Pular para o conteúdo principal

Mata virgem na fazenda Caxambu, Minas.

Ajude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço "comentários" para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região.

Próxima imagem: Antigo Cruzeiro e muro de pedras do Caxambu
Imagem anterior: Detalhe da mata na fazenda Caxambu, Minas.

Comentários

Anônimo disse…
Uma genealogia de gente vizinha da gente: Família Pereira do Lago.
Cf. Site: Família Pereira do Lago - página - tronco) - Windows Internet Explorer.
Diogo Garcia, casado com uma das três Ilhoas, é sogro de Miguel Lopes da Silva, nascido por volta de 1710, filho de Maria Pereira do Lago e Francisco Lopes. Viveram, inicialmente nas regiões de Carrancas e Lavras do Funil.

www.geocities.com/RainForest/9468.
Anônimo disse…
Veja no site - Descendentes de - pafg 01.htm - Gerado por Personal Ancestral File - Windows Internet Explorer, a descendência de MANOEL GOMES BRANQUINHO, açoriano falecido em 1706.
Manoel Gomes Branquinho foi casado, com a também açoriana FRANCISCA DA ASSUNÇÃO, falecida em 1666. Manoel e Francisca foram pais de JOSÉ GOMES BRANQUINHO (I), casado com ÂNGELA RIBEIRO DE MORAES, filha do capitão André do Vale Ribeiro e Teresa de Moraes. Ângela e José Gomes Branquinho foram pais de JOSÉ JOAQUIM GOMES BRANQUINHO (I).
Viúvo, José Gomes Branquinho, o marido de Ângela de Moraes Ribeiro (casou-se?) com Maria do Espírito Santo. Eles tiveram, ANTONIO GOMES BRANQUINHO, meio irmão por parte de pai, de JOSÉ JOAQUIM GOMES BRANQUINHO, filho de Ângela de Moraes Ribeiro (Morais/Ribeira), proprietário da Fazenda Boa Vista, sede do Distrito do Carmo da Boa Vista. Lavras do Funil. Comarca do Rio das Mortes.
Este meio irmão de JOSÉ JOAQUIM GOMES BRANQUINHO, nasceu em Lavras, Minas Gerais e casou-se com a carioca Tereza Maria da Pousada, filha de Francisco Xavier Pousada.
ANTONIO GOMES BRANQUINHO, meio irmão de José Joaquim Gomes Branquinho da Boa Vista, teve um segundo casamento com Isabel Maria do Desterro e foram pais de:

- Leonardo Branquinho, batizado em São João Del Rei em 1779;

- Custódia Branquinho, batizada em 1788 na Capela Santanna do Jacaré, Minas Gerais.

O meio irmão de ANTONIO GOMES BRANQUINHO, o proprietário da Fazenda BOA VISTA, situada no Distrito do Carmo da Boa Vista (primeira referência administrativa de CARMO DA CACHOEIRA, Minas Gerais), foi pai do capitão JOÃO DAMASCENO GOMES BRANQUINHO, nascido em 1779, quando MANOEL ANTÔNIO RATES (Rattes/Raty/Rati) morava no SÍTIO CACHOEIRA, no RIBEIRÃO DO CARMO, situado nas proximidades da FAZENDA BOA VISTA. João Damasceno foi casado com JOAQUINA ANTONIA DA SILVA, filha de Elias Antonio da Silva Rezende (I) e Ana de Jesus de Góes e Lara.
João Damasceno era irmão de Jacinta Ponciana Branquinho, DA FAZENDA DAS ABELHAS, casada com o capitão SEVERINO RIBEIRO DE REZENDE, filho de Severino Ribeiro e Josepha Maria de Jesus Rezende.

Cf. www.branquinho.org.br/
Anônimo disse…
Foto feita por Evando Pazini.
Anônimo disse…
Uma partilha que visa divulgar uma apelo. Trata-se da genealogia da Família Souza Lima, que nos interessa particularmente. Cf. no site: Família Souza Lima - Geral - Windows Internet Explorer
jmario.lima.sites.uol.br/HistoriaGeral.html
No referido site o pedido está assim manifestados:

Aos leitores, fica o apelo: qualquer informação (fotos, certidões, inventários ou histórias) será de extrema importância para esclarecermos um enigma que buscamos resolver, quanto aos ancestrais de Ignácio de Souza Lima, casado por volta de 1875 com Ignácia Gabriella Junqueira.
Veja o referido site o endereço para correspondência. Fica aí a multiplicação da informação. Gratidão pela oportunidade.
Unknown disse…
Corrigindo...

A açoriana FRANCISCA DA ASSUNÇÃO faleceu em 16.06.1706 e não 1666.

