Pular para o conteúdo principal

Mapas de 1879 e de 1915 de Campanha.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Próxima imagem: Novena de Natal em Família - 2008
Imagem anterior: Lembranca das Santas Missões Carmelitas.

Comentários

Anônimo disse…
Nossa visão neste mapa é a do espaço territorial que se estende do Rio Verde ao Vale do Sapucaí. Ele se torna interessante para nosso estudo. Aí está o MANDU, para onde poderá ter ido MIGUEL ANTONIO RATES com sua família. Aí está dona Águida, filha de MANOEL ANTONIO RATES. Aí está dona CIPRIANA ANTONIA RATES e sua descendência. Aí está, na descendencia de dona Maria Alves Porciúncula e de seu marido Francisco de Ávila Fagundes, a dona Maria de Nazaré e Germano José, família que interligou-se com a descendência de dona Cipriana Antonia. Do ponto de vista territorial um espaço limítrofe e conflituoso devido as disputas e definições de limites entre a Capitania de São Paulo e Minas Gerais. Do ponto de vista a organização social e dos conceitos vigentes à época, a valorização da Família era o ponto fundamental. Um estudo interessante sobre a idéia de sociedade da época está disponibilizado, e foi realizado por Sílvia Maria Jardim Brugger, Minas Patriarcal: família e sociedade. É um trabalho que vale conhecer.
Anônimo disse…
Citou-se no comentário de ontem, a presença de um décimo filho de Maria de Moraes e que, no AUTO DE PRESTAÇÃO DE CONTAS, feito em 1758 por DOMINGOS ALVES FONTES, com procuração do tutor informou de mais esta presença com as seguintes palavras: "nascera outro filho póstumo e se chama Manoel com idade de sete anos e tantos meses e que se acha em companhia de sua mãe". Dentre os 10 filhos de Maria de Moraes e Antônio de Brito, a filha Ângela, que consta no Inventário do Pai (1750) com 12 anos, é citada às fls. 69 do mesmo Inventário, da seguinte forma:
"Diz dona Maria de Morais viúva que ficou de Antônio de Brito Peixoto (...) que faleceu^Ângela mulher que foi de Bento Manoel do Nascimento. (...) sua filha".
BENTO MANOEL DO NASCIMENTO, viúvo, casou-se pela segunda vez com dona Teresa (Maria) Gonçalves de Jesus. Teresa e Bento são pais de Maria Thereza do Nascimento, casado com Francisco Ribeiro da Silva. O casamento foi aos 27-01-1790 no oratório de São José do Rio Verde, freguesia de Campanha com registro em Baependi. Maria Thereza foi batizada em Serranos de Aiuruoca. Bento Manoel do Nascimento. natura do Bispado de Coimbra, era filho de Manoel Mendes de Abreu e de dona Maria de Abranches. Bento faleceu em Conceição do Rio Verde, Minas Gerais.
Anônimo disse…
O comentário anterior poderá ser conferido em Aportes à Genealogia Paulistana. João Ribeiro da Silva, casado que foi com Maria Leme da Silva.

Na mesma Paragem,
Cf.: Thomé Martins Ribeiro

Cf. Furriel Francisco de Oliveira Maia. Inventariante - Ana Pedrosa da Silva. No Sítio chamado Ribeirão de São José do Rio Verde, Freguesia de Lavras. Anos depois, esta Paragem aparece especificada como pertencendo a Espírito Santo das Catandubas (Varginha).
Anônimo disse…
Transcrição de documento por Edriana Aparecida Nolasco a pedido do Projeto Partilha.
Tipo de documento - Testamento
Ano - 1803 Caixa 59
Testador - Capitão Francisco Lopes Guimarães.
Testamenteira - Ana Maria de Siqueira.
Local - Campanha da Princesa.

