Pular para o conteúdo principal

Padre Zequinha em Carmo da Cachoeira.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Próxima Imagem: O padre de Carmo da Cachoeira, fiel amigo do povo.


Comentários

Anônimo disse…
A Paróquia Nossa Senhora do Carmo em Carmo da Cachoeira - Minas Gerais presta homenagem ao Padre Zéquinha, através da "SALA PE. ZEQUINHA". Lá está sua lápide e os quadros dos artistas plásticos Maurício José Nascimento e de Meire Vilela de Alvarenga, manifestados por ocasião do SESQUICENTENÁRIO DA PARÓQUIA, comemorado no ano de 2007. As paredes estão sendo preparadas por PAULO SÉRGIO DA SILVA que, além de cachoeirense ativo na sociedade civil, através das atividades que desenvolve com jovens e adolescentes no âmbito do esporte, é voluntário e tesoureiro do GAPA- Grupo de Apoio e Proteção aos Animais, em Carmo da Cachoeira, no Sul de Minas Gerais, onde muitos dizem: O PARAÌSO É AQUI. Profissional no setor da construção civil, pai, esposo, filho e irmão dedicado, está preparando as paredes da "SALA PADRE ZÉQUINHA" para transformá-la em ESPAÇO CULTURAL DA PARÓQUIA, idealizado pelo seu Pároco, Pe. ANDRÉ LUIZ DA CRUZ. Paulo Sérgio é irmão do Pe. Rogério, Pároco em CAMPOS GERAIS - Minas Gerais.
Nossa gratidão a esta dedicada família que é para nós, extensão de nosso grupo familiar. Que as bençãos do Criador continuem jorrando sobre este Casal - Paulo e Silva, seus filhos, seu pai (in memorian), sua mãe, irmãos, tios, sobrinhos, enfim, sobre toda a humanidade, em nome de DEUS e SEUS ANJOS DA LUZ. Paz e Harmonia a todos.
Anônimo disse…
Foram realizados batizados no ano de 1862, sendo 39 de crianças crioulas; 33 de crianças pardas e 20 de crianças brancas. O pontos onde se deram os eventos foram; Matriz, Capella de São Bento; Ermida do Taquaral; Oratório de Ignácio José Alves; Ermida do Capitão Antonio Joaquim Alves; Oratório de Marianna Felisbina da Silva; Oratório de Antonio de Gouveia; Ermida de Antonio dos Reis Silva; Oratório de Domingos José Pinto; Ermida de dona Marianna Vilella e Ermida da Chamusca, pela ordem com que foram aparecendo nos registros.
Anônimo disse…
Ano de 1862. Mês de janeiro. Batizados na freguesia do Carmo da Cachoeira - Minas Gerais:
01.01.1862 Hurias, crioulo, filho legítimo de Anastácio e Maria. Padrinhos: Valentim de Nação e Dorothéa;
06.01.1862 Tomazia, crioula, filha legítima de Jacintha de Nação e Manoel dos Reis Silva. Padrinhos: Francisco Antonio de Oliveira e Maria Alexandrina;
19.01.1862 Marcianna, parda, filha legítima de Camilo e Felicíssima. Padrinhos: João Urbano de Figueiredo e Anna Cândida de Jesus;
19.01.1862 Theodora, crioula, filha legítima de Paulo da Nação e Umbelina. Padrinhos: Urbano Balbino dos Reis e Marianna Generosa dos Reis;
19.01.1862 Julianna, crioula, filha legítima de José e Thomazia. Padrinhos: Manoel e Margarida;
19.01.1862 João, pardo, filho legítimo de Manoel Joaquim Rodrigues e Maria Ignácia de Jesus. Padrinhos: Manoel Joaquim da Silva e Inácia Joaquina de Jesus;
21.01.1862 Anna, crioula, filha legítima de José Francisco Miguel e Maria Romana. Padrinhos: José Celestino Terra e Francisca Cândida;
26.01.1862 Maria, branca, filha legítima de João Vilella Fialho e Maria Victória Branquinho. Padrinhos: José Vilella de Rezende e Ana Celestina de Rezende;
Anônimo disse…
Batizados, continuação:
06.02.1862 Marcello, crioulo, filho de Ambrósio e Bárbara,Padrinhos: Gabriel Venâncio Diniz e Maria Lucianna de Jesus;
06.02.1862 Bento, crioulo, filho legítimo de Raphael Affricano e Maria. Padrinhos: Narcizo e Mathides;
06.02.1862 Thomaz, crioulo, filho legítimo de Dionízio e Sebastianna. Padrinhos: Victorianno e Lucianna;
