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De bem com a vida.

Não aceite nada que o induza a perder a sua auto-estima.

Irradie força e entusiasmo. Isto será contagiante e pode ser feito até pela própria postura corporal, ereta, soberba, confiante.
Policie seus pensamentos. Use bastante o seu senso crítico para afastar de si, de seus filhos, de seus amigos, de sua comunidade, as perversas atitudes que os meios de comunicação multiplicam, colocando o brasileiro sempre em situações negativas, deprimentes e de desonestidade e incompetência.

Olhe à sua volta a deliberação de seus amigos para manterem-se honestos, a perseverança das mães para criarem com dignidade os seus filhos, o esforço de tantos para conseguir o mínimo para sua sobrevivência.

Não devemos ser descrentes da capacidade dos brasileiros, eles não são os bandidos, os rebelados dos presídios, os corruptos que a mídia destaca, mas a mais extraordinária raça existente no planeta. A raça cósmica que consegue misturar todas, se o predomínio de nenhuma, com notável capacidade inventiva, verificável em todos os setores, do avião à agricultura.

Somos da terra do sol, da alegria, da dança, da bondade. Precisamos, apenas, aprender a não aceitar a dominação, a exploração e a espoliação que nos tem sido imposta.

Nossas riquezas naturais têm de ser usadas como um instrumento para a melhoria da vida de todos nós. Não podemos permanecer sendo, apenas, fonte de exorbitantes lucros para alguns.

Elas podem representar trabalho, com salários melhores, matéria-prima para nossas indústrias, fonte para termos uma vida digna.

Se todos os brasileiros tiverem, pelo menos, as suas necessidades básicas atendidas, então estaremos: de bem com a vida!

As nossas riquezas naturais têm que ser usadas
como um instrumento de melhoria de vida para todos nós.

Contatos com o autor pelos endereços eletrônicos:
rui.sol@bol.com.br
rui.sol@ambr.com.br

Próximo texto: Amor e alegria.
Texto anterior: Lazer, o reposuso da mente.

Comentários

Anônimo disse…
A FORÇA DA PALAVRA

A extraordinária força da palavra!
Emita uma frequência de sons e eles têm significado que penetra na memória auditiva do ouvinte.
Se palavras de amor, virá o enlevo e o bem estar.
Observe quando há um xingamento, mesmo que a pessoa ouvinte não tenha nada em sua vida para dar valia ao palavrão, a reação é forte. A pessoa se arma de defesas e agressividades e seu organismo desencadeia o estado de alerta.
Por isso devemos usar bem as palavras.
Para que usar termos impróprios e criar um ambiente desagradável, pesado?
Interessante, podemos ter uma idéia da pessoa pela sua maneira de falar, a boa educação fica logo manifesta, se tem estudo, se é uma pessoa tranquila.
Policie as palavras que usa ao dialogar com seu companheiro ou companheira. A distração, as palavras imprevidentes costumam magoar e, às vezes, destroem a beleza e até o futuro de um relacionamento que poderia ser bom.
Prestigie, valorize a língua materna. Foi e é com ela que aprendemos a pensar.
Com ela fala-se em amor, em saudade e a todos neste País entendem.
Esqueça as palavras de ofensa, repita as de harmonia.
Atraia, com suas palavras, para a sua convivência, aqueles com os quais sintoniza, os que têm seus pensamentos voltados para o amor, para servir ao próximo, à sua comunidade.
Assim, você estará contribuindo para melhorar a sua vida, a de sua família, a da própria comunidade.
Comece hoje.
Anônimo disse…
O texto, A FORÇA DA PALAVRA encontra-se publicado no livro Nova Consciência - Século XXI. Autor - Rui Nogueira, Primeira edição. 2005. Impresso nas oficinas da Imprinta Gráfica e Editora Ltda.
Rua João Romariz, 285 - Parte - Ramos - Rio de Janeiro, p.173.
Contatos com o autor pelos endereços eletrônicos:
rui.sol@ambr.com.br

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