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A importância da dúvida e o senso comum.


Dúvida é a incerteza sobre a realidade de um fato ou a verdade de uma asserção.
A dificuldade em crer.

Não devemos aceitar como definitiva nenhuma palavra, nenhum discurso, mesmo que venha de autoridade ou seja divulgado pelos meios de comunicação, ainda que sob ares de verdade.

A dúvida é a mãe do senso crítico.
O senso crítico é a matriz da maturidade.

Mantenha-se firme no desejo de preservar até o fim na busca da verdade, do equilíbrio, sem trilhar o caminho da indecisão ou do céptico.
Seja um baluarte para impedir a massificação da mente humana e a automatização das atitudes das pessoas.
Esteja atento para não cair na rede dos conceitos preconcebidos, no embotamento da mente, presa em frases feitas sem conteúdo e alienantes que ditas e repetidas insinuam-se como verdade definitiva.
Lembre-se que a essência do efeito da propaganda é a repetição.
Repetição e repetição exaustiva para ocupar todos os espaços do pensamento e transformá-lo em executor de ações maquinais e sem vontade própria.

Como se multiplicam os anúncios de um só produto!

Sem a dúvida não se desenvolve o espírito crítico para perceber o que está por trás das belas apresentações, das atraentes embalagens, das frases repisadas.
Duvide, busque os objetivos escondidos.

Participe, com tantas pessoas quantas puder, do maravilhoso processo de renovação e melhoria da vida humana pelo poder do senso crítico.
Qualifique o seu espírito com a benção da dúvida.

Contatos com o autor pelos endereços eletrônicos:

Comentários

Anônimo disse…
DESPERTA!

Não deixe que a acomodação e a rotina engessem sua vida.
O "Isso não é comigo" tem de desaparecer da sua mente.
Execute cada tarefa com a visão renovada e o imenso amor de querer um mundo melhor para todos. Isso trará alegria para você mesmo.
Renove, em cada manhã, o seu armazenamento de idéias e alegrias para construir o viver bem, sabendo criticar e rejeitar as explorações da minoria que escraviza o mundo.
Sinta a grandeza da simplicidade.
Para que sucos cheios de aditivos e corantes que prejudicam a sua saúde, se existem os sucos naturais, muito melhores?
Alerte seu companheiro que ainda não se libertou da propaganda enganosa.
Que tal cuscuz em vez de pão com bromato?
Não seria melhor a manteiga daqui, em vez da margarina com quilômetros de viagem carregando os seus aditivos?
Tenha a alegria de ver o seu filho brincando com brinquedo artesanal, em vez de uma geringonça importada.
Antes de mais nada, temos de valorizar o que é produzido próximo de casa. Assim, este seu vizinho produtor terá como criar os seus filhos e todos nós teremos uma comunidade melhor.
Esta é a maneira de humanizarmos a nossa comunidade, combatendo o gigantismo das grandes empresas "virtuais" transnacionais.
Lá, de longe, elas apenas contabilizam lucros extorsivos, após destruir a produção local.
Nós, aqui, conjugamos esforços para uma vida digna e melhor.
Ajude a todos e cumpra, alegremente, a sua tarefa de propiciar a construção de um mundo melhor, neste SÉCULO XXI.

ESTAMOS BEBENDO ÁGUA POLUÍDA.
ÁGUA, AÇUCAR, TINTA E ADITIVOS QUÍMICOS SEM QUALQUER VALOR NUTRITIVO É O QUE ESTÃO EMPURRANDO EM CIMA DE NOSSOS JOVENS.
TUDO PELO DINHEIRO.



As comunidades, principalmente escolares, têm que exercer o seu trabalho educativo, neutralizador da propaganda sórdida, incentivando o consumo de sucos de frutas naturais.
Filhotes disse…
"Não creiais em coisa alguma pelo fato de vos mostrarem o testemunho escrito de algum sábio antigo. Não creiais em coisa alguma com base na autoridade de mestres e sacerdotes. Aquilo, porém, que se enquadrar na vossa razão e, depois de minucioso estudo, for confirmado pela vossa experiência, conduzindo ao vosso próprio bem e ao de todas as outras coisas vivas : A isso aceitai como Verdade. Por isso, pautai a vossa conduta."
(Sidarta Gautama, 500 A.C)
Anônimo disse…
Do livro, "encontros e desencontros", Maria Antonietta de Rezende.

ANTIGAMENTE

Antigamente,
Era tudo diferente:
As crianças
Tinham infância,
Eram inocentes,
Brincavam de roda,
De boneca,
E de casinha.
E os adolescentes,
Dificilmente,
Tinham filhos,
De afogadilho.
Preservativos?!
Só no arquivo
Muito secreto
De algum casal
Muito discreto,
Ou na cama da mulher-dama!
Antigamente
Havia amor,
Havia flor
De laranjeira,
Havia calma, Havia alma.
Hoje, há sexo
Muito sem nexo.
Hoje, há pressa
De experimentar,
De gostar
E desgostar,
De amar
E desamar,
De casar
E descasar!
Antigamente,
Era bem diferente!
Mas isso foi
Antigamente!
Seja diferente!
Não tenha pressa,
Seja prudente!
Quem tem pressa
Atravessa,
"Come cru,
E como quente!"

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