09.05.1862 José, branco, filho legítimo de Antonio Lopes Guimarães e dona Ignácia Guilhermina de Souza. Padrinhos: Francisco Ignácio de Souza e dona Generoza América de Souza;
09.02.1862 Silvestre, crioulo, filho natural de Carolina. Padrinhos: Francisco Antonio e Maria Antonio;
09.02.1862 Anna, parda, filha legítima de José Mizael e de Maria Generoza. Padrinhos: Ignácio Lopes Guimarães e Francisca Pracedina de Souza; 09.02.1862 Francisca, branca, filha natural de Edwiges de Jesus. Padrinhos: Estevão Ribeiro da Silva e dona Maria Cassiana da Costa;
09.02.1862 Benjamim, branco, filho natural de Maria Rosa de Jesus. Padrinhos: Francisco de Paula Batista (Baptista) e dona Marianna Cândida da Fonceca (Fonseca);
09.02.1862 Maria, parda, filha natural de Maria Mathildes. Padrinhos: ten. coronel JOSÉ FERNANDES AVELINO e EMERENCIANNA DE JESUS;
13.02.1862 Antonio, pardo, filho legítimo de Juventino Gomes de Aguiar e Porfíria Maria Christina. Padrinhos: João Ermenegildo Vilella e Anna Jacintha da Costa;
16.02.1862 Antonio, branco, filho legítimo de Jerônimo Antônio e Joaquina Maria de Jesus. Padrinhos: capitão Antonio Joaquim Alves e dona Marianna Carolina Alves;
16.02.1862 Juvenal, crioulo, filho legítimo de Domingos Affricano e Anna. Padrinhos: Januário e Eva;
16.02.1862 Higino, crioulo, filho legítimo de João de Nação e Dorothéa. Padrinhos: Manoel e Dorothéa;
23.02.1862, Polinário, crioulo, filho legítimo de Joaquim e Maria. Padrinhos: Thomaz de Nação e Christianna;
26.02.1862 Escolástica, crioula, filha legítima de Felipe de Nação e de Emerencianna. Padrinhos: Manoel Antonio dos Reis e dona Maria Paulina dos Reis;
26.02.1862 Luiza, crioula, filha legítima de Felipe de Nação e Emerencianna. Padrinhos: Manoel de Souza Reis e dona Anna Generoza dos Reis;
27.02.1862 Antonio, pardo, filho legítimo de Luiz Antonio Ferreira e Maria Januária de Jesus. Padrinhos: Manoel Ferreira Avelino e dona Maria Theodora Ferreira;
(continua)
Anônimo disse…
Batizados, continuação:
09.03.1862 Edeltrudes, branca, filha legítima de Manoel Ferreira da Silva e Maria Carlota de Souza. Padrinhos: José Pedro Ferreira e dona Maria das Dores de Jesus;
23.03.1862 Anna, parda, filha legítima de João Antonio de Souza e Maria Cândida de Jesus. Padrinhos: José Thomaz de Souza e Anna Severina de Souza;
23.03.1862 Marianna, parda, filha legítima de Manoel Ignácio de Abreu e Beatris Maria de Jesus. Padrinhos: Antonio Francisco Xavier e Sabinha Agostinha do Nascimento;
27.03.1862 José, crioulo, filho legítimo de Francisco Lopes da Silva e Francisca Cândida de Jesus. Padrinhos: Francisco Antonio da Silva e Rita Antonio Domingas;
30.03.1862 José, branco, filho legítimo do capitão Manoel Ferreira Mizael e Maria Carolina de Mello. Padrinhos: Francisco Ignácio de Mello e Souza e Anna Porfíria dos Reis. A cerimônia foi oficializada pelo Pe. Antonio Luiz Maria de Freitas;
30.03.1862, o Pe. Agostinho José de Souza e Oliveira batiza Joaquim, pardo, filho legítimo de Domiciano André e Marianna Clara. Padrinhos: Antonio Mizael da Costa e dona Cândida Umbelina de Andrade;
30.03.1862 Fidelles, crioulo, filho de José e Delfina. Padrinhos: João e Prudencianna;
(continua)
Anônimo disse…
IGNÁCIO LOPES GUIMARÃES, padrinho de Maria, parda, filha natural de de Rita Maria Francisca, batizada na Capela de São Bento em 04.05.1862. OLHAR COM CAUTELA O NOME APRESENTADO no PROJETO COMPARTILHAR. Poderá ou não ser o mesmo Ignácio Lopes Guimarães. Percebe-se que no início do séc. 19 já era adulto, e foi instituído testamenteiro e aqui, aproximadamente 50 anos depois, aparece o mesmo nome como sendo padrinho na Freguesia do Carmo da Cachoeira.

