Pular para o conteúdo principal

A família do Cônego Manuel Francisco Maciel.


Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Próxima imagem: A antiga igreja de Carmo da Cachoeira.
Imagem anterior: Erguendo o Cruzeiro em Carmo da Cachoeira.

Comentários

Anônimo disse…
Cônego Manoel Francisco Maciel.
Anônimo disse…
Em 20.01.1874, nasce José Francisco Maciel que, em 08.09.1898 casou-se com Tereza Luiza da Conceição, nascida em 24.08.1875 e filha de José Coelho de Abreu. Entre os filhos de José Francisco e Tereza Luiza, estão dois com atuação na sociedade cachoeirense: o Cônego Manoel Francisco Maciel, Vigário Paroquial, e o cartorário José Bonifácio Maciel, cidadão honorário, cujo título lhe foi outorgado pela Câmara Municipal de Carmo da Cachoeira, quando na sua presidência estava Francisco Chagas. A família é composta de:
Antonio Bonifácio Maciel, casado com Creusa Vilela Maciel;
Maria Escolástica Maciel, casada com Francisco Antonio Maciel;
Maria Madalena Maciel, teve dois casamentos: o primeiro com José Daniel, viúva, casou-se com Joaquim Fernandes Maciel;
João Evangelista Maciel, solteiro, morreu afogado;
Maria Salomé, casada com José Maurício Pereira, conhecido por José Cassiano;
Rita Juliana Maciel, casada com José Prudente dos Santos;
José Silvestre Maciel, casado com Ana Alvarenga Maciel (prima da nossa querida Ninita e Ziquinha, da Família Sant´Ana, assíduas frequentadoras da Paróquia, moradoras à Rua Dr. Veiga Lima, em frente a Prefeitura Municipal);
Cônego Manuel Francisco Maciel, nascido em 24.05.1912 em Baependy, e após prestar serviços a Igreja, morreu em sua terra Natal;
Domingos Francisco Maciel, morreu solteiro;
Ana Francisca Maciel, morreu criancinha.

Carmo da Cachoeira rende homenagem a esta atuante família cachoeirense, através de seus parentes (tios, em especial ao ramo de Carmo da Cachoeira, através de Tereza Maciel e sua descendência e, também a seus primos e sobrinhos), aos filhos do Sr. Antonio Maciel e Creusa, seus netos e bisnetos, genros e noras. Filhos de Antonio e Creusa, com exceção da Maraíza, todos em Carmo da Cachoeira:
Wagner Vilela Maciel, casado com Leonara Veiga Maciel;
Elizabeth Vilela Maciel, casada com José Carvalho Vilela;
Maraiza Vilela Maciel, casada com Amsterdã Ferreira Soares;
Denise Vilela Maciel, casada com Moisés Bernardo da Silva e Milton Vilela Maciel, casado com Danusa Naves Veiga Maciel.

Seu Antonio Maciel, durante as infindáveis conversas que mantinha com o Projeto Partilha, contava sobre seus "velhos parentes". Dizia, já nos útimos dias de sua vida, cuja lucidez o acompanhou até seus últimos momentos, principalmente, enquanto tomava o sol da manhã no portão de sua casa. Dizia ele: meus tios, irmãos de meu pai, filhos de Manuel Francisco Maciel, O Sebastião Maciel; o Joaquim Francisco Maciel; a Rita Maciel que se casou com José de Abreu; a tia Lica, que se casou com Pedro Ignácio Lopes; a tia que se casou com Joaquim Carlos Nogueira (dos Nogueira do Ó, sabia?; o Domiciano Esaú dos Santos, meu padrinho, que nasceu durante a Guerra do Paraguai; a tia Terezinha, a caçula.
Dizia mais. Falava de JUSTO DOMINGOS MACIEL, da seguinte forma: "este meu ancestral, foi pai de Manoel Domingues Maciel, pai do Barão de Maciel, em Baependi.