Fl. 06
TESTAMENTO
Em nome do Padre, do Filho e do Espírito Santo três pessoas distintas e um só Deus verdadeiro.
Eu o Capitão Francisco Lopes Guimarães assim nomeado e tratado vulgarmente nesta América desde que a ela cheguei vindo de minha Pátria porém nela batizado por Francisco Antônio e assim nomeado e tratado tão somente no foro Eclesiástico, natural e batizado na Freguesia de Santo Estêvão de Urgezes. Termo da Vila de Guimarães. Arcebispado de Braga, filho legítimo de Francisco Lopes de Barros natural e batizado na Freguesia de São Vicente de Passos e de sua mulher Ana Maria Francisca natural e batizada na dita Freguesia de Santo Estêvão de Urgezes ambos do dito Bispado, morador nesta Freguesia de Nossa Senhora da Conceição da Aiuruoca. Termo da Vila da Campanha da Princesa, Minas e Comarca do Rio das Mortes, vendo-me abalado com moléstias, conhecendo a certeza da morte, e a incerteza da hora dela como legítimo cristão que sou por obviar letígios faço este meu testamento na forma seguinte:
Creio firmemente na Santíssima Trindade Padre Filho e Espírito Santo um só Deus verdadeiro e em Nosso Senhor Jesus Cristo e em tudo quanto crê e ensina a Santa Madre Igreja, Católica Romana, nesta fé mediante os merecimentos do mesmo senhor, protesto viver, morrer e salvar a minha alma, tomando como tomo por meus patronos a Virgem Maria Nossa Senhora, ao Anjo da minha Guarda, ao Santo do meu nome, e todos os mais cidadãos da celestial Jerusalém.
Depois que morrer serei amortalhado no Hábito de São Francisco de quem sou Indigno Irmão Professo na Ordem Terceira da Vila de São João del Rei, e sepultado na Igreja mais vizinha do lugar onde falecer e os sacerdotes que se convocarem me dirão missa de corpo presente de esmola de uma oitava de ouro, com ônus de cada um de rezar um ofício de defuntos de corpo presente pela esmola de meia pataca de ouro, e o mais funeral se fará a eleição de minha mulher ou dos qualquer dos Testamenteiros que estiver presente que logo tomarão uma bula de defuntos por minha alma e outras pelas almas do purgatório.
Declaro que sou casado com dona Ana Maria de Siqueira natural desta Freguesia, filha legítima de João Lopes do Espírito Santo e de Maria de Siqueira de cujo matrimônio tivemos os seguintes filhos: o Padre Francisco Lopes Guimarães; Joaquim Lopes Guimarães; Ignácio Lopes Guimarães; Manoel Lopes Guimarães; Fernando Lopes Guimarães; José Joaquim Lopes Guimarães; Gabriel Lopes Guimarães; Antonio Lopes Guimarães; Ana Joaquina da Conceição; Maria Esméria Thomásia de Aquino, os quais todos são meus legítimos e universais herdeiros.

(continua)
O site está muito bonito, bem feito, gostaria de poder contribuir mais. Poderíamos fazer mais árvores com as pessoas da cidade.
Anna Maria de Siqueira era minha ascendente, fiz a árvore genealógica dela no Geni, nesse link: https://www.geni.com/people/Francisco-Antonio-Lopes-Guimar%C3%A3es/6000000035852364936?through=6000000035852037539

Atenciosamente,
Consuelo Maria Freire Guimarães
Consuelo Maria,

Somos gratos por sua visita. A sua ideia de ampliar o número de famílias em genealogia é excelente, no entanto,se você pode perceber não estamos atualizando as páginas deste site. Alteramos nosso enfoque no trabalho. Gratidão.

Mais lidas no site

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Mais lidas nos últimos 30 dias

Carmo da Cachoeira: A Fronteira entre SP e Minas

Padre Gilberto Paiva, apresentando a obra "O Clero Paulista no Sul de Minas: 1801-1900", de autoria do Pe. Hiansen Vieira Franco: O Estado de Minas Gerais apresenta certas particularidades históricas no seu processo formativo, que fogem ao padrão de outros estados da federação. Sem contar os movimentos contestatários e independentistas no período colonial e o desenvolvimento da arquitetura barroca no século XVIII, Minas tem algo de diferente. O povo mineiro é o povo que mais emigra no Brasil, só perdendo para o povo nordestino, somados os nove estados que formam esta região do país. Paralelamente ao movimento de saída do estado, os mineiros recebem diversas influências, sobretudo dos estados vizinhos. O Triângulo Mineiro tem suas peculiaridades, que incluem ideias separatistas. Enquanto a Bahia exerce influência sobre o norte do estado, a Zona da Mata e a região de Juiz de Fora são influenciadas pelo Rio de Janeiro . Por fim, o Sul de Minas , que recebe forte influência d...

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A História de Carmo da Cachoeira: O Resgate de Leonor Rizzi

A professora Leonor Rizzi dedicou-se a organizar dados que resgatassem a origem mais remota da ocupação europeia na região que viria a ser Carmo da Cachoeira . Por isso, tomou como marco inicial de suas Tabelas Cronológicas a trajetória do nome Rattes , ligado à primeira família europeia conhecida na área. As Tabelas Cronológicas 1 e 2, aqui unificadas, procuram situar Carmo da Cachoeira dentro de uma linha do tempo ampla, que vai das tradições medievais ligadas a São Pedro de Rates até o ciclo do pau-brasil e da cana-de-açúcar no Brasil . publicado originalmente em 21 de janeiro de 2008 Dos primórdios até o ciclo do pau-brasil Tabelas Cronológicas 1 e 2 unificadas A leitura de longo prazo proposta por Leonor Rizzi começa no campo da tradição cristã. No ano 44 , conta-se que Santiago, apóstolo , teria passado pela serra de Rates e sagrado Pedro de Rates como primeiro bispo de Braga . Essa figura, ligada ao imaginário medieval, é um dos fios que mais tarde aproximariam o topôn...