Interessante conferir em ANTONIO MARTINS SALDANHA - Windows Internet Explorer
http://br.geocities.com/projetocompartilhar/ensaioAntonioMartinsSaldanha.htm
Antonio tem um filho, entre outros, o André Ribeiro Saldanha, nascido em 1748, que instituiu como um de desses testamenteiros, o capitão Ignácio Lopes Guimarães.
Anônimo disse…
Batizados na Freguesia do Carmo da Cachoeira, ano de 1862:
06.04 Catharina, crioula, filha de Miguel e Rita. Padrinhos: José Celestino Terra e dona Maria Amélia de Jesus;
10.04 Cândido, crioulo, filho legítimo de Jacintho da Nação e Eduarda. Padrinhos: Albano Albino dos Reis e dona Amélia Augusta de Tolledo;
13.04 Maximiano, crioulo, filho legítimo de Paulo e Romana;
29.04 Marianna, branca, filha legítima de Manoel Antonio de Mello e Mathos e Luisa Maria do Nascimento. Padrinhos: Manoel Antonio Teixeira e dona Maria Victória de Carvalho;
06.05 José, pardo, filho natural de Bárbara. Padrinhos: Elias Francisco Xavier e Anna Rita de Jesus;
08.06 Abrahão, crioulo, filho legítimo de Marcellino Affricano e Paschoa. Padrinhos: João Alves de Gouvêa e dona Marianna Clara de Gouvêa;
08.06 Marianna, parda, filha legítima de José Pinto da Costa e Anna Silvéria de Jesus. Padrinhos: João Alves de Gouvêa e dona Maria Carolina de Gouvêa;
03.05 Antonio, branco, filho legítimo de João Alves de Gouvêa e dona Marianna Clara de Gouvêa. Padrinhos: Antonio Severiano de Gouvêa e dona Maria Carolina de Gouvêa;
04.05 Maria, parda, filha natural de Rita Maria Francisca. Padrinhos: Ignácio Lopes Guimarães e Ludovina, com procuração de dona IGNÁCIA RIBEIRA DE MORAES.
04.05 João, branco, filho legítimo de José Ignácio de Souza e de Jesuína Maria de Jesus. Padrinhos: JOSÉ CELESTINO COSTA e Dona MARIA THEREZA VILELLA.

