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de Projeto Partilha:
Bem Viver: audiência do dia 22/06/1868. Juiz de Paz Antônio Dias Pereira de Oliveira. "Apareceu André Martins de Andrade e procurador de major Gabriel José Junqueira (..) outros nomes presentes: Francisco de Paula Mafra Sobrinho; José Paulino Mafra e sua mulher Francisca Ignácia; João Capistrano (de menor idade); Antônio da Silva Machado e sua mulher Maria Paulina e Antônio Heroíno Pereira e sua mulher Marianna, a fim dos mesmos anuirem-se amigavelmente a divisão e partinharem a fazenda Retiro (depois Couro do Cervo), segundo os títulos legais que cada um d'estes em Juizo,(...)". Obs: os citados como "outros nomes presentes" tinham uma posição no caso e que estava assim verbalizado através de Antônio da Silva Machado: "que estão promptos a anuirem-se a respectiva divizão com tanto que seja bazeada na sentença, que obtiverão seos avós pela relação de Pernambuco, único documento que os mesmos tem, e por isso o Juiz deo a estes (...) correndo a revelia dos não comparecidos, do que para constar mandou o Juiz lavrar o prezente. Termo que se assigna, ficando os dois primeiros citados no início a pagar as custas destes, do que tudo dou fé, e sendo-lhes lido por mim Francisco de Paulo Candido - Escrivão interino que o escrevi. Antônio Francisco Dias Pereira de Oliveira, procurador André Martins de Andrade Junqueira, Antônio da Silva Machado e Antônio Eroíno Pereira."

Comentários

Anônimo disse…
Antônio da Silva Machado foi genro de Francisco Inácio de Souza, casado com Maria Teresa Villela. Antonio casou-se com Maria Paulina de Souza, irmã de Rita Victalina de Souza, segunda mulher do sub-delegado José Fernandes Avelino. A mais próxima referência que se guarda na memória de Cachoeira é a da ESCRAVA ESMÉRIA, que deixou a seus descendentes propriedades havidas por doação, feita a ela por Rita Victalina de Souza, de quem foi ex-escrava.
Anônimo disse…
Sendo a referida audiência em 1868, Antonio da Silva Machado, casado com Maria Paulina de Souza, pode bem ser a quarta testemunha que aparece às fls 28 do processo de Genere de FRANCISCO DE SOUZA MONTEIRO, que ocorreu em 1823. Dona Paulina, filha de Francisco Ignácio de Souza, mulher de Antonio da Silva Machado tinha descendência nordestina. Portanto, além de conhecedores das leis vigentes, poderiam ter deixado laços de amizades e parentesco em seu lugar de origem, o que facilitaria articulações.
Anônimo disse…
Sertão... ... ... Sertanejos ... .. ideologias.....Um pouco de história dos velhos tempos.
Vejam Estudos Afro-Asiásticos. Tema? Sertanejos e Pessoas Republicanas Livres de Cor (...). 1801-1835. Autor? Carlos A. M. Lima. Onde encontrar? www.scielo.br/scielo.php
Anônimo disse…
Um retrato do passado, no estudo de ENI DE MESQUITA SÂMARA. Departamento História FFLCH/USP, ao desenvolver o tema: Estratégias Matrimoniais no Brasil do século XIX, em www.bernardo/ablonski.com/pdfs

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