Monsenhor Nunes - 50 anos de sacerdócio

  Em 9 de fevereiro de 2008, a Paróquia Nossa Senhora do Carmo , em Carmo da Cachoeira , registrou em palavras a gratidão a Monsenhor José Nunes Senador pelos seus cinquenta anos de vida sacerdotal . Poucos anos depois ele partiria, e, com o tempo, sua figura foi ficando mais discreta na memória pública. No entanto, quem conviveu com ele lembra bem do modo familiar com que tratava a todos e da facilidade com que transitava entre as famílias da cidade, conhecendo pessoas, histórias e caminhos. Esse jeito próximo fez dele não só um pastor atento à comunidade, mas também uma ponte importante para o fortalecimento de grupos e comunidades ligadas à paróquia. Ao lado dele, muitas iniciativas pastorais tomaram forma; e, graças às histórias que contava e às pessoas que indicava, boa parte do trabalho de resgate da memória local realizado pela professora Leonor Rizzi pôde avançar em poucos anos o que, em condições normais, exigiria décadas de pesquisas de campo, tanto na área urbana quant...

Leonor Rizzi: O Legado do Projeto Partilha

Um Resgate da Memória de Carmo da Cachoeira A história de um povo é construída não apenas por grandes eventos, mas pelo cotidiano, pela fé e pelo esforço de seus antepassados. Em Carmo da Cachoeira , essa máxima foi levada a sério através de uma iniciativa exemplar de preservação e descoberta: o Projeto Partilha . Liderado pela Profª Leonor Rizzi , o projeto destacou-se pelo rigor acadêmico e pela paixão histórica. O intuito era pesquisar a fundo a origem de Carmo da Cachoeira, indo além do óbvio. A investigação buscou a documentação mais longínqua em fontes primárias, estendendo-se desde arquivos em Portugal até registros no Brasil, mantendo contato constante com pesquisadores de centros históricos como Porto , Mariana , Ouro Preto e São Paulo . A metodologia do projeto foi abrangente. Além da consulta a documentos genealógicos digitais, houve um trabalho minucioso nos Livros de Diversas Paróquias e Dioceses . Neste ponto, a colaboração eclesiástica foi fundamental: o clero da Paróq...

Mais Lidas nos Últimos Dias

Carmo da Cachoeira: A Fronteira entre SP e Minas

Padre Gilberto Paiva, apresentando a obra "O Clero Paulista no Sul de Minas: 1801-1900", de autoria do Pe. Hiansen Vieira Franco: O Estado de Minas Gerais apresenta certas particularidades históricas no seu processo formativo, que fogem ao padrão de outros estados da federação. Sem contar os movimentos contestatários e independentistas no período colonial e o desenvolvimento da arquitetura barroca no século XVIII, Minas tem algo de diferente. O povo mineiro é o povo que mais emigra no Brasil, só perdendo para o povo nordestino, somados os nove estados que formam esta região do país. Paralelamente ao movimento de saída do estado, os mineiros recebem diversas influências, sobretudo dos estados vizinhos. O Triângulo Mineiro tem suas peculiaridades, que incluem ideias separatistas. Enquanto a Bahia exerce influência sobre o norte do estado, a Zona da Mata e a região de Juiz de Fora são influenciadas pelo Rio de Janeiro . Por fim, o Sul de Minas , que recebe forte influência d...

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A História de Carmo da Cachoeira: O Resgate de Leonor Rizzi

A professora Leonor Rizzi dedicou-se a organizar dados que resgatassem a origem mais remota da ocupação europeia na região que viria a ser Carmo da Cachoeira . Por isso, tomou como marco inicial de suas Tabelas Cronológicas a trajetória do nome Rattes , ligado à primeira família europeia conhecida na área. As Tabelas Cronológicas 1 e 2, aqui unificadas, procuram situar Carmo da Cachoeira dentro de uma linha do tempo ampla, que vai das tradições medievais ligadas a São Pedro de Rates até o ciclo do pau-brasil e da cana-de-açúcar no Brasil . publicado originalmente em 21 de janeiro de 2008 Dos primórdios até o ciclo do pau-brasil Tabelas Cronológicas 1 e 2 unificadas A leitura de longo prazo proposta por Leonor Rizzi começa no campo da tradição cristã. No ano 44 , conta-se que Santiago, apóstolo , teria passado pela serra de Rates e sagrado Pedro de Rates como primeiro bispo de Braga . Essa figura, ligada ao imaginário medieval, é um dos fios que mais tarde aproximariam o topôn...