JOSÉ CELESTINO COSTA
E
MARIA THEREZA VILELLA

15.05 Joanna, crioula, filha de Nicolau e Clara. Padrinhos: Vicente e Joanna de Nação;
27.05 Prudência, crioula, filha legítima de Thomas e Prudencianna. Padrinhos: Porfírio e Anna.
(continua)
Anônimo disse…
Parte final do ano de 1862. Batizados na Freguesia de Carmo da Cachoeira - Minas Gerais.
15.06 Emerencianno, branco, filho legítimo de João Cândido Alves da Costa e : Joaquim José de Oliveira e Helena Cândida da Costa;
15.06 João, crioulo, filho legítimo de Francisco e Helena. Padrinhos: José Ignácio de Santa Anna e Maria Cândida Nogueira;
19.06 José, pardo, filho legítimo de Francisco Antonio de Oliveira e Alexandrina Cândida de Jesus. Padrinhos: Manoel dos Reis Silva e Marianna Genoveva dos Reis;
26.06 João, pardo, filho legítimo de Cezário do Spirito Santo e Marianna Roiz (Rodrigues). Padrinhos: José Roiz da Silva (José Rodrigues da Silva) e Marianna Clara de Gouvêa;
26.02 Izác, crioulo, filho legítimo de José de Nação e Vicência. Padrinhos: Gabriel José Junqueira Júnior e Marianna Carolina Alves;
30.06 Carlota, branca, filha legítima de José Villela de Rezende e Anna Celestina de Rezende. Padrinhos: João Vilella Fialho e Maria Victória Branquinha;
01.07 Anna, branca, filha legítima de Miguel Je.(José?) Alves e Ignácia Generosa do Nascimento. Padrinhos: JOSÉ DA COSTA Sa. (Silva?) e RITA VITALINA DE SOUZA;
01.07 Pedro, pardo, batizado pelo Pe. Agostinho José de Souza e Oliveira, filho natural de Generoza Bernardes da Costa. Padrinhos: José Paulino Mafra e Maria Paula de Souza;
06.07 Benvenuto, crioulo, filho legítimo de Adriano de Nação e de Celestino. Padrinhos: Estevão de Nação e Marianna de Nação;
16.07 José, pardo, filho legítimo de Leopoldino Rosa Dias e Francisca Maria de Jesus. Padrinhos: Pedro Dias do Nascimento e Marianna Generoza dos Reis;
18.07 Israel, crioulo, filho legítimo de Leocádio Jacintho de Souza e Anna Cândida de Souza. Padrinhos: José Felizardo de Assis e Anna Cândida de Jesus;
20.07 Antonio, pardo, filho natural de Inocência. Padrinhos: Antonio Graciano Paulino e Maria Joaquina do Carmo;
21.07 João, crioulo, filho legítimo de Meliana. Padrinhos: José Pedro Ferreira e Maria do Carmo de Jesus;
19.08 Raimunda, crioula, filha legítima de Tito Africanno e Antonia. Padrinhos: João Alves de Gouveia e Maria Clara de Gouveia;
24.08 João, branco, filho legítimo de Joaquim Pinto da Costa e Francisca Cândida da Silva. Padrinhos: José Vilella de Resende e Anna Celestina de Resende;
24.08 Joaquim, crioulo, filho legítimo de Mizael e Francisca. Padrinhos: Vicente e Jacintha;
24.08 Cândido, pardo, filho de Marcelino Nunes de Mendonça e Gabriela de Jesus. Padrinhos: Francisco de Paula Baptista e Marianna Cândida da Fonceca (Fonseca);
24.08 Maria, parda, filha legítima de Domiciniano José Faustino e Maria Leopoldina da Silva. Padrinhos: Amaro José Alves e Mécias Maria da Silva;
28.08 Francisco, branco, filho legítimo de João Gouveia de Figueiredo e Joaquina Cândida de Figueiredo. Padrinhos: Francisco Gouveia de Figueiredo e Maria Cândida Branquinha;
29.08 Francisca, parda, filha natural de Maria Januária de Jesus. Padrinhos: Pedro Dias dos Santos e Anna Serina da Costa.
09.09 José, parda, filha legítima de Antonio Caetano Dias e Galdina Maria de Jesus. Padrinhos: Joaquim Francisco dos Reis e Claudina Maria de Jesus;
20.09 Joaquim, pardo, filho natural de Rita. Padrinhos: Antonio Joaquim Alves e Bernardina;
21.09 Higino, crioulo, filho legítimo de Matheos de Nação e Vicentina. Padrinhos: Romualdo e Maria;
28.09 Sebastião, crioulo, filho legítimo de Gabriel Africano e Theodora. Padrinhos: Sebastião Rodrigues da Silva e Alexandrina Cândida do Espírito Santo;
02.10 Miguel, pardo, filho legítimo de Francisco Lopes Machado e Laureanna Ignácia de Jesus. Padrinhos: José Celestino Ferreira e Amélia Augusta de Tolledo;
