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Um trabalho de Marcia Amantino.


Leiam este interessante trabalho de Marcia Amantino, que apresenta definições dos conceitos que teríamos que trabalhar visando atualizar nossos dados regionais, embora grande parte do território por ela abordado se distancie daqui, estamos de certa forma nele inseridos.


Comentários

Anônimo disse…
Este comentário foi removido por um administrador do blog.
Anônimo disse…
Um espaço, neste imenso SERTÃO que conforme um internauta, que diz entender muito de MAPAS nos situa: quase saindo dos limites apontados pela Dra. Marcia Amantino, a sul/leste. Colocou QUASE. Foi muito bom, pois nos sentimos incluidos, dado a citação pela doutora de alguns nomes que tem a ver com os paulistas que estavam por aqui desenvolvendo suas atividades.
Bem, neste SERTÃO uma presença marcante O MORRO DO PAULISTA, um pedacinho do imenso LATIFUNDIO QUE FOI A FAZENDA DA SERRA. Sobre esta fazenda nossa referência será o 21. ANUÁRIO ECLESIASTICO DA DIOCESE DA CAMPANHA. Ano 1959. E, sabe porque temos o exemplar. Porque Dr. JOSÉ VILLELA BRETTAS o guardou a sete chaves e repassou ao PROJETO PARTILHA como presente ao aniversário dos 150 anos da Paróquia. Hoje Sr. Brettas está Palmas, Tocantins. Ele só levou para lá seu corpo e seu ideal. Ficou aqui a lembrança do grande cientista, médico e participante cidadão cachoeirense. Ele mora em nossos corações. Não há a quem se pergunte pelas ruas da cidade sobre o Dr. Brettas que não venha com uma história onde esteja embutida a presença da graditão, do reconhecimento. O cachoeirense rende-lhe homenagens e reverencia com gratidão sua oferta.´O Projeto Partilha o ama Dr. Bretas. No próximo comentário falaremos sobre o MORRO DO PAULISTA e se estivermos errado, Dr. Brettas que nos dê puxões de orelhas. LUZ E HARMONIA A TODOS.
Anônimo disse…
O Morro do Paulista é aquele localizado no poente da Cidade de Carmo da Cachoeira. Ele é citado em documentos e parte dele pertence ainda hoje aos descendentes de Gabriel Justiniano sos Reis - Dirce, filha de dona Zilah e seu Percy diz: "Vem de herança do Biézinho". Leia-se: do pessoal da FAZENDA DA SERRA. O que temos sobre esta fazenda do ponto de vista histórico é uma verdadeira riqueza. Vamos deixar que o próprio Anuário nos conte o que está nele contido,p. 27:"Outra Fazenda de impotância foi a da Serra, já conhecida em 1819, notando-se que, pela primeira vez, aparece o nome CARMO DA CACHOEIRA. É este o registro, gentileza do paciente genealogista Sr. Ary Florenzano: "Aos onze dias do mês de novembro do ano de mil oitocentos e dezenove, na Ermida de Nossa Senhora do Carmo, da Fazenda da Serra do CARMO DA CACHOEIRA, desta freguesia de S. João del Rei, receberam em matrimônio os contraentes Jerônimo José Rodrigues, viúvo que ficou pelo falecimento de sua primeira mulher ANA JOAQUINA DE JESUS, com Antonia Maria da Assunção, filha legítima de Tomás Mendes e Juliana de Almeida e Silva, natural e batizada na freguesia de Santa Rita, filial desta Matriz de São João del Rei(carta de 20 de maio de 1957, informando que esse registro foi extraído da paróquia de S. João del Rei). E foram surgindo novas Fazendas, enormes e progressistas: Chamusca, Cobiça, Taquaral, Coqueiros, Saquarema e outras."

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