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O padroado e a Igreja no Brasil colonial e imperial.

Durante os períodos colonial e imperial a ação pastoral da Igreja no Brasil estava subordinada aos ditames do poder civil. É que, desde as bulas dos papas Nicolau V (1452), Calisto III (1455) e Alexandre VI (1514), tinham sido dados aos reis de Portugal "poderes pontifícios" para administrar a instituição eclesiástica nos domínios portugueses. Era o privilégio do padroado, Por força desse privilégio a fundação de paróquias e a noveação de seus eclesiásticos eram, primeiramente, de competência civil. Ao bispo cabia apenas confirmar a decisão dos magistrados civis. Assim funcionou a Igreja no Brasil, sob o regime do padroado, até 1889, quando se proclamou a República.

Comentários

Anônimo disse…
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Mais que um colaborador, um mestre.

P ois bem, Jorge Vilela , conhecido de todos os cachoeirenses terá espaço no blogspot para assuntos de fundo cultural, do qual é um profundo conhecedor pela busca empreendida durante os últimos 20 anos. J orge Fernando Vilela é arquiteto, natural de Carmo da Cachoeira, diplomado pela Escola de Arquitetura da Universidade Federal de Minas Gerais em 1971.Fez parte da equipe técnica da Fundação João Pinheiro na elaboração do Plano de Desenvolvimento Econômico e Social da Região Metropolitana de Belo Horizonte em 1975 e integrou a equipe técnica do PLAMBEL, coordenando a elaboração do Plano de Uso e Ocupação do Solo da Aglomeração Metropolitana e da primeira Lei de uso e Ocupação e Belo Horizonte, entre 1975 e 1976. Foi Diretor do Departamento de Edificações da Secretaria Municipal de Obras da Prefeitura de Belo Horizonte de 1976 a 1983, onde foi responsável pela implantação e operacionalização da Lei de Uso e Ocupação do Solo no município. Foi Diretor de Técnico e de Planejamento do PLA...

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