02.10 Antonio, crioulo, filho natural de Jacintha Cândida de Jesus. Padrinhos: Joaquim Francisco do Nascimento e Anna Joaquina;
10.10 Gabriel, pardo, filho legítimo de José Feliciano de Oliveira e Maria do Carmo de Jesus. Padrinhos: Joaquim Fernandes dos Reis e Marianna Cândida dos Reis;
12.10 Jacob, crioulo, filho legítimo de Mathias Africano e Joanna. Padrinhos: João Africano e Sebastiana;
19.10 José, pardo, filho de Bonifácio José da Silva e Anna Faustina da Assunção. Padrinhos: José Celestino Terra e Amélia Augusta de Tolledo;
19.10 Thomé, pardo, filho legítimo de Florêncio Francisco Gouveia e Cândida Balduina de Nazareth. Padrinhos: José Ignácio de Santa Anna e Amélia Augusta de Tolledo;
25.10 Evaristo, pardo, filho natural de Francisca Teixeira de Carvalho. Padrinhos: Aureliano José Mendes e Anna Jacinta de Jesus;
26.10 Anna, branca, filha legítima de Manoel Ferreira Avelino e Maria Theodora Ferreira. Padrinhos: Joaquim Ferreira Machado e dona Eufrazia Divina de Jesus;
27.10 Antonia, crioula, filha legítima de Vicente e Bizida. Padrinhos: Adão e Beatriz;
28.10 José, pardo, filho natural de Iria Paulina de Jesus. Padrinhos: José Dias Palhão e Vitalina Francisca da Cruz;
01.11 Anna, branca, filha natural de Gracianna Antonia de Carvalho. Padrinhos: José Ferreira Godinho e Ritta Antonia de Oliveira;
03.11 Quitéria, crioula, filha legítima de Roque Africano e Thereza Africana. Padrinhos: Anastácio e Maria; 16.11 Carolina, branca, filha de Gabriel Rodrigues da Silva e Thicianna Maria de Jesus. Padrinhos: Capitão Antonio Joaquim Alves e dona Marianna Clara de Gouveia;
24.11 Maria, parda, filha legítima de João Luiz Xavier e Maria Joanna de Jesu. Padrinhos: José Celestino Terra e dona Amélia Augusta de Tolledo;
30.11 Maria, branca, filha legítima de Vicente Ferreira do Nascimento e Anna Antonia Teixeira. Padrinhos João Gomes do Nascimento e Francisca Ferreria de Jesus;
13.12 Joaquim, pardo, filho legítimo de Francisco Gomes Pereira e Maria Francisca Felizarda. Padrinhos: Amaro José Alves e Mécias Maria da Conceição;
20.12 Gabriela, branca, filha legítima de Gabriel José Junqueira Júnior e Marianna Carolina Alves. Padrinhos: Major Gabriel José Junqueira e dona Maria Carolina Alves de Gouveia;
21.12
Dorothéa, crioula, filho legítimo de Antonio da Nação e Maria. Padrinhos: José e Francisco;
25.12 Braulino, crioulo, filho legítimo de Thomé Pinto Ribeiro e Rita Cândida de Jesus. Padrinhos: Manoel Gonçalves da Silva e Francisca Fortunata da Silva;
28.12 Poncianna, crioula, filha legítima de Manoel e Thomazia. Padrinhos: Antonio Theodoro e Francisca Teixeira;
28.12 Gertrudes, criola, filho legítimo de Antonio de Nação e Alexandrina. Padrinhos: Antonio e Prudencianna;
28.12 Francisca, parda, filha legistima de João Antonio de Oliveira e Rita Maria de Jesus. Padrinhos: Francisco Lopes Guimarães e Maria Antonia de Jesus;
28.12 Percilianna, parda, filha legítima de Poncianno e Maria. Padrinhos: José Ignácio de Santa Anna e Maria Cândida Nogueira.
Anônimo disse…
Professor Wanderley Ferreira de Resende, o que o senhor tem anos contar sobre o Pe. Zequinha?
Na p. 49, segunda edição da obra Carmo da Cachoeira - Origem e Desenvolvimento a resposta:
O Cônego José Joaquim de Souza tomou posse a 16 de junho de 1965 e veio a falecer a 16 de dezembro de 1980, tendo dirigido a paróquia durante 15 anos e meio. Conforma era sua vontade, foi sepultado na Matriz local.
Sua morte abalou profundamente a alma dos cachoeirenses sem distinção de classes ou de credos pois, pela sua simplicidade, pelos seus sentimentos de caridade, de amor ao próximo, era estimado e respeitado por todos os seus paroquianos.
O seu sepultamento realizou-se no dia 17, com a presença de uma multidão calculada em umas 2.000 (duas mil pessoas) e suas exéquias foram realizadas por 36 sacerdotes.

