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New Oxford, 1889, uma relíquia cachoeirense.

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Próxima imagem: Detalhe de ferraria do Hotel Brasil.
Imagem anterior: Os Juqueiras, Evando Pazini e a fazenda da Lage

Comentários

Anônimo disse…
Embora tenha havido muita destruição e desmonte de nossa história e de nosso passado, alguns poucos mantêm em suas casas peças que não deixam esse passado morrer. Pessoas que não se envergonham de ter tido com ascendentes pessoas que arregaçaram as mangas e foram a luta. Pessoas que, verdadeiramente, em seu silêncio construíram e mantêm viva a idéia de que, só o trabalho constrói. São a esses calados heróis, e construtores de um mundo melhor para se viver, é que rendemos nossas homenagens. Foram estes que passaram pela vida, viveram e a construíram. Foram estes que sentiram que as janelas e varandas tinham outra finalidade que não a de ser um espaço de onde se via a vida passar. Foram personagens que desfilaram pela vida construindo um mundo melhor para todos.
Luz e Harmonia.
Anônimo disse…
Cunhado de Bárbara Heliadora Guilhermina da Silveira, descendente de Amador Bueno e casada com o inconfidente Alvarenga Peixoto, Antonio Moinhos de Vilhena faleceu em 1886. Havia sido casado com dona Iria Claudina Umbelina da Silveira. "os Moinhos de Vilhena", ligaram-se, através dos laços do casamento com os "MORAES". Segundo o livro de casamentos de Carrancas. 1729-1732, fl.32v. Arquivo Paroquial de Carrancas, no dia 02-06-1725, casa-se O Capitão Matias Gonçalves Moinhos com dona Josefa de Moraes. Irmãs de Josefa:Custódia de Moraes, Francisca de Moraes, filhas de Maria de Moraes Raposo (irmã de Ângela de Moraes Ribeiro/ Ribeira de Moraes, mãe de José Joaquim Gomes Branquinho) e Luiz Marques das Neves (Revista da Associação Brasileira de Pesquisadores em História e Genealogia n. de 1 a 10, p.231 a 237. Ângela e Maria de Moraes Raposo, entre outras foram filhas de Francisca Moraes ou Francisca Macedo e Moraes (Revista ABRASP).
Segundos dados que aparecem em Mons. Paulo - Wikipédia, O Major Matias e sua mulher Escolástica Joaquina de Oliveira instalaram-se na sede da Fazenda Vargem Grande, Distrito de Campanha, em meados do século XIX. Vargem Grande ou Ponte Alta é hoje o Município Mons. Paulo, Minas Gerais (Mons. Paulo Emílio Moinhos de Vilhena).
Em Amato. A Freguesia (...), p.26. 1996, "é concedida em 16 de abril de 1751 ao capitão-mor, Mathias Gonçalves Moinhos sesmaria na Paragem do Sertão do Cervo. Freguesia de Carrancas. Termo da Vila de São João del Rey. Comarca do Rio das Mortes.
"O capitão Mathias Gonçalves Munhos, casado (...) natural do lugar de Pitões (Pitoens), Freguesia de Santa Maria das Junias, Raya de Galiza, do Concelho de Monte Alegre, Comarca de Xavier, filho de Ana Alves de Vilhena, foi testemunha no processo De Genere de Inácio Franco (Francisco) Torres, no ano de 1766. Cf. O de Genere do referido padre no Projeto Compartilhar. Outros dados no Arquivo Eclesiástico de Mariana. Segundo Mons. Lefort, em publicação no ano de 1972, o lugar da sesmaria seria Alagoa.
Anônimo disse…
Errata. Tipo de erro: dados genealógicos digitados incorrectamente. Localização no texto: "..."filhas de Maria de Moraes Raposo ( leia-se, TIA DE ÂNGELA, e não irmão, conforme constou. MARIA DE MORAES RAPOSO É IRMÃ DA MÃE de ÂNGELA, dona TERESA DE MORAES, casada com André do Valle Ribeiro.
ÂNGELA é prima de JOSEFA DE MORAES, ambas netas de FRANCISCA DE MACEDO E MORAES. Ângela casou na família "Gomes Branquinho". Josefa, casou-se na família "Gonçalves Moinhos".
Solicitamos ao administrador a gentileza de retificar a citação, que está incorreta no comentário anterior. anterior. Gratidão.
Anônimo disse…
A peça mostrada na imagem de hoje pertenceu aos ancestrais da Família Vilela Fialho.
Anônimo disse…
"Alagoa" citada por Monsenhor Lefort pertence ao município de Aiuruoca, sendo mais tarde um de seus Distritos.
Anônimo disse…
Um trabalho que ampliará nossa visão sobre os acontecimentos que geraram representação dirigida ao presidente da província, pelos juízes de paz de Carrancas, Curato do Espírito Santo, Curato de São Tomé das Letras e SÃO BENTO DO CAMPO BELLO, denunciando o comportamento incitador (...). Este e outros documentos são citados por MARCOS FERREIRA DE ANDRADE, Mestre em História pela UFMG. Tema: Rebeldia escrava na Comarca do Rio das Mortes, Minas Gerais: O caso Carrancas.

Um dos trechos:
"Os escravos Roque e Jerônimo, ambos crioulos da Fazenda da Prata, acusados de serem cabeças da insurreição, exerciam a atividade de tropeiro e faziam frequentes viagens ao Rio de Janeiro, o que certamente lhes facultava maior facilidade para capta o clima de conturbação política da Regência".
"A pena de Roque e Gerônimo crioulos foi posteriormente comutada em 600 açoites por intercessão da proprietária ANA LUIZA ALVES".

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A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

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