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Uma cachoeirense com muita história para contar.


Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Comentários

Anônimo disse…
Antigos ancestrais manifestaram pela simples presença a manutenção das origens de Carmo da Cachoeira, no sul de Minas Gerais. A grande e laboriosa família, que se vê ligada em seu passado a um personagem histórico no município, JOSÉ FERNANDES AVELINO está representada nesta página pela octogenária Dionísia. Esta semana, ajoelhada aos pés da padroeira da Matriz de Baependi, Dionísia, acompanhada de duas outras pessoas, agradecia ao PAI, por nesta idade, conseguir manter sua independência. Com recursos próprios faz suas compras, prepara seu próprio alimento, mantém a limpeza da casa e sua higiene pessoal, cumpre suas obrigações com a paróquia a que está ligada e com seus deveres de contribuinte municipal. Lembrou-se de agradecer o abraço que recebeu de Péricles Lima Rattes e Antonio Lima Rattes (o Daniel) no ano passado aqui na cidade. Dionísia é descendente de uma família que, através de dona Rita Victalina de Souza, garante o conforto de uma vida digna a muitos aqui na cidade. Só para lembrar, dona Rita Victalina de Sousa, filha de um "Souza", casado com uma "Vilela", foi casada com o viúvo JOSÉ FERNANDES AVELINO, subdelegado de Carmo da Cachoeira e doador de partes de terra para a formação do Patrimônio da Paróquia. Se existe alguma ligação pelo sangue, ou se esta ligação se dá apenas por afinidade, é o que os documentos irão nos mostrar. Por ora a simples presença desta guerreira engrandece o povo cachoeirense.
Anônimo disse…
Encontros agendados por Deus, homem nenhum do planeta consegue desmarcar. Que cachoeirense poderia imaginar o presente que receberia no ano comemorativo de seu sesquicentenário - a visita de descendentes de MANOEL ANTONIO RATES, primeiro morador dessa paragens, nos idos anos do século XVIII.O que Cachoeirenses, dizeram sobre esta família, estímulos pela presença de Daniel e Péricles:

Dona Zilah disse: "O Percy me contava que a Família Rates era formada de gente muito importante";

Dionísia disse, olhando para Antonio (Daniel): "Você se parece muito com os Rates daqui. Homens altos e muito bonitos. Eles, todas as tardes entravam e saiam da casa de meu pai como se fosse casa deles, tanto era a nossa amizade. Moravam em frente a nossa casa. Ligados ao cinema, foram embora quando eu ainda era jovem".

Frases preciosas que ficaram grafadas no etérico de nossa querida CARMO DA CACHOEIRA - MG, cidade em que muitos a ela assim se referem: O PARAÍSO É AQUI.
Anônimo disse…
A família "Souza" em Cachoeira ligou-se, além da mãe de dona Rita Victalina que se ligou aos "Vilelas", pelo menos uma da "Familia Alves", através de Áurea Alves "de Souza", casou-se com Antonio de "Souza"; ligou-se também a tradicional família "MENDES DE OLIVEIRA", através do senhor Sebastião; "Souza" foi casado também com dona Joana Afonsina das Dores"; a cartorária do município de Ingaí, dona Luiza Costa, (a qual gostaríamos que registrar aqui a gratidão do Projeto Partilha, pela sua delicadeza, presteza e gentileza ao disponibilizar dados e documentos) que nos relata a ligação "Costa" e "Souza"; "Souza", também se liga aos "Ferreira da Silva", através de dona Maria Carlota de Souza, casada com Manoel Ferreira da Silva. Outro "Souza", através de Adolfo, filho de dona Maria Gabriela de Souza, ligou-se a "Família Dias", primeiro casamento de dona Ana Dias. "Souza" ligou-se também aos "Gouveias". Enfim, uma imensa rede de ligações que, pela heterogeneidade, só veio engrandecer e enriquecer este abençoado solo sob os mantos da MÃE PROTETORA.
Anônimo disse…
Tereza do Sapé e Dionísia tem tudo a ver com CACHOEIRA. Ontem foi dia de festa na cidade, 16 de julho - DIA DA PADROEIRA, NOSSA SENHORA DO CARMO. Filhos em terras distantes aqui estavam marcando sua presença. Está entre eles, TEREZA DO SAPÉ, que ficou hospedada em casa de Dionísia.
Saibam mais sobre TEREZA DO SAPÉ lendo a reportagem escrita por MANELÃO. O envolvente título: O cheiro da primavera no ceasa, publicado pelo jornal Entre Post, de novembro de 2007, fala sobre o GRUPO TEATRAL NOVA ESPERANÇA, do bairro paulistano RIO PEQUENO. O grupo é mais conhecido como a COMUNIDADE DO SAPÉ e a TEREZA é sua coordenadora. Confiram em Untitled Documento - Windows Internet Explorer. em, http://www.jornalentreposto.com.br/nov2007/ca_entre_nos.htm - 18k

O autor do texto, Manelão é presidente da Creche NOSSA TURMA, localizada do CENTRO DE ABASTECIMENTO GERAL. DO ESTADO DE SÃO PAULO - CEAGESP

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Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

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