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A menina e o seminarista em Carmo da Cachoeira.


Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Comentários

Anônimo disse…
Sou brasileiro e moro em Portugal faz bastante tempo. Meu ramo é Arqueologia e sigo diariamente este blog. Gostaria de lhes dar uma sugestão para leitura. Não se assustem com a época. Remonta-se aos séculos IX - VII a. C. Trata-se de "LUSITANI". "... seria um coletivo que englobaria diversos POPULATI". (...) Em que territórios estariam eles distribuídos. Uns em territórios actualmente português, outros na província espanhola de Cáceres. Examina-se a religião dos LUSITANI, que os IDENTIFICA COMO UM CONJUNTO ETNICAMENTE AFIM (...)". Sarmento (1883, p.7) contesta a situação de que estariam localizados na SERRA DA ESTRELA (estou falando de Portugal). Cachoeirenses e afins, confiram em http://www.ipa.min-cultura.pt/pubs/RPA/...Windows Internet Explorer
Publicação e disponibilização da Revista Portuguesa de Arqueologia. volume 4. número 2.201, p.293 e seguintes. Autor do texto: Jorge de Alarcão. Boa leitura e entretenimento a todos. Será a luz no fim do túnel?
Anônimo disse…
Se um brasileiro participa diretamente de Portugal, como é que não vamos nós mandar a bola de volta. Bom Sucesso tem muito com o assinto que nosso conterrâneo nos indicou. Assim, pegue a bola aí, amigão. Uma pessoa residente em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, em 16/01/1905 passa procuração, e eu tenho a cópia. Foi de um casal que aí residia de nome Evaristo Brasiliense Naves e sua mulher Ana Theodora Naves. O casal constituiu procuração para Carlos Izaacon(deve ser isso - está muito apagado), morador no distrito de Bom Sucesso. A autorização era para vender "parte da Olaria denominado Barra da Babilônia e que houverão de herança de sua finada mãe e sogra dona Umbelina Roza Naves". Ei, Portugal, tem ou não tudo com o assunto. Eu assuntei e certamente o grupo irá encestar.
Anônimo disse…
O Projeto Partilha orgulha-se pela presença de Manoel e Júnior em suas páginas. Nossos agradecimentos.
Diante de tão importante informação, vinda através de Manoel, e do grande interesse manifestado pelo Júnior, gostaríamos de informar que "OS NAVES", tanto de Cachoeira, como de outros Estados que tem nos contactado, estão se mobilizando e tentando unir forças para chegar as suas origens. O exaustivo trabalho de Jorge de Alarcão, realmente, nos situa diante de "grupos étnicos", formados tendo em vista um ideal. Somos realmente gratos. Os dados vieram colaborar para que afinemos nossa sintonia.
Anônimo disse…
Quanto a dona Umbelina Roza Naves, certamente os internautas irão encontrar referências em www.genealogiavillasboas.nom.br/DescAncestrais/bgc/pafn81.htm - 15k
Aí as ligações entre descendentes açorianos, através de uma das Três Ilhoas e suas ligações, entre outros com a linhagem paulista.
Anônimo disse…
Ei, pessoal. Além do Evaristo tem também o Francisco Braziliense Naves, casado com dona Maria Isabel Naves que deu procuração para vender terras na BARRA DA BABILÕNIA.
Anônimo disse…
Um recado para a FAMÍLIA NOGUEIRA. O Antonio Carlos Nogueira Caldeira Leite, email: Icnca@uol.com.br
diz: dona "Josefina Candida Nogueira" (...). Visitem o site Radio e Televisão de Portugal ::: . Windows Internet Explorer
Anônimo disse…
UMA DATA MARCANTE, ANO DE 1845.

Pelo menos uma parte do SÍTIO
CACHOEIRA, não pertencia aos
herdeiros de MANOEL ANTONIO RATES. Esta parte foi avaliada em 2:686$050, e era chamada FAZENDA DA CACHOEIRA DOS RATES, conforme os bens arrolados no tópico "BENS DE RAIZ", no inventário de Manoel dos Reis e Silva. Vejam os nomes dos confrontantes e das fazendas que nele aparecem.

Confira no site Manoel Dos Reis e Silva - Windows Internet Explorer

http://br.geocities.com/projetocompartilhar5/manoeldosreisesilva1845.htm
Anônimo disse…
Quantos nos deixaram!!!

"Aos treze dias do mes de julho de mil oitocentos e quatorze na capela de S. Bento filial desta Mariz (de Lavras) o Padre José Martins de Almeida de licença baptizou e pos os santos oleos a JERONIMO, filho legítimo de Silvério de Souza Mello e Marianna Ignocencia do Lago. Foram padrinhos Francisco de Souza Mello e Clara Francisca do Nascimento, de que para constar mandou fazer este que assignei. Vig. P. João Francisco da Cunha".
FUTURO BARÃO DE PASSOS.

Para lá também foram: *1799, Januário Garcia Leal e sua mulher Mariana Lourença de Oliveira, onde compraram a Fazenda Ventania;
*1807 José Justiniano dos Reis e sua mulher Anna Theodora de Figueiredo;
*José Alves de Figueiredo, pai de Anna Theodora;
*em 1829, João Pimenta de Abreu;
* Pedro Rates Pedroso de Barros; e, muitos outros ... ...

Vejam o site Passos, MG, Brasil
www.geocities.com/Athens/7452/passos.html - 71k
Anônimo disse…
NOSSA GENTE.

MARIA RIBEIRA DA CONCEIÇÃO.
MORADORA NA FAZ COURO DO CERVO.
ANO: 1825.
Cf. http://br.geocities.com/projetocompartilhar5/mariaribeiradaconceição1825.htm
Anônimo disse…
FAZENDA DA PONTE FALSA.
1817.

E, aí foram chamados: Manoel Pereira de Carvalho, Gabriel Antonio de Carvalho, Joaquim Antonio de Carvalho (...)

Cf.: http://br.geocities.com/projetocompartilhar5/anateresadejesus1817.htm
Anônimo disse…
Marta Amato em sua obra "A freguesia de Nossa Senhora da Conceição das Carrancas e sua História". 1996. p.33, diz: Foi concedida na freguesia (...), conforme o Catálogo de Sesmarias, publicado pelo Arquivo Mineiro a 18de julho de 1770. "MANOEL DA SILVA DE JESUS, sacerdote - Paragem do Servo e Barra do Bom Caldo. Freguesia das Carrancas. Distrito de Lavras do Funil. Termo da Vila de São João del Rei".

Vejam que estava lá no ano de 1787 em http://br.geocities.com/projetocompartilhar3/teresaalvesdaassuncao1787joaofranciscodecarvalho1793.htm
Anônimo disse…
Os dados que foram cortados no comentário anterior referem-se a Tereza Alves da Assunção - 1787 e João Francisco de Carvalho - 1793.

Local: Barra do Bom Caldo, Aplicação de Santa Ana das Lavras do Funil do termo de São João Del Rei, minas e Comarca do Rio das Mortes, em casas do inventariante. Arquivo do Museu São João Del Rei. Cx.450.
Anônimo disse…
JOÃO GARCIA LEAL, irmão de Januário Garcia Leal foi casado com dona Maria Joaquina, filha de Inácia Maria de Barros, da BARRA DO BOM CALDO, Freguesia das Lavras do Funil, no ano de 1789.

Cf. http://br.geocities.com/projetocompartilhar6/inaciamariadebarros1789.htm

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