JOSÉ GOMES BRANQUINHO faleceu antes da sua esposa ÂNGELA RIBEIRO DE MORAES (Ele por volta de 1746 e ela em 1763).

ANTONIO GOMES BRANQUINHO, filho do JOSÉ GOMES BRANQUINHO com MARIA DO ESPÍRITO SANTO nasceu por volta de 1730, provavelmente antes do casamento do JOSÉ GOMES com a ÂNGELA, ocorrido em 02.02.1733.

Adolfo Silva Branquinho
E-mail:
asbranquinho@yahoo.com.br

Mais lidas no site

Tabela Cronológica 10 - Carmo da Cachoeira

Tabela 10 - de 1800 até o Reino Unido - 1815 - Elevação do Brasil a Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves - 1815 ü 30/Jan – capitão Manuel de Jesus Pereira foi nomeado comandante da Cia. de Ordenanças da ermida de Campo Lindo; e ü instalada a vila de Jacuí . 1816 1816-1826 – Reinado de Dom João VI – após a Independência em 1822, D. João VI assumiu a qualidade e dignidade de imperador titular do Brasil de jure , abdicando simultaneamente dessa coroa para seu filho Dom Pedro I . ü Miguel Antônio Rates disse que pretendia se mudar para a paragem do Mandu . 1817 17/Dez – Antônio Dias de Gouveia deixou viúva Ana Teresa de Jesus . A família foi convocada por peritos para a divisão dos bens, feita e assinada na paragem da Ponte Falsa . 1818 ü Fazendeiros sul-mineiros requereram a licença para implementação da “ Estrada do Picu ”, atravessando a serra da Mantiqueira e encontrando-se com a que vinha da Província de São Paulo pelo vale do Paraíba em direção ao Rio de Janeiro, na alt...

A organização do quilombo.

O quilombo funcionava de maneira organizada, suas leis eram severas e os atos mais sérios eram julgados na Aldeia de Sant’Anna pelos religiosos. O trabalho era repartido com igualdade entre os membros do quilombo, e de acordo com as qualidades de que eram dotados, “... os habitantes eram divididos e subdivididos em classes... assim havia os excursionistas ou exploradores; os negociantes, exportadores e importadores; os caçadores e magarefes; os campeiro s ou criadores; os que cuidavam dos engenhos, o fabrico do açúcar, aguardente, azeite, farinha; e os agricultores ou trabalhadores de roça propriamente ditos...” T odos deviam obediência irrestrita a Ambrósio. O casamento era geral e obrigatório na idade apropriada. A religião era a católica e os quilombolas, “...Todas as manhãs, ao romper o dia, os quilombolas iam rezar, na igreja da frente, a de perto do portão, por que a outra, como sendo a matriz, era destinada ás grandes festas, e ninguém podia sair para o trabalho antes de cump...

A família do Pe. Manoel Francisco Maciel em Minas.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Sete de Setembro em Carmo da Cachoeira em 1977. Imagem anterior: Uma antiga família de Carmo da Cachoeira.

Mais lidas nos últimos 30 dias

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...
de Ribeiro de Figueiredo: Santuário ecológico em Carmo da Cachoeira - MG , fazenda Córrego das Pedras. Seus atuais proprietários e guardiães Aureliano chaves Corrêa de Figueiredo e seu filho Lúcio Chaves Corrêa de Figueiredo. Na fazenda uma capela,a e sob a proteção de Santa Terezinha. Vi o Evando realizando reportagem fotográfica no local. Conheço o local e as pessoas. São dignas e o local, com sua mata preservada são o maior tesouro existente em Cachoeira.

O jovem João de Tomás de Aquino Villela

Família Vilela deixa seus passos marcados O Dr. Jorge Fernando membro da tradicional Família Vilela de Carmo da Cachoeira é bisneto do ilustre educador e diretor do Colégio de Santo Tomás de Aquino no povoado. O referido colégio foi citado por Bernardo da Veiga, no Almanak Sul-Mineiro , 1884, pg. 190, época em que era Vigário da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira, Mons. Antônio Joaquim da Fonseca. O texto cita o colégio e o quadro dos profissionais que o compõem. No século XIX , João de Aquino Villela, educador em uma Instituição de Ensino - Colégio de Santo Tomás de Aquino No século XX , seu bisneto, o heraldista Dr. Jorge Fernando Vilela cria um de nossos símbolos, o Brasão do Município de Carmo da Cachoeira, MG Aproveitando a oportunidade oferecida pela aproximação de pessoas da mesma família interferindo na dinâmica de ação e interação com a sociedade e o meio ambiente, vamos partilhar com os visitantes desta página, através de imagens, como era o centro da Freguesia n...

