Pular para o conteúdo principal

Folia de Reis em Carmo da Cachoeira.

Sempre bela e significativa é a entrada dos integrantes da Folia de Reis cachoeirense. Este ano estes fiéis entram cantando pela ala central da Matriz de Nossa Senhora do Carmo, passando entre os devotos que se preparavam para assistir à missa dominical, celebrada com a coordenação do Pároco Padre André Luiz da Cruz. Este momento de fé se encerra com a solenidade da Epifania do Senhor (cf Matheus, 2, 2-12), na tradicional missa das 19 horas nesta Paróquia, é conhecida pelos cachoeirenses, como sendo a "Missa da Comunidade".

Comentários

Anônimo disse…
Dona Alice, a matriarca da família coordenadora do evento, é moradora tradicional da Avenida Domingos Ribeiro de Rezende (Mingutinha), e uma das vizinhas do Santuário Mãe Rainha em Carmo da Cachoeira. Com alegria e entusiasmo chegou no templo com a foto do evento mãos. No dia 6 o grupo, logo ao amanhecer saiu cantando pelas ruas da cidade. Entravam nas casas que mantêm a tradição de montar "o presépio". Seguindo um ritual próprio, pede licença e saúda o MENINO DEUS recém-nascido. A realização do evento coube a seu filho, do qual ela se engrandece. Dona Alice é procurada pelas mães que buscam a cura de seus filhos através de chás, de ervas. Este grupo é CACHOEIRENSE. Este ano, como pudemos ver, Carmo da Cachoeira recebeu a visita nas comemorações de fim de ano, dos grupos das vizinhas cidades de Oliveira- Minas Gerais e Três Corações - Minas Gerais e, assim, o Nascimento de Jesus recebeu as homenagens, e o povo garantiu a manutenção de suas tradições. Movimento popular organizado, disponibilização de recurso público.
Anônimo disse…
Errata. Ao digitar o comentário anterior, houve a omissão do termo, "SEM". Assim, o texto informa que o evento ocorreu SEM UTILIZAÇÃO DE RECURSO PÚBLICO.
Anônimo disse…
"A Pátria não é de ninguém, são todos. Não é uma seita, não é um monopólio, nem uma forma de governo. É o céu, o solo, o povo, as tradições, a consciência, o lar, o berço dos filhos, o túmulo dos antepassados, a comunhão da Lei e da Liberdade". RUI BARBOSA.
Anônimo disse…
"Meu Deus! tanta gente! Onde
vamos e como vamos atravessar
esta multidão? Formigas sem
número e sem fim! Realmente
Ptolomeu, belas coisas nos fazes
desde que teu pai está entre os
deuses. Acabaram-se os gatunos
que roubam quem passa,
escapando-se à egípcia ... (uma
coluna de cavaleiros alcança o
mulheres. Empurrões). Gorgô
querida, que vai ser de nós? Os
cavalos de armas de rei! Ainda
bem que o pequeno ficou em
casa".
Citin Bonnard (1972:234)

Rhakotis e Faros. "Em plena terra do Egito, oposta a Faros, ficava a aldeia de Rhakotis, onde hoje se levanta o Pilar de Pompeu. Esta aldeia, segundo evidências arqueológicas sugerem já existir desde o Séc. XIII BC, mas pouco se ouviu falar de FAROS e RHAKOTIS, uma vez que todo o Antigo Egipto se desenvolveu ao longo do Nilo. Provavelmente Rhakotis (...) aldeia de pescadores.
Biblioteca de Alexandria.

Mais lidas no site

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Mais lidas nos últimos 30 dias

Ainda garoto, o Pe. Manoel F. Maciel ao colo do pai.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas. Imagem anterior: Os Maciéis, uma família Brugre com muito orgulho.

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Padre Manoel Francisco Maciel no pátio da escola.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Mapa com as fazendas limítrofes. Imagem anterior: A antiga escola particular de Carmo da Cachoeira.

Distritos, fazendas, ermidas e patrimônios.

P ara este trabalho , só um olhar singelo sobre cada fazenda e uma busca para encontrar o ponto de religiosidade existente em cada uma. Pensou-se um pouco em sua história e a reconstruímos com imagens através de fotos e ilustrações. O primeiro documento estudado em relação a limites foi a Carta Patente de Criação da Companhia de Ordenanças de 1811 . D iferentes critérios foram utilizados para agrupar as nossas fazendas. Aqui citamos alguns destes trabalhos: Professor Wanderley F. Resende , Carta Patente de 1811 , relatório do juiz de paz Raphael dos Reis e Silva de 1842 ; Lei de Criação da Paróquia ( freguesia ) de 1857 ; Limites do Patrimônio da Paróquia de 1893 ; Álbum da Varginha , de 1917 e de 1918 ; Registro no tabelião de Varginha de 1922 ; além das citações encontradas em documentos e livros dispersos. I - As citadas pelo Prof. Wanderley são: - fazenda do Retiro ( fazenda Retiro ) ; - fazenda do Rancho ( fazenda Rancho ) ; e - sítio Cachoeira ( da Cachoeira ) . II - C...

O caso do escravo Lério sepultado no adro da Capela de São Bento do Campo Belo.

J osé Ferreira Godinho , negociante, morador no Rancho da Boa Vista , em 19 de julho de 1862, foi um dos peritos, junto com João Villela Fialho, morador na fazenda dos Pinheiros , foram os peritos nomeados no " Caso do escravo Lério ", sepultado no adro da Capella de São Bento do Campo Bello. O sacristão da referida capela era José Ignácio de Souza. O procurador dela, o tenente Francisco Ignácio de Souza. O documento, cuja inicial deu-se na fazenda Retiro em 20 de julho de 1862, registra alguns nomes e localizações, que podem auxiliar os estudiosos da região. Mostra que foram testemunhas no enterro do escravo Lério, Ignácio Lopes Guimarães, Antônio Gomes Martins e Antônio Lopes Guimarães. Assina o documento Aureliano José Mendes. Em outro momento e relacionado ao mesmo caso outras testemunhas são ouvidas: Jozé Boenno; Joaquim Thomaz; Mogango; Maria Albina mulher de Luís Francisco Motique; Pedro Bernardes da Costa; " Guerino Ferreira de Oliveira, 55 anos, natural e morad...

Mais Lidas nos Últimos Dias

Ainda garoto, o Pe. Manoel F. Maciel ao colo do pai.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas. Imagem anterior: Os Maciéis, uma família Brugre com muito orgulho.

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Padre Manoel Francisco Maciel no pátio da escola.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Mapa com as fazendas limítrofes. Imagem anterior: A antiga escola particular de Carmo da Cachoeira.