembro de 1777.

Mais lidas no site

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Mais lidas nos últimos 30 dias

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...

O jovem João de Tomás de Aquino Villela

Família Vilela deixa seus passos marcados O Dr. Jorge Fernando membro da tradicional Família Vilela de Carmo da Cachoeira é bisneto do ilustre educador e diretor do Colégio de Santo Tomás de Aquino no povoado. O referido colégio foi citado por Bernardo da Veiga, no Almanak Sul-Mineiro , 1884, pg. 190, época em que era Vigário da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira, Mons. Antônio Joaquim da Fonseca. O texto cita o colégio e o quadro dos profissionais que o compõem. No século XIX , João de Aquino Villela, educador em uma Instituição de Ensino - Colégio de Santo Tomás de Aquino No século XX , seu bisneto, o heraldista Dr. Jorge Fernando Vilela cria um de nossos símbolos, o Brasão do Município de Carmo da Cachoeira, MG Aproveitando a oportunidade oferecida pela aproximação de pessoas da mesma família interferindo na dinâmica de ação e interação com a sociedade e o meio ambiente, vamos partilhar com os visitantes desta página, através de imagens, como era o centro da Freguesia n...

Biografia de Maria Antonietta de Rezende

Tendo como berço Carmo da Cachoeira, Maria Antonietta Rezende , nasceu a 9 de outubro de 1934 no seio de uma das mais tradicionais famílias do município – a Família Rezende . A professora Maria Antonietta deixou seu legado, o “modelo de compromisso e envolvimento com a terra em que nasceu” . Trabalhou consciências, procurando desenvolvê-las, elevá-las. Fazia isto com seus alunos, com os componentes dos grupos musicais que coordenava, com as crianças ligadas à Igreja, enfim, com toda população. Foi um exemplo vivo de “compromisso com a tradição” e um elo da longa corrente que chegou até nós neste ano comemorativo. Fez sua parte. Nós fazemos a nossa – manter a tradição. No dia-a-dia deixou o exemplo de vida e através de publicações, sua visão de mundo. Editou “Evocações daqui e de além” , “Encontro e desencontros” e “Coletânea de hinos litúrgicos” . Dedicou sua vida ao estudo, à educação e à sua Igreja, como catequista, cantora e liturgista. Patrick A. Carvalho, ao prefaciar sua obra “...

Padre Manoel Francisco Maciel no pátio da escola.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Mapa com as fazendas limítrofes. Imagem anterior: A antiga escola particular de Carmo da Cachoeira.

A pedra de moinho da fazenda Caxambu.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Ary Silva da família Dias de Oliveira - Bueno. Imagem anterior: Nuvens sobre a tradicional fazenda Caxambu.

Mais Lidas nos Últimos Dias

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...

O jovem João de Tomás de Aquino Villela

Família Vilela deixa seus passos marcados O Dr. Jorge Fernando membro da tradicional Família Vilela de Carmo da Cachoeira é bisneto do ilustre educador e diretor do Colégio de Santo Tomás de Aquino no povoado. O referido colégio foi citado por Bernardo da Veiga, no Almanak Sul-Mineiro , 1884, pg. 190, época em que era Vigário da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira, Mons. Antônio Joaquim da Fonseca. O texto cita o colégio e o quadro dos profissionais que o compõem. No século XIX , João de Aquino Villela, educador em uma Instituição de Ensino - Colégio de Santo Tomás de Aquino No século XX , seu bisneto, o heraldista Dr. Jorge Fernando Vilela cria um de nossos símbolos, o Brasão do Município de Carmo da Cachoeira, MG Aproveitando a oportunidade oferecida pela aproximação de pessoas da mesma família interferindo na dinâmica de ação e interação com a sociedade e o meio ambiente, vamos partilhar com os visitantes desta página, através de imagens, como era o centro da Freguesia n...

Biografia de Maria Antonietta de Rezende

Tendo como berço Carmo da Cachoeira, Maria Antonietta Rezende , nasceu a 9 de outubro de 1934 no seio de uma das mais tradicionais famílias do município – a Família Rezende . A professora Maria Antonietta deixou seu legado, o “modelo de compromisso e envolvimento com a terra em que nasceu” . Trabalhou consciências, procurando desenvolvê-las, elevá-las. Fazia isto com seus alunos, com os componentes dos grupos musicais que coordenava, com as crianças ligadas à Igreja, enfim, com toda população. Foi um exemplo vivo de “compromisso com a tradição” e um elo da longa corrente que chegou até nós neste ano comemorativo. Fez sua parte. Nós fazemos a nossa – manter a tradição. No dia-a-dia deixou o exemplo de vida e através de publicações, sua visão de mundo. Editou “Evocações daqui e de além” , “Encontro e desencontros” e “Coletânea de hinos litúrgicos” . Dedicou sua vida ao estudo, à educação e à sua Igreja, como catequista, cantora e liturgista. Patrick A. Carvalho, ao prefaciar sua obra “...