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Antiga família cachoeirense na procissão.


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Comentários

Anônimo disse…
Gente fervorosa, honesta, trabalhora e muito devota. Nem o ferimento no pé da criança impende a participação na procissão. Vai no colo, mais vai. Garra, fé, reliogidade, persistência e compromisso garantem a preseça, mesmo nas adversidades e males passageiros do cotidiano. Leva a criança no braço esquerdo e a PALAVRA, QUE ALIMENTA A VIDA, na mão direita.
Anônimo disse…
O inverno de 2008 em Cachoeira encontra Ipês em plena floração. O Ipê, que possou para a lente da câmara fotográfica de Rogério Vilela, no ano do sesquicentenário da freguesia, prepara-se para nova florada em 2008. O Ipê, morador na pracinha, no começo da rua doutor Veiga Lima, em frente a oficina mecânica, onde Péricles Lima Rattes, no ano de 2007 fez revisão em seu carro antes de deixar a cidade, está vestida para festa. Leve, linda e resplandecente vestimenta amarela. Roupagem de festa, para ver passar a imensa carreata formada, ao meio dia deste domingo, para receber as bençãos através de Pe. André Luiz da Cruz. Outro Ipê que se prepara para receber o retorno dos alunos, neste segundo semestre letivo, é o morador da Escola Municipal dr. Moacir de Rezende. É a natureza embelezando a MINEIRA CIDADE DE CARMO DA CACHOEIRA, e a tornando extremamente agradável, imersa neste clima de montanhas. Foi assim e neste clima, que recebeu ontem um casal anônimo, de Santo Antonio do Amparo. Recordações e busca de seus antepassados. "Moraes", "Gouveia de Moraes", "Carvalho Bastos", "Villela", "Jatái-GO - antiga pousada de TROPEIROS". Foi vestida com a roupagem amarela dos Ipês que as recordações se desenrolaram. Foi ao passar da carreata que o pensamento e as orações do casal uniram-se em agradecimento e louvor ao Criador e a seus antepassados. Santo Antonio do Amparo, Carmo da Cachoeira, Jataí em Goiás, pontos de Pouso, onde tropeiros e boiadeiros, ao som das violas, berrantes e mugidos contavam velhas histórias.
Anônimo disse…
"um sítio na Barra de São Domingos do Rio Servo, com seu terreiro e com casas de vivenda, monjolo, ranchos de carros e outras oficinas, todas inferiores com suas terras de cultura e de criar que parte com a Fazenda de Domingos Teixeira de Carvalho, Manoel Dias de Gouveia - 800$000".

Aqui está viúva Ana Francisca de Assunção em 1815, casada que foi com José Coelho Paim.

"uma fazenda que se compões, de terras de cultura e de criar (...) na freguesia de Jacuí do Termo da Vila da Campanha da Princesa, a qual comprou o dito seu marido com José de Oliveira Simões (...) cuja fazenda haviam comprado a João Coelho de Souza e sua mulher (...) cuja fazenda confronta com dona Ana Theodora de Figueiredo e com terras dos mesmos vendedores, com as de Manoel José de Faria (...)".

Manoel José de Faria, casado com Luísa Francisca da Assunção.

Cf. Projeto Compartilhar.
Anônimo disse…
*No ano de 1878 em CARMO DA CACHOEIRA - Minas Gerais, Manoel de Carvalho Bastos vende através de seu procurador, casa no Arraial.


*O paulista, nascido em Batatais, morador por algum tempo em Franca, depois Jataí - GO, José Carvalho Bastos, casado com dona Ana Cândida Gouveia de Moraes, pais de José Manoel de Carvalho, casado com Prudenciana Maria Villela, nascida em 1863.
Anônimo disse…
Debaixo do florido Ipê vestido de amarelo, bem próximo do ponto comercial de Marcelo Mansur, onde Antonio Lima Rattes (Daniel)recorreu, para buscar reforço e agasalhar seus pés acostumados as quentes areias das praias, um papo descontraído com o casal de visitantes anônimos.

Com lápis e papel eles diziam:
Joaquim de Moraes Bueno foi casado com a viúva Prudenciana Esméria. Seu primeiro marido, Joaquim Vilela Junqueira, morreu em 1886. É este segundo marido dela que dele ter ligações por aqui.

Estavam também entre suas anotações e buscas * MANOEL ANTONIO DE CARVALHO, casado com dona URSULA BRANCA DE SÃO JOAQUIM.
*Manoel Bernardes da Costa, casado com dona Ana Pereira Leite. Dizia que um filho de Manoel Bernardo, e do mesmo nome casou-se com uma viúva sua parente, dona Dorotéia Esméria Villela, lá dos lados de Ventania, terra dos Figueiredo e de Januário Garcia Leal e sua mulher da Família Oliveira. O primeiro marido de dona Dorotéia havia sido Elizário José de Faria, que através de sua mãe, dona Luísa Francisca da Assunção, poderá ter ligações com o território pertencente a Lavras do Funil.

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