Já internado, Dr. Antonio Bonifácio Maciel, pediu que uma pessoa anotasse o texto que se segue abaixo. Pediu que o mesmo fosse encaminhado ao Frei Dom Diamantino Prata de Carvalho. A família tomou todas as providências para que este desejo se cumprisse. Eis o texto:

Excelentíssimo Reverendíssimo Dom Frei Diamantino Prata de Carvalho, Bispo da Diocese da Campanha - Minas Gerais.


Ref.: NHÁ CHICA (Francisca de Paula de Jesus) - UM CLARÃO DE LUZ SOB O CÉU DE BAEPENDI.

Eu, Antonio Bonifácio Maciel, nascido em Baependi em 25.10.1915, irmão do Cônego Manoel Francisco Maciel, pároco em Carmo da Cachoeira - MG de 09 de maio de 1944 a 1965, residente em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais tendo, vivido os princípios pregados pela Santa Madre Igreja Católica, encontro-me hoje internado no hospital da cidade para realização de exames médicos. Fortaleceu em mim, neste período e enfermidade, a devoção para com NHÁ CHICA - Serva de Deus nas terras de Baependi. Lembrei-me então de um recorte de Jornal de 15.12.2005, que guardo com muito carinho. Foi por ocasião da inauguração do Memorial NHÁ CHICA, que contou com a presença de V. Excia. Pelos esclarecimentos prestados fiquei sabendo detalhes sobre o andamento do processo de beatificação de NHÁ CHICA, instaurado em 1993 pela Diocese da Campanha, Minas Gerais, e que, em 30 de abril de 2004, os religiosos brasileiros reunidos na 42 Assembléia Geral de Bispos (CNBB) assinaram um documento pedindo a sua beatificação. Soube também que o documento reuniu 204 assinaturas de Bispos de 25 Estados brasileiros e que foi encaminhado por V. Excia, ao Papa João Paulo II. Aproveito esse momento especial de minha vida para reflexões, e confesso o meu profundo amor e devoção a essa Serva, que minha minha mãe conheceu. Peço, através de nosso Pároco - Padré André Luiz da Cruz, que encaminhe a V. Excia um pedido: publicar e enviar as Paróquias dessa Diocese meu depoimento. E o meu preito de gratidão a essa alma devocional que foi NHÁ CHICA, e em cujo berço - Baependi, viveu e repousa seus restos mortais. Foi aí também que vive os melhores anos de minha vida - os da infância.

NHÁ CHICA - UM CLARÃO DE LUZ NO CÉU DE BAEPENDI.

