Pular para o conteúdo principal

de sala de imprensa:
Em Minas Gerais, dada a ausência de imigrantes na unidécima hora, o apego à escravidão foi mais profundo, não havendo um substituto fácil para os "13 de maio". Veja interessante trabalho desenvolvido em defesa de tese de doutorado de Luiz Paulo Ferreira Noguerol, pela Universidade Estadual de Campinas, Instituto de Economia. SP,no ano de 2003. O autor de Sabará e Porto Alegre na formação do mercado nacional no século XIX, desenvolveu o trabalho a partir das palavras chaves: Minas Gerais, Escravidão - Rio Grande do Sul, Brasil - Mercado. Orientador: José Jobson de Andrade Arruda. Está disponibilizado em http://libdigi.unicamp.br/document/?code=vtls000316875. Você só irá ganhar ao conhecer o trabalho.
de: a tricordiana Yasmin
José Keitel é morador daqui. Vi um de seus livros com uma foto em que ele aparece junto da esposa em uma fazenda. É pela zona rural de Cachoeira. A esposa dele é da tradicioal Família Resende da Fazenda do Taquaral/Jaguara. Andei perguntando por aqui porque achei o lugar muito bonito. O pessoal de Três Corações conhece tudo por aquela antiga região e está visitando todos os dias este blog. Eu também.
de Projeto Partilha:
Sobre os Livros verificados na Igreja de Santana, em Lavras, ver referências a alguns eclesiásticos que lá serviram em História de Lavras. Tomo VI. Apontamentos do prof. Firmino disponibilizado pro http://www.portalmuseu.ufla.br/. Entre os prestíberos citados está um de Prados, falecido em 11/09/1766 filho de Francisca de Morais. O pe. João, por ocasião da morte do pai tinha 14 anos. Foi tutor dos órfãos, Manoel do Vale Ribeiro.
de observatório SP:
Colaborando sem interferir na linha de trabalho do Projeto. Sobre Quilombo, veja. Está disponibilizado em no Projeto Compartilhar. Trata-se de um requerimento arquivado no Arquivo Histórico Ultramarino, em Avulsos da Capitania de Minas Gerais. Cx 155 doc7 em 09/12/1800. O Capitão Vicente Ferreira de Paiva Bueno e o escrivão Bartolomeu Bueno do Prado são os focos do referido documento. Aí todos verão algumas localizações.
de Vale do Sapucai:
Belo trabalho dos jesuitas. Até agora ele hão havia sido citado pelo Projeto Partilha.

Comentários

Anônimo disse…
Uaí, Projeto Partilha. Tem um "Oliveira" mais antigo por aí. Verifique e veja se ajuda. Está ni inventário de 1815 de José Coelho Paim. Vi que por aí tem o ribeirão dos "Coelhos", perto da Fazenda da Barra. Na fl. 01 diz: Local: Fazenda denominada a BARRA DE SÃO DOMINGOS DO RIO SERVO DA FREGUESIA DE SANTANA DAS LAVRAS DO FUNIL, TERMO DA VILA DE SÃO JOÃO DEL REI, em casa de morada da inventariante dona Ana Francisca da Assunção, viuva do falecido. Só tenho mapas para orientação e os dados que o blog nos passa. A distancia e grande entre onde está este internauta e Carmo da Cachoeira. Espero ter cooperado com alguma coisa. Sou ligado em história embora tenha partido para outro ramo de atividade. Para mim funciona como hobby. Obrigado pela oportunidade.
Anônimo disse…
Tricordiana. A proprietária hoje da Fazenda Jaguara, é dona Edith. Esta Fazenda está em suas mãos, vinda através de herança de seus antepassados. Dona Judith é parente da esposa de José Keitel Ribeiro. A Fazenda Jaguara é subdivisão da antiga Fazenda Boa Vista, através dos descendentes da Fazenda do LOBO. Esta Lobo, cujas fotos TS Bovaris tem em seus arquivos, está lá e viva para contar parte de nossa história. A Fazenda Jaguara também.Dona Edith nos passou o arquivo com fotos de pessoas da família. Muitos, no entanto, não foram reconhecidos ainda e não trazem denominação. Se alguém reconhecer e puder informar somos gratos. Da Fazenda Taquaral as fotos no arquivo sob guarda de TSBovaris, são os registros dos escombros. Uma foto antiga ofertada pela Família Resende serviu de base para que a arte realizada por Maurício Nascimento pudesse se manifestar com a maior fidelidade, preservando assim, a memória de sua antiga sede demolida.
Do ponto de Vista documental e aguardando confirmações temos o Inventário de Manoel Caetano Villas Boas. 1841. Sua sexta filha, Ubaldina Cândida de São José, diz se "moradora na Fazenda Boa Vista, distrito do Termo da Vila de Lavras". A décima filha é Maria Luiza de São José. Ainda estão para seem esclarecidas algumas pendências. É o caso de Manoel Caetano Villas Boas, às fl 18 ser cutadi cim filho de Maria Jesuína de São José, ou seja, Maria Luisa de São José. Nossa linha de estudo está em função do seguinte dado: "Francisca Cândida de Oliveira, n.1838. Casou-se a 5 de outubro de 1853, com José Teófilo de Moraes Salgado, n. 1822, filho do Capitão Teófilo Gomes de Moraes Salgado e Maria Ubaldina Cândida de Oliveira". Doc. PERDÕES, 05/10/1853. Oratório do tenente José Dias Ferraz da Luz, matrimônio de José Teófilo de Morais Salgado com Francisca Cândida de Oliveira, filha de dona Jesuína Cândida de Oliveira e Francisco Dias Ferreira. Cachoeira tem descendentes desta tradicional matriarca. Aguardando colaboração . Obs. O Sr. José Teófilo aparece como vizinho de uma fazenda de nome Registro, que não é desta região. Ainda hoje temos descendentes de "Oliveira" como proprietários da antiga Boa Vista. Hoje, 2008, só as paredes da casa. No ano de 2007 a casa ainda estava com seu telhado, que hoje veio abaixo.