Mais lidas no site

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Mais lidas nos últimos 30 dias

Natal, memória e partilha em Carmo da Cachoeira

Talvez uma das coisas de que a professora Leonor Rizzi mais gostasse em Carmo da Cachoeira fossem as festividades cristãs . Via nelas não apenas a beleza dos ritos, mas, sobretudo, o protagonismo e a visibilidade que conferiam às pessoas da comunidade, tantas vezes deixadas à margem da memória histórica e cultural. Graças à homenagem póstuma oferecida pela Câmara Municipal a Dona Leonor, por iniciativa da vereadora Maria Beatriz Reis Mendes (Bia), revisitei a cidade. Confesso que a primeira parada no “ Estação Café com Arte ”, no Bairro da Estação , indicada pela própria vereadora, teve algo de peregrinação afetiva: eu caminhava pelos espaços tentando adivinhar o que, ali, chamaria mais a atenção de Leonor. Foi então que encontrei algo que, tenho certeza, a encantaria: a confecção artesanal do frontão do palco do Auto de Natal deste ano. Naquele trabalho paciente das mãos, na madeira, na tinta e nos detalhes, reconheci o mesmo espírito que atravessava os textos que ela escreveu, n...

Carmo da Cachoeira: o centro cultural Café Estação com Arte

O Bairro da Estação que a Profª Leonor sonhou Hoje, quem chega ao bairro da Estação, em Carmo da Cachoeira , encontra um espaço acolhedor: as antigas ruínas da ferrovia se transformaram em um pequeno centro de cultura e turismo em torno do “ Estação Café com Arte ” . Onde antes havia paredes caindo e abandono, há agora um lugar vivo, que recebe visitantes, conversa com a memória e faz a paisagem respirar de outro modo. Este texto nasce justamente desse contraste: da lembrança de uma Estação em ruínas à experiência recente de rever o local totalmente recuperado, por ocasião da homenagem prestada à professora Leonor Rizzi pela Câmara Municipal , por iniciativa da vereadora cachoeirense Maria Beatriz Reis Mendes (Bia) . A impressão é imediata: poucas coisas a alegrariam tanto quanto ver esse lugar, que a marcou pela ruína, renascer como polo de cultura. Foto original recuperada por IA de Evando Pazzini Para compreender o significado disso, recorremos aos próprios textos de Leonor sobr...

Carmo da Cachoeira de 1800 até 1814

Carmo da Cachoeire: Leonor Rizzi e o poder do conhecimento histórico local Publicado neste site em 5 de fevereiro de 2009, o quadro intitulado “ Tabela Cronológica 9 – de 1800 até o Reino Unido ” , elaborado pela professora Leonor Rizzi , é mais do que uma sequência de datas: é um exercício de reconstrução paciente da história local a partir de vestígios dispersos. Em vez de olhar apenas para o “grande cenário” do Império português e das transformações políticas do início do século XIX, a autora acompanha, em detalhe, o que se passava na região que hoje reconhecemos como Carmo da Cachoeira : fazendas que se consolidam, capelas que se erguem, famílias que se fixam, instituições que se organizam. Esse tipo de pesquisa minuciosa, ancorada em registros paroquiais, inventários, sesmarias e documentação administrativa, devolve à comunidade algo que costuma ser monopolizado pelos manuais escolares: o direito de se reconhecer como sujeito da própria história. Ao relacionar acontecimentos lo...

Leonor Rizzi e os Selos do Sesquicentenário de Carmo da Cachoeira

  O Resgate da Memória em Milímetros: o Legado da Profª Leonor Rizzi O Selo como Documento de Resistência Histórica Os estudos de história costumam dar atenção aos grandes monumentos, às decisões políticas e às grandes crises econômicas. Porém, muitas vezes a identidade de um povo se apoia em coisas pequenas: objetos do dia a dia e iniciativas que, à primeira vista, parecem simples, mas guardam muito significado. Em 15 de janeiro de 2008, Carmo da Cachoeira , no sul de Minas Gerais, viveu um desses momentos discretos e importantes. Naquela data, a professora Leonor Rizzi , referência na preservação da memória do município e na proteção animal, pediu à Empresa Brasileira de Correios e Telégrafos (ECT) a criação de uma série de selos personalizados. Esse gesto não foi apenas uma formalidade ou uma comemoração comum. Ao encomendar quatro modelos diferentes de selos para marcar o sesquicentenário da Instituição Canônica da Paróquia Nossa Senhora do Carmo, a professora Leonor encontrou ...