Antonio Bonifácio Maciel.
Carmo da Cachoeira,MG, 31-MAI-2006.
Anônimo disse…
A Paróquia de Nossa Senhora do Carmo em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, guarda os nomes dos casais que contraiam matrimônio no ano de 1862. Os dados, fazem parte dos documentos arquivados como, "Manuscritos", e presentes nos arquivos do Projeto Partilha, obtidos através de livros Paroquiais. Ora postados, tem como único objetivo, o aspecto cultural local, e eventualmente, aos interessados em cultura. Foram 15 os casamentos realizados no referido ano. São eles:
Valério e Mafalda, na Igreja Matriz. Testemunhas: Gabriel José Junqueira e José Rodrigues;
Roque e Rufina, na Igreja Matriz. Testemunhas: Gabriel Junqueira Junior e José Rodrigues;
Francisco e Angélica, na Igreja Matriz. Testemunhas: Jerônimo e Matias;
João Cândido da Silva e Ana Antonia de Jesus, na Igreja Matriz. Testemunhas: ten. cel. José Fernandes Avelino e José P. Ferreira;
Joaquim Lourenço Machado e Iria Máxima de Jesus, na Igreja Matriz. Testemunhas: Francisco de Paula Batista e João Alves de Gouveia;
José Pedro da Silva e Balandina Cândida de Jesus, no altar de João Gomes do Nascimento. Testemunhas: ten. cor. José Fernandes Avelino e Manoel F. Avelino;
Antonio Jacinto da Costa e Pracedina Cândida do Nascimento, na Igreja Matriz. Testemunhas: João Alves de Gouveia e Gabriel Junqueira Júnior;
João Francisco da Costa e Jacinta Sevilha da Silva, na Igreja Matriz. Testemunhas: Francisco de Azevedo Sobrinho e José P. Ferreira;
Joaquim Francisco Nascimento e Delfina, no altar do ten. Joaquim Antonio de Abreu. Testemunhas: Felisberto P. de Oliveira e capitão Joaquim José de C. Ferro;
Serafim e Prudenciana, no altar do ten. Joaquim Antonio de Abreu. Testemunhas: Valentim José da Fonseca e Antonio P. de Andrade;
Manoel e Auta, no altar do ten. Joaquim Antonio de Abreu. Testemunhas: Cândido José de Carvalho e Valentim José da Fonseca;
Silvestre Alves do Nascimento e Maria Vicência, no altar do ten. Joaquim Antonio de Abreu. Testemunhas: Joaquim José de C. Ferro e Felisberto P. de Oliveira;
Cesar Augusto da Silva e Bárbara Constância de Abreu, no altar do ten. Joaquim Antonio de Abre. Testemunhas: Joaquim J. de Abreu e alf. José C. de Mesquita;
José Antonio Pereira e Maria Teresa de Jesus, na Igreja Matriz. Testemunhas: Antonio José Ribeiro e Joaquim Ferreira da Silva;
Cezário e Juliana, na Igreja Matriz. Testemunhas: José Celestino Terra e Manoel Ferreira Avelino.
Anônimo disse…
Em 1863 foram 21, os casamentos registrados na Freguesia do Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. São eles:
Geraldo e Fermina, na Capela de Luminárias. Test. João Correia de Souza e Fermiano A. da Silva;
Pedro e Hemiliana, na Igreja Matriz. Testemunhas: Manoel Ferreira Avelino e Luiz Antonio Ferreira;
Gabriel Francisco Ribeiro Junqueira e Cândida Gabriela da Costa, no altar do ten. Gabriel Flávio da Costa. Testemunhas: Francisco Daniel da Costa e Joaquim Flávio da Costa;
Manoel Bernardo de Brito e Mariana Antonieta Ribeiro, na Igreja Matriz. Testemunhas: Juventino Gomes de Aguiar e João Pinto de Brito;
Justino e Joana, na Igreja Matriz. Testemunhas: Juventino Gomes de Aguiar e João P. de Brito;
Joaquim Garcia de Figueiredo, filho de Francisco Garcia de Figueiredo e Ana Cândida dos Reis, filha de José dos Reis Silva, na Ermida de José dos Reis. Testemunhas: João Cândido dos Reis e Francisco dos Reis Silva;
João Antonio Gonçalves, filho de Antonio Gonçalves Braga e Maria Claudina Meireles, filha de Maria Cândida de Jesus, na Ermida do Taquaral. Testemunhas: Severino Ribeiro de Rezende e Custódio Villela Palmeira;
Luiz e Inácia, na Igreja Matriz. Testemunhas: João Feliciano e Luiz;
Manoel Januário da Silva e Severina Emídia de Jesus, filha de Jerônimo Pimenta, na Igreja Matriz. Testemunhas: Cesário M. do Espírito Santo e José Felício da Silva;
Fortunato e Marcela, na Ermida do Taquaral. Testemunhas: Antonio de Nação e Caetano;
José Francisco Bandeira, filho de Antonio Rodrigues Barreiros e Francisca Cândida de Jesus, filha de José Joaquim de Lima, na Igreja Matriz. Testemunhas: Joaquim José de Lima e José Joaquim de Lima;
Antonio e Maria, na Igreja Matriz. Testemunhas: André e Leão;
Domingos Teixeira de Rezende, filho do capitão Antonio Teixeira e Ana Marcelina dos Reis, filha de Domingos Marcelino dos Reis, na Ermida de Domingos Marcelino dos Reis. Testemunhas: Joaquim Antonio de Abreu e José Alves Silva;
Vicente e Ana, na Ermida da Fazenda do Taquaral. Testemunhas: Antonio de Nação e Romão;
Camilo e Joana, na Ermida do Sr. Severino Ribeiro de Rezende. Testemunhas: Joaquim de Rezende Branquinho e Manoel;
Misael e Joana, na Igreja Matriz. Testemunhas: Joaquim Pedro da Silva e Antonio de Nação;
João Bernardo Arruda e Maria do Nascimento, na Igreja Matriz. Testemunhas:Joaquim F. dos Reis e Francisco de P. F. Sobrinhos; (?)Gruentiliano Francisco Xavier e Ana Bernarda de Rezende, na Igreja Matriz. Testemunhas: Rafael dos Reis Silva e José de O. Ezequiel;
Cezário Africano e Francisca, na Igreja Matriz. Testemunhas: Gabriel José Junqueira Júnior e Joaquim Fernandes dos Reis;
Justino e Joana, na Igreja Matriz. Testemunhas: Gabriel José Junqueira Júnior e Joaquim Fernandes dos Reis.
Anônimo disse…
Fazendo uma pesquisa na internet cheguei ao texto que fala do meu bisavô Justo Domingues Maciel. Impressionate o poder da internet em trazer conhecimentos e aproximar as pessoas. Não sabia que os Maciéis dai são meus parentes.
Parabéns a cidade de Carmo da Cachoeira.