Mais lidas no site

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Mais lidas nos últimos 30 dias

O Capitão Diogo Garcia da Cruz.

G ravura da obra O Capitão Diogo Garcia da Cruz de Ricardo Gumbleton Daunt , onde se lê: O Capitão Diogo Garcia da Cruz neto de Diogo Garcia e Júlia da Caridade naturais da Ilha do Faial e sua geração. A Edição de que o Projeto Partilha dispõe foi editada em São Paulo - 1974 foi revista, ampliada e atualizada pelo Professor Caio de Figueiredo e Silva. Próxima imagem: Denise Garcia e os Garcia Frades. Imagem anterior: As três ilhõas de José Guimarães.

Hino do Centenário de Carmo da Cachoeira

letra: Haroldo Ambrósio Caldeira música: Álvaro Arcanjo Athaíde interpretação: Glória Caldeira teclado: Teresa Maciel do Nascimento estúdio de som: João Paulo Alves Costa - DjeCia edição de vídeo: Rícard Wagner Rizzi Letra do Hino do Centenário Cem anos de existência bem vivido Cantemos este hino de alegria Saudando essa data memorável do nosso centenário nesse dia. Cachoeira, Carmo da Cachoeira, Berço de um povo acolhedor Ergue hoje um pavilhão Rendendo Graças ao Senhor.

Ave Maria na Igreja Matriz N. Srª. Carmo

Recital de Piano e Canto em Carmo da Cachoeira Além do pianista Francis Vilela e das mezzo-sopranos Larissa Amaral e Maisa Nascimento, durante a apresentação do tema Berceuse da Suíte Dolly, de Gabriel Fauré houve a participação especial do pianista Hélcio Barone Júnior, formado pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade São Paulo. Um momento especial, raro, em que os espectadores puderam apreciar uma apresentação de pianos a quatro mãos. A Ave Maria, ou ave-maria, também chamada de Saudação Angélica, é uma oração, que saúda a Virgem Maria baseada nos episódios da Anunciação e da Visitação (Lucas 1:28-42). Segundo São Luís Maria Gringnon de Montfort, cada vez que se reza a Ave Maria, a Virgem Maria no céu louva a Deus por nós com seu canto, o Magnificat  A Ave Maria é repetida várias vezes na recitação do Santo Rosário, uma oração completa, porque nela reside a história da nossa salvação ao meditar os mistérios da vida de Jesus e Maria; incluindo as orações, do Credo; o Pai...

A pedra de moinho da fazenda Caxambu.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Ary Silva da família Dias de Oliveira - Bueno. Imagem anterior: Nuvens sobre a tradicional fazenda Caxambu.

O livro da família Reis, coragem e trabalho.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: 24º Anuário Eclesiástico - Diocese da Campanha Imagem anterior: A fuga dos colonizadores da Capitania de S. Paulo

Mais Lidas nos Últimos Dias

O Capitão Diogo Garcia da Cruz.

G ravura da obra O Capitão Diogo Garcia da Cruz de Ricardo Gumbleton Daunt , onde se lê: O Capitão Diogo Garcia da Cruz neto de Diogo Garcia e Júlia da Caridade naturais da Ilha do Faial e sua geração. A Edição de que o Projeto Partilha dispõe foi editada em São Paulo - 1974 foi revista, ampliada e atualizada pelo Professor Caio de Figueiredo e Silva. Próxima imagem: Denise Garcia e os Garcia Frades. Imagem anterior: As três ilhõas de José Guimarães.

Hino do Centenário de Carmo da Cachoeira

letra: Haroldo Ambrósio Caldeira música: Álvaro Arcanjo Athaíde interpretação: Glória Caldeira teclado: Teresa Maciel do Nascimento estúdio de som: João Paulo Alves Costa - DjeCia edição de vídeo: Rícard Wagner Rizzi Letra do Hino do Centenário Cem anos de existência bem vivido Cantemos este hino de alegria Saudando essa data memorável do nosso centenário nesse dia. Cachoeira, Carmo da Cachoeira, Berço de um povo acolhedor Ergue hoje um pavilhão Rendendo Graças ao Senhor.

Ave Maria na Igreja Matriz N. Srª. Carmo

Recital de Piano e Canto em Carmo da Cachoeira Além do pianista Francis Vilela e das mezzo-sopranos Larissa Amaral e Maisa Nascimento, durante a apresentação do tema Berceuse da Suíte Dolly, de Gabriel Fauré houve a participação especial do pianista Hélcio Barone Júnior, formado pela Escola de Comunicação e Artes da Universidade São Paulo. Um momento especial, raro, em que os espectadores puderam apreciar uma apresentação de pianos a quatro mãos. A Ave Maria, ou ave-maria, também chamada de Saudação Angélica, é uma oração, que saúda a Virgem Maria baseada nos episódios da Anunciação e da Visitação (Lucas 1:28-42). Segundo São Luís Maria Gringnon de Montfort, cada vez que se reza a Ave Maria, a Virgem Maria no céu louva a Deus por nós com seu canto, o Magnificat  A Ave Maria é repetida várias vezes na recitação do Santo Rosário, uma oração completa, porque nela reside a história da nossa salvação ao meditar os mistérios da vida de Jesus e Maria; incluindo as orações, do Credo; o Pai...