As três ilhoas de José Guimarães

Fazenda do Paraíso de Francisco Garcia de Figueiredo Francisco Garcia de Figueiredo é citado como um dos condôminos / herdeiros da tradicional família formada por Manuel Gonçalves Corrêa (o Burgão) e Maria Nunes. Linhagistas conspícuos, como Ary Florenzano, Mons. José Patrocínio Lefort, José Guimarães, Amélio Garcia de Miranda afirmam que as Famílias Figueiredo, Vilela, Andrade Reis, Junqueira existentes nesta região tem a sua ascendência mais remota neste casal, naturais da Freguesia de Nossa Senhora das Angústias, Vila de Horta, Ilha do Fayal, Arquipélago dos Açores, Bispado de Angra. Deixaram três filhos que, para o Brasil, por volta de 1723, imigraram. Eram as três célebres ILHOAS. Júlia Maria da Caridade era uma delas, nascida em 8.2.1707 e que foi casada com Diogo Garcia. Diogo Garcia deixou solene testamento assinado em 23.3.1762. Diz ele, entre tantas outras ordenações: E para darem empreendimento a tudo aqui declarado, torno a pedir a minha mulher Julia Maria da Caridade e mai...

O antigo cruzeiro do Cemitério da Chamusca.

A jude-nos a contar a história de Carmo da Cachoeira. Aproveite o espaço " comentários " para relatar algo sobre esta foto, histórias, fatos e curiosidades. Assim como casos, fatos e dados históricos referentes a nossa cidade e região. Próxima imagem: Antiga foto aérea da fazenda Caxambu, MG. Imagem anterior: Profª. Luna Dias no Cemitério da Chamusca.

Mais Lidas nos Últimos Dias

Cemitério dos Escravos em Carmo da Cachoeira no Sul de Minas Gerais

Nosso passado quilombola Jorge Villela Não há como negar a origem quilombola do povoado do Gundú , nome primitivo do Sítio da Cachoeira dos Rates , atual município de Carmo da Cachoeira. O quilombo do Gundú aparece no mapa elaborado pelo Capitão Francisco França em 1760 , por ocasião da destruição do quilombo do Cascalho , na região de Paraguaçu . No mapa o povoado do Gundú está localizado nas proximidades do encontro do ribeirão do Carmo com o ribeirão do Salto , formadores do ribeirão Couro do Cervo , este também representado no mapa do Capitão França. Qual teria sido a origem do quilombo do Gundú? Quem teria sido seu chefe? Qual é o significado da expressão Gundú? Quando o quilombo teria sido destruído? Porque ele sobreviveu na forma de povoado com 80 casas? Para responder tais questões temos que recuar no tempo, reportando-nos a um documento mais antigo que o mapa do Capitão França. Trata-se de uma carta do Capitão Mor de Baependi, Thomé Rodrigues Nogueira do Ó , dirigida ao gove...
de Ribeiro de Figueiredo: Santuário ecológico em Carmo da Cachoeira - MG , fazenda Córrego das Pedras. Seus atuais proprietários e guardiães Aureliano chaves Corrêa de Figueiredo e seu filho Lúcio Chaves Corrêa de Figueiredo. Na fazenda uma capela,a e sob a proteção de Santa Terezinha. Vi o Evando realizando reportagem fotográfica no local. Conheço o local e as pessoas. São dignas e o local, com sua mata preservada são o maior tesouro existente em Cachoeira.

O jovem João de Tomás de Aquino Villela

Família Vilela deixa seus passos marcados O Dr. Jorge Fernando membro da tradicional Família Vilela de Carmo da Cachoeira é bisneto do ilustre educador e diretor do Colégio de Santo Tomás de Aquino no povoado. O referido colégio foi citado por Bernardo da Veiga, no Almanak Sul-Mineiro , 1884, pg. 190, época em que era Vigário da Paróquia de Nossa Senhora do Carmo da Cachoeira, Mons. Antônio Joaquim da Fonseca. O texto cita o colégio e o quadro dos profissionais que o compõem. No século XIX , João de Aquino Villela, educador em uma Instituição de Ensino - Colégio de Santo Tomás de Aquino No século XX , seu bisneto, o heraldista Dr. Jorge Fernando Vilela cria um de nossos símbolos, o Brasão do Município de Carmo da Cachoeira, MG Aproveitando a oportunidade oferecida pela aproximação de pessoas da mesma família interferindo na dinâmica de ação e interação com a sociedade e o meio ambiente, vamos partilhar com os visitantes desta página, através de imagens, como era o centro da Freguesia n...