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O córrego das Candongas em Três Pontas, MG.

O córrego das Candongas é um pequeno curso d'água, cujas nascentes estão situadas na parte Sul da cidade, nas imediações da Fazenda Boa Vista, e que, após receber o afluente Maria Rosa, corre no sentido Norte, cortando a Fazenda das Candongas, antiga Fazenda Bandeirinhas, onde ficava a sesmaria de Bento Ferreira de Brito. Seguindo seu curso, desagua no Ribeirão das Araras, próximo ao Distrito Industrial ... Em um mapa do ano de 1936, editado pela Cia. Melhoramentos¹, consta com Córrego dos Quatis. A dualidade de denominação continua até hoje. Em mapas recentes da cidade, há registro de ambas as denominações: Quatis e Candongas.

Artigo de Paulo Costa Campos

Próxima matéria: Luiz da Silva Campos e Rita Antônia de Azevedo.
Matéria Anterior: A Cavalhada na cidade de Três Pontas, MG.

1. Fl. n.48 SG. MG

Comentários

Anônimo disse…
O Projeto Compartilhar nos apresenta um estudo interessantíssimo para a nossa região de estudo. O referido trabalho é abrangente, detalha a genealogia da personagem MARIA VILLELA DO ESPÍRITO SANTO, casada com José Alves de Figueiredo, proprietários e moradores na Fazenda Ribeirão de São Pedro, por ocasião da abertura do Inventário de José, no ano de 1822. O casal deixou um monte-mor de 39:818$512, "quantia que é expressiva para a época, mas módica em relação ao monte-mor de vários de seus conterrâneos", conforme inventários estudados e disponíveis pelo próprio Projeto Compartilhar, por exemplo, a viúva Helena Maria do Espírito Santo, deixou apenas da sua metade, 43:360#117.
Seria interessante uma visita ao referido trabalho hoje disponibilizado. Ela natural de Carrancas e ele do Bispado de Viseu. Encontraremos no estudo, vários MORAES. Por Exemplo:

- Maria Teodora de Moraes, filha de Mariana Teodora de Figueiredo e irmã de Maria Inocência de Figueiredo, casou-se com seu primo José Fernandes de Figueiredo;

- Ana Cândida de Figueiredo, irmã de José Fernandes de Figueiredo, ambos filhos de Maria Inocência de Figueiredo, casou-se com Antônio de Moraes Pessoa, filho de dona Maria Teodora de Figueiredo;

- José Alves de Figueiredo, casou-se na Capela de São Bento do Campo Belo, em 1806, com Maria das Dores Branquinho, bisneta de Tereza de Moraes, filha de José Joaquim Gomes Branquinho, filho de Ângela Ribeira de Moraes (Ribeiro/Morais), da sede do Distrito do Carmo da Boa Vista, da Freguesia de Lavras do Funil;

- José Flávio de Moraes, casado com Emerenciana Cristina de Jesus foi sogro de Estevão Ezequiel de Rezende, filho de Estevão Ribeiro de Rezende;

- Emídia Maria de Moraes, casada com Inácio José Bernardes, filho de Narciza Antonia Vieira (ou da Fonseca) e filha do capitão Bernardo José Carneiro;

- Cândida Nicésia Branquinho, neta de Ângela Ribeira de Moraes (Ribeiro/Morais), casou-se com Antonio Alves de Figueiredo na Ermida das Dores do Rio do Peixe, em 1811;

- Antonio Abdenago de Resende casado com dona Porcina Cândida de Figueiredo era filho de Jacinta Ponciana Branquinho da Fazenda das Abelhas, neta de Ângela Ribeiro de Moraes, mãe de José Joaquim Gomes Branquinho, sesmeiro e morador na sede do Distrito do Carmo da Boa Vista, da Freguesia de Lavras do Funil.
Anônimo disse…
Quem é Bernarda Dias de Carvalho? Qual seu parentesco com Jacob Dias de Carvalho, pai de Andressa Dias de Carvalho, natural da Borda do Campo, Minas Gerais (Barbacena), que em seu inventário, 17-05-1785, declarou:
"Declarou a dita inventariante haver outra fazenda sem casas de vivenda sita na Freguesia de Santa Ana das Lavras do Funil que parte de uma banda com a fazenda do alferes José Gomes Branquinho e de outra com Manoel Gonçalves Chaves e de outra com Simão da Silva Teixeira e com Antonio Furtado e de outra com MANOEL ANTONIO RATES e Manoel Ferreira Guimarães"?
Anônimo disse…
Os cachoeirense tem uma pergunta entalada em sua garganta:

Onde está a provisão para funcionamento da capela dentro do antigo cemitério, hoje Matriz de Nossa Senhora do Carmo?

Enquanto a resposta é buscada com persistência, Francisco Eduardo de Andrade, doutor em História pela USP. Pesquisador - UEMG/Arquivo Judicial de Pitangui. Rua Alegrete, 480/306 - Sagrada Família - Belo Horizonte - Minas Gerais - CEP 31 035 380.
email franciscodea@hotmail.com, escreve seu texto: A CONVERSÃO DO SERTÃO CAPELAS E A GOVERNAMENTALIDADE NAS MINAS GERAIS. O trabalho está disponibilizado por Scielo- Brasil. Revista VARIA HISTORIA, vol.23 n.37. Belo Horizonte. jan./jun.2007. Versão impressa ISSN 104-8775.
Anônimo disse…
OS MORAES NO ANTIGO SERTÃO DA FARINHA PODRE - Carmo do Paranaíba, Minas Gerais.

No final de 1799, o capitão Francysco Antônio de Moraes, juntamente com seu irmão, obtinham duas sesmarias na região de Indaiá. Posteriormente, fixou residência na Fazenda Santa Cecília, termo de São Francisco das Chagas do Campo Grande (Rio Paranaíba). O Mapa n.1 - Regionalização para o século XVIII, oferece uma visualização abrangente da ampla região, em cuja base está a antiga cidade de Campanha, Minas Gerais, e nele a forte presença das proximidades da "picada de Goyás e Pyracatu do Príncipe".

Cf.: Site - Carmo do Paranaíba, MG e um pouco da historia do antigo Serão da Farinha Podre - SkyscraperCiti - Windows Internet Explorer
www.skyscrapercity.com/
Além da história, Fotos e Mapas.
Anônimo disse…
Uma rede de Potentados: o motim de 1736 nos sertões de Minas Gerais. Texto de Irenilda R. B. de R. M. Cavalcanti, doutoranda em História Social Moderna do Programa de Pós-graduação UFF, e apresentado no XII Encontro Regional de História. Usos do Passado. Anpuh. Rio de Janeiro.

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