Paulo Maciel Junior
Caxambu - Minas Gerais
maciel disse…
Gostei do artigo sobre o Cônego Manoel Francisco Maciel,somos parentes,uma vez que como estudo genealogia da familia maciel,sou descendente de justo domingues maciel.Se houver interesse de alguem parente gostaria de conhecer.
Anônimo disse…
Maciel, pelo que parece somos parentes. Gostaria de conhece-lo.
Padre Maciel também foi meu parente. Maria Madalena foi minha bisavó. Gostaria de conhecer mais sobre a história de minha família.

Mais lidas no site

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Mais lidas nos últimos 30 dias

O Capitão Diogo Garcia da Cruz.

G ravura da obra O Capitão Diogo Garcia da Cruz de Ricardo Gumbleton Daunt , onde se lê: O Capitão Diogo Garcia da Cruz neto de Diogo Garcia e Júlia da Caridade naturais da Ilha do Faial e sua geração. A Edição de que o Projeto Partilha dispõe foi editada em São Paulo - 1974 foi revista, ampliada e atualizada pelo Professor Caio de Figueiredo e Silva. Próxima imagem: Denise Garcia e os Garcia Frades. Imagem anterior: As três ilhõas de José Guimarães.

Ave Maria na Igreja Matriz N. Srª. Carmo

Recital de Piano e Canto em Carmo da Cachoeira Além do pianista Francis Vilela e das mezzo-sopranos Larissa Amaral e Maisa Nascimento, durante a apresentação do tema Berceuse da Suíte Dolly, de Gabriel Fauré houve a participação especial do pianista Hélcio Barone Júnior, formado pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade São Paulo. Um momento especial, raro, em que os espectadores puderam apreciar uma apresentação de pianos a quatro mãos. A Ave Maria, ou ave-maria, também chamada de Saudação Angélica, é uma oração, que saúda a Virgem Maria baseada nos episódios da Anunciação e da Visitação (Lucas 1:28-42). Segundo São Luís Maria Gringnon de Montfort, cada vez que se reza a Ave Maria, a Virgem Maria no céu louva a Deus por nós com seu canto, o Magnificat  A Ave Maria é repetida várias vezes na recitação do Santo Rosário, uma oração completa, porque nela reside a história da nossa salvação ao meditar os mistérios da vida de Jesus e Maria; incluindo as orações, do Credo; o Pai...

Hino do Centenário de Carmo da Cachoeira

letra: Haroldo Ambrósio Caldeira música: Álvaro Arcanjo Athaíde interpretação: Glória Caldeira teclado: Teresa Maciel do Nascimento estúdio de som: João Paulo Alves Costa - DjeCia edição de vídeo: Rícard Wagner Rizzi Letra do Hino do Centenário Cem anos de existência bem vivido Cantemos este hino de alegria Saudando essa data memorável do nosso centenário nesse dia. Cachoeira, Carmo da Cachoeira, Berço de um povo acolhedor Ergue hoje um pavilhão Rendendo Graças ao Senhor.

