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O caráter e a compaixão pelos animais.


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A compaixão pelos animais está intimamente ligada à bondade de caráter, e pode ser seguramente afirmada, que quem é cruel com os animais não pode ser um bom ser humano. Arthur Johapanhauer – filósofo

Próxima imagem: A casa sede da mineira Fazenda Itamarati.
Imagem anterior: Carrancas, laços e entrelaços familiares.

Comentários

Anônimo disse…
Dra. Márcia Felício Bacco doou durante anos, seus serviços ao GAPA - Grupo de Apoio e Proteção aos Animais, Carmo da Cachoeira - Minas Gerais. Nesta tomada, outro médico voluntário, Dr. Gustavo, já nosso conhecido, médico veterinário em Três Corações - MG. Além dos profissionais, uma voluntária e Bob com TS Bovaris. O canino Bob foi resgatado no trevo de entrada para Três Corações - MG, na Rodovia Fernão Dias. Deficiente, e com anomalia numa das patas, estava em dificuldades diante do movimento intenso do tráfico da rodovia. Integrantes do GAPA fez o resgate. Depois de recuperado foi doado. Para felicidade do Bob, TS Bovaris se apaixonou por ele e o adotou. Hoje Bob vive em Itu - São Paulo, onde compartilha o espaço com Slip (resgatado das ruas em Itu - SP) e Juquinha (resgatado em Caxambu - MG).
Dra. Márcia Felício Bacco indicou, em 26 de abril de 2008, o nome de "Nhá Chica" - Francisca de Paula de Jesus, fazendo-a constar da galeria "VIP - 26 de abril". "Nhá Chica", religiosa e vidente é aclamada "Santa de Baependi", nasceu em 26-04-1810 em Santo Antonio do Rio das Mortes, São João Del- Rei, Minas Gerais, Brasil. faleceu em 14-06-1895 em Baependi, Minas Gerais.
A Dra. Márcia tem se destacado no exercício do voluntariado. Sua visão de mundo é abrangente, participa com suas desprendidas ações para melhoria das condições de vida animal, não só em sua cidade sede - Caxambu, mas, atua em caráter regional, inclusive em Campanha - MG. O Projeto Partilha rende-lhe homenagens, num preito de gratidão e respeito. Dra. MÁRCIA FELÍCIO BACCO - CRMV 4104, pedimos que receba esta singela homenagem em nome dos cachoeirenses, aos quais, durante muito tempo, a senhora serviu e serve. O alívio das dores e sofrimentos do REINO ANIMAL passou, inclusive, por suas mãos. Que a presença da luz e a harmonia continuem fazendo-se constante em sua vida profissional e pessoal, agora e sempre.
Anônimo disse…
"A exumação dos corpos
mortos-vivos:
os mortos são vivos conosco
embora despidos
de si mesmos".

"Quando se exumam corpos
é que se percebe: as coisas
também têm vida, como nós.
Ou somos todos coisas".
Luiz Paulo Santana.




Foi munida desta declaração que viajei de São Caetano do Sul - São Paulo, para Carmo da Cachoeira - Minas Gerais, no final do ano de 2008, trazendo algo que, para mim, é um grande tesouro: OS OSSOS DE MEUS PAIS.

DECLARAÇÃO

Declaro a pedido verbal de parte da interessada e para os devidos fins, que a FAMÍLIA de Maria Carolina Figueiredo possui concessão de uso de um jazigo no Cemitério Municipal de Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, situado na rua Luiz Galvão Correia Filho, e que receberá os restos mortais de ADÉLIA TOMAZ e PEDRO FIGUEIREDO, ambos Sepultados no Cemitério das Lágrimas na cidade de São Caetano do Sul/São Paulo.
Carmo da Cachoeira, 19 de dezembro de 2008.

Minha mãe tinha, como nome de solteira, Adélia Tomás da Silva, nascida, batizada e casada em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais. Nascida em 06-06-1920, faleceu em São Caetano do Sul, em 06-03-2000, sendo enterrada no dia 07 - Cemitério das Lágrimas. Filha de Maria Pederiva e Benjamim Tomás da Silva, irmão de Jorge Thomas da Silva.

Pedro Figueiredo, filho de Antonio Tobias de Figueiredo e de dona Maria Carolina de Figueiredo, nascido em São Thomás de Aquino, em 26-05-1928 e faleceu em São Caetano do Sul, em 25-01-2001, sendo enterrado no dia seguinte, 27, no Cemitério das Lágrimas. A exumação ocorreu em 21-12-2008, sendo enterrado novamente em 24-12-2008, em Carmo da Cachoeira, Minas Gerais, no Cemitério Municipal, conforme declaração acima.
Anônimo disse…
SALTO DA IBITIPOCA, ano de 1766.

Alguma coisa nos chama atenção no seguinte texto:
"Declaro que sou natural e batizado na Freguesia de Santa Maria Madalena do Convento de Santo Tiço, Termo e Bispado do Porto, filho legítimo de João de Souza Ferreira e Maria da Trindade Monteira". "Declaro que ANTIQUISSIMAMENTE MUITO ANTES DAS NOVAS ORDENS de Sua Majestade de respeito pedir sesmarias as terras de lavoura se usava cada um onde mais comodamente podia habitar se e roçava e plantava e ficavam possuindo os matos que vertiam as capoeiras e córregos onde a situavam e por este uso nesse tempo me a situei neste Ribeirão do Salto ao pé de uma cachoeira alta e rocei e plantei". "Declaro que possuo sociedade com José Fortes de Bustamante e Sá (...)". "Nomeio meus testamenteiros Manoel dos Santos Castro, Joaquim Rodrigues da Costa e a meu filho Joaquim de Souza Monteiro (...)".
Cf. Projeto Compartilhar 3.
Alberto de Souza Monteiro, viúvo de Maria da Assunção de Jesus, filha de José de Castro e Joana de Castro (Candelária - Rio de Janeiro).

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O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

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A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

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