Carmo da Cachoeira – de 1815 até 1821

Publicada em 15 de fevereiro de 2008 pela professora Leonor Rizzi , esta tabela acompanha um período curto em anos, mas denso em mudanças: é o momento em que o Brasil deixa de ser apenas colônia para integrar o Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves (1815), vê a circulação do café avançar sobre Minas, assiste à transformação de capitanias em províncias e presencia o retorno da Corte a Lisboa. Enquanto os livros de história contam esse processo em linhas gerais, aqui o movimento é visto através de lupa: nomes de fazendas, vilas recém-instaladas, estradas requisitadas, inventários, listas de moradores e decisões administrativas que moldam o sul de Minas. Talvez por isso esta tenha se tornado, ao longo dos anos, a tabela mais procurada no site, foram 66.800 acessos: nela se cruzam a visão macro da política imperial e os detalhes concretos de lugares como Campo Lindo , Ponte Falsa , Serra do Carmo da Cachoeira , Varginha ainda chamada Espírito Santo das Catanduvas . O que em manuais ...

Mais Lidas nos Últimos Dias

Natal, memória e partilha em Carmo da Cachoeira

Talvez uma das coisas de que a professora Leonor Rizzi mais gostasse em Carmo da Cachoeira fossem as festividades cristãs . Via nelas não apenas a beleza dos ritos, mas, sobretudo, o protagonismo e a visibilidade que conferiam às pessoas da comunidade, tantas vezes deixadas à margem da memória histórica e cultural. Graças à homenagem póstuma oferecida pela Câmara Municipal a Dona Leonor, por iniciativa da vereadora Maria Beatriz Reis Mendes (Bia), revisitei a cidade. Confesso que a primeira parada no “ Estação Café com Arte ”, no Bairro da Estação , indicada pela própria vereadora, teve algo de peregrinação afetiva: eu caminhava pelos espaços tentando adivinhar o que, ali, chamaria mais a atenção de Leonor. Foi então que encontrei algo que, tenho certeza, a encantaria: a confecção artesanal do frontão do palco do Auto de Natal deste ano. Naquele trabalho paciente das mãos, na madeira, na tinta e nos detalhes, reconheci o mesmo espírito que atravessava os textos que ela escreveu, n...

Carmo da Cachoeira: o centro cultural Café Estação com Arte

O Bairro da Estação que a Profª Leonor sonhou Hoje, quem chega ao bairro da Estação, em Carmo da Cachoeira , encontra um espaço acolhedor: as antigas ruínas da ferrovia se transformaram em um pequeno centro de cultura e turismo em torno do “ Estação Café com Arte ” . Onde antes havia paredes caindo e abandono, há agora um lugar vivo, que recebe visitantes, conversa com a memória e faz a paisagem respirar de outro modo. Este texto nasce justamente desse contraste: da lembrança de uma Estação em ruínas à experiência recente de rever o local totalmente recuperado, por ocasião da homenagem prestada à professora Leonor Rizzi pela Câmara Municipal , por iniciativa da vereadora cachoeirense Maria Beatriz Reis Mendes (Bia) . A impressão é imediata: poucas coisas a alegrariam tanto quanto ver esse lugar, que a marcou pela ruína, renascer como polo de cultura. Foto original recuperada por IA de Evando Pazzini Para compreender o significado disso, recorremos aos próprios textos de Leonor sobr...

Carmo da Cachoeira de 1800 até 1814

Carmo da Cachoeire: Leonor Rizzi e o poder do conhecimento histórico local Publicado neste site em 5 de fevereiro de 2009, o quadro intitulado “ Tabela Cronológica 9 – de 1800 até o Reino Unido ” , elaborado pela professora Leonor Rizzi , é mais do que uma sequência de datas: é um exercício de reconstrução paciente da história local a partir de vestígios dispersos. Em vez de olhar apenas para o “grande cenário” do Império português e das transformações políticas do início do século XIX, a autora acompanha, em detalhe, o que se passava na região que hoje reconhecemos como Carmo da Cachoeira : fazendas que se consolidam, capelas que se erguem, famílias que se fixam, instituições que se organizam. Esse tipo de pesquisa minuciosa, ancorada em registros paroquiais, inventários, sesmarias e documentação administrativa, devolve à comunidade algo que costuma ser monopolizado pelos manuais escolares: o direito de se reconhecer como sujeito da própria história. Ao relacionar acontecimentos lo...