Inventários de Antônio Dias de Gouveia e esposa

A ntônio Dias de Gouveia , falecido em 27 de junho de 1789, teve seu inventário aberto na paragem da Ponte Falsa da Freguesia de Santa Ana de Lavras do Funil, do termo de São João Del Rey, Minas e Comarca do Rio das Mortes, tendo como inventariante sua esposa Ana Teresa de Jesus. Nos chama a atenção os limites e os bens que ficaram de herança. “(...) que de uma banda parte com fazenda de João Francisco Carvalho e com a fazenda chamada a dos Barreiros”. J á o inventário de Ana Teresa de Jesus, Ana Teresa de Jesus, filha de Maria da Assunção Franca e Manoel Alves Pedrosa, cita como seu genro Manoel Pereira de Carvalho; Gabriel Antônio de Carvalho e Joaquim Antônio de Carvalho e os filhos João Dias de Gouveia e irmãos. E aponta como bens: fazenda Chamusca – 14:090$000; fazenda Rio Grande – 3.000$000; fazenda Palmital – 200$000; terreiro fazenda Chamusca – 1.000$000; terreiro da fazenda Rio Grande – 400$000; terreiro da fazenda Caxambu – 270$000. A fazenda Chamusca ficou em comum,...

O livro da família Reis, coragem e trabalho.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: 24º Anuário Eclesiástico - Diocese da Campanha Imagem anterior: A fuga dos colonizadores da Capitania de S. Paulo

Mais Lidas nos Últimos Dias

O Capitão Diogo Garcia da Cruz.

G ravura da obra O Capitão Diogo Garcia da Cruz de Ricardo Gumbleton Daunt , onde se lê: O Capitão Diogo Garcia da Cruz neto de Diogo Garcia e Júlia da Caridade naturais da Ilha do Faial e sua geração. A Edição de que o Projeto Partilha dispõe foi editada em São Paulo - 1974 foi revista, ampliada e atualizada pelo Professor Caio de Figueiredo e Silva. Próxima imagem: Denise Garcia e os Garcia Frades. Imagem anterior: As três ilhõas de José Guimarães.

Ave Maria na Igreja Matriz N. Srª. Carmo

Recital de Piano e Canto em Carmo da Cachoeira Além do pianista Francis Vilela e das mezzo-sopranos Larissa Amaral e Maisa Nascimento, durante a apresentação do tema Berceuse da Suíte Dolly, de Gabriel Fauré houve a participação especial do pianista Hélcio Barone Júnior, formado pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade São Paulo. Um momento especial, raro, em que os espectadores puderam apreciar uma apresentação de pianos a quatro mãos. A Ave Maria, ou ave-maria, também chamada de Saudação Angélica, é uma oração, que saúda a Virgem Maria baseada nos episódios da Anunciação e da Visitação (Lucas 1:28-42). Segundo São Luís Maria Gringnon de Montfort, cada vez que se reza a Ave Maria, a Virgem Maria no céu louva a Deus por nós com seu canto, o Magnificat  A Ave Maria é repetida várias vezes na recitação do Santo Rosário, uma oração completa, porque nela reside a história da nossa salvação ao meditar os mistérios da vida de Jesus e Maria; incluindo as orações, do Credo; o Pai...

Hino do Centenário de Carmo da Cachoeira

letra: Haroldo Ambrósio Caldeira música: Álvaro Arcanjo Athaíde interpretação: Glória Caldeira teclado: Teresa Maciel do Nascimento estúdio de som: João Paulo Alves Costa - DjeCia edição de vídeo: Rícard Wagner Rizzi Letra do Hino do Centenário Cem anos de existência bem vivido Cantemos este hino de alegria Saudando essa data memorável do nosso centenário nesse dia. Cachoeira, Carmo da Cachoeira, Berço de um povo acolhedor Ergue hoje um pavilhão Rendendo